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Contando com novo patrocínio, Pinheiros apresenta equipe de vôlei feminino para a temporada 2017/2018

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Com quatro novos reforços e jogadoras da seleção sub-23, o time terá o patrocínio da Colgate

Presente mais uma vez na Superliga A de Vôlei feminino, o E. C. Pinheiros reformula sua equipe para a temporada 2017/2018. Outra novidade da temporada é que o Clube passa a contar com o patrocínio de uma grande marca, a Colgate.

O time que se mantém sob o comando do técnico Paulo de Tarso Milagres realizou sua apresentação oficial e o anúncio do novo patrocínio, com um jogo amistoso contra o Sesi-SP na sequência. A equipe estreia no final deste mês, com a disputa da Copa São Paulo e em seguida terá o Campeonato Paulista, que dá início para a preparação para a principal competição da temporada, a Superliga.

A ponteira Vanessa Janke, a meio Milka e a líbero Ju Paes, que defenderam as cores azul e preta na temporada passada, continuam na equipe. Formadas na base do Pinheiros, a levantadora Bruna Costa, a meio Lays Freitas e a ponteira Maira Cipriano, que fazem parte da seleção sub-23, também permanecem no time, além da ponteira Lana Conceição e a oposta Letícia Gomes.

Para completar o time, o Clube contratou quatro reforços: a levantadora Diana Xavier (São Caetano 16/17), que tem passagem por times nacionais e internacionais; a ponteira de Sete Lagoas (MG), Mari Cassemiro (Bauru 16/17), que também já atuou em times internacionais, disputou a Liga Europeia (2010/11) e conquistou um bronze no Mundial de Clubes (2014); a oposta Bruna Honório (Bauru 16/17), que encerrou a última temporada da Superliga entre as 10 maiores pontuadoras (321 pontos – 9ª colocada) e jogou nas categorias de base de seleções nacionais, com participação em competições como Universíade e Jogos Mundiais Militares; e a central Roberta Pereira (Brasília 16/17), que conta com títulos importantes, sendo campeã da Taça Portugal e daa Superliga Espanhola em sua passagem pelo Voleibol espanhol e português.

Assumindo pela primeira vez o compromisso de representar a equipe como capitã, a ponteira Vanessa comemora a nova função. “Fui pega de surpresa, até por termos as meninas mais velhas, a Roberta, a Mari, que acredito que tinham a capacidade de desempenhar bem essa função. Achei um desafio e, no começo, fiquei meio receosa de aceitar, mas por outro lado fiquei muito feliz, porque se o técnico confiou em mim, é sinal que tenho algo a oferecer. Só tenho a agradecer pela oportunidade, pois para a profissão de atleta é algo muito válido”.

A atleta também vê com bons olhos a nova parceria entre o Clube e a Colgate. “O patrocínio dá um ‘up’ para o time, faz com que a equipe se sinta valorizada. Apesar de nós termos uma estrutura muito boa no Pinheiros, o patrocínio ajuda, incentiva mais, ainda mais sendo uma empresa como a Colgate”, comemora.

“Estamos felizes em patrocinar a equipe de Vôlei do Pinheiros na temporada 2017/2018 da Superliga e do Campeonato Paulista. A Colgate acredita no esporte como ferramenta na melhoria da qualidade de vida das pessoas e o Vôlei é uma modalidade que proporciona isso. Estamos bastante entusiasmados com a possibilidade de estarmos ligados a um esporte campeão, com uma história irretocável e que o público brasileiro adora”, diz Paula Tommasini, diretora de Mídia e Comunicação da Colgate.

O E.C. Pinheiros faz sua estreia oficial nas quadras no dia 28 de julho, pela Copa São Paulo, jogando em casa contra o Barueri. Mas já começou com o pé direito, após disputar três amistosos e vencer todos eles.

“A gente vê a evolução e isso é muito bom. Estamos crescendo a cada semana, dá para perceber a diferença do nosso primeiro amistoso para o jogo de hoje, que foi bem melhor. As coisas estão começando a se encaixar, já olhamos uma para a outra e sabemos o que vamos fazer, formamos o nosso grupo e está indo tudo muito rápido. Quando é um grupo novo, geralmente demoramos um pouquinho, mas este daqui tem se adaptado muito bem”, afirma Mari Cassimiro, um dos reforços contratados para a temporada.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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