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Criação de “persona” faz com que empresas cresçam até 30% online

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Persona se torna uma estratégia de marketing digital eficaz para empresas

As constantes mudanças no mundo digital exigem cada vez mais atenção e adequação das empresas com o seu consumidor. Conhecer o cliente se torna tarefa fundamental para o sucesso, pensando nisso, agências de Marketing Digital se dedicam na criação de novas estratégias. Uma que vem trazendo resultados satisfatórios são as chamadas personas. Elas facilitam a produção de conteúdo para blogs e/ou redes sociais, auxiliando no desenvolvimento de produtos, isso faz com que os clientes se aproximem da marca como também atraia novos, principalmente online.

Segundo especialista em Marketing Digital, empresas chegaram a crescer até 60% com essa estratégia. “Trabalhamos com empresas que possuem uma difícil comunicação direta com o cliente, onde não existe interseção com a marca, como por exemplo a Samatec, uma empresa grande especializada em peças e ferramentas para eletrodomésticos. Criamos uma persona e em período relativamente curto a empresa cresceu cerca de 30% o seu engajamento com o público online, consequentemente aumentou o seu faturamento” declara Michel Santana, Diretor Operacional da agência M.Haus.

Persona é uma representação do cliente ideal baseada em dados reais como comportamento, características, localidade, etc. Com esses dados, passa a ser criada com histórias pessoais, objetivos, interesses e desafios, onde é possível identificar características comuns com o cliente. O principal objetivo é que ter contato com o público-alvo, e assim auxiliar na análise de compradores em potencial, atendendo suas necessidades relacionadas aos produtos ou prestações de serviços da empresa.

Segundo o especialista Michel Santana, a persona passa a ser uma ferramenta fundamental para quem trabalha com Marketing Digital, pois ajuda a determinar o conteúdo que uma empresa precisa para atingir seus objetivos. Para a criação de uma ou mais, é importante se basear em dois perfis básicos de clientes, os satisfeitos e os insatisfeitos, pois ambos passarão informações, percepções e problemas que enfrentam diariamente com o setor em que a empresa atua. Com a definição exata de uma persona é possível enviar as mensagens corretas para as pessoas certas.

“Ela ajuda a determinar qual o tipo e o modo do conteúdo que vamos direcionar, facilitando na criação de estratégias de marketing e principalmente, entendemos onde e como o cliente quer consumir esse conteúdo. Criar uma ou mais persona, faz com que as informações ajudem a empresa ou marca se desenvolver produtivamente, assim as tomadas de decisão acabam sendo direcionadas ao perfil determinado. O contato com o público-alvo permite, com que em uma análise simples, identificar possíveis consumidores e ainda aproximar outros” completa o especialista Michel Santana, diretor da M.Haus.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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