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Como investir em Marketing Verde de forma positiva e com a participação do público consumidor

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Oliplanet, um dispositivo azul que faz alusão ao Planeta Terra e serve como funil para o descarte consciente do óleo de cozinha, foi apresentado durante o Smart City Expo Curitiba 2018, o maior evento sobre cidades inteligentes do mundo

O Oliplanet, um dispositivo que serve como funil para o descarte do óleo de cozinha usado e tem como objetivo preservar a natureza, foi um dos principais destaques do Smart City Expo Curitiba 2018 (https://www.smartcityexpocuritiba.com), o maior evento sobre cidades inteligentes do mundo, que aconteceu nos dias 28 de fevereiro e 01 de março em Curitiba.

No dia 01 de março o empreendedor David Keller apresentou o Oliplanet para o público presente no Smart City Expo Curitiba 2018 e discursou de que forma as empresas podem investir no Marketing Verde de forma positiva. Segundo informações do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, 85% dos brasileiros não acreditam no discurso das empresas sobre sustentabilidade. Durante a apresentação, Keller explicou que “as empresas apresentam campanhas voltadas ao Marketing Verde sempre com alegações como ‘eu faço’, ‘eu construo’, e com isso não sobra espaço para as pessoas, para participar, e é o que todo mundo quer hoje em dia, fazer parte de algo, as pessoas querem protagonismo, cada um quer ser um pouquinho herói pra poder ajudar a salvar o Planeta! Foi pensando nisso que a gente criou o Oliplanet! Pra colocar ele na mão das pessoas. Nós ajudamos as pessoas a jogar o óleo de cozinha usado no lugar certo e também a salvar o Planeta!”. Segundo resolução do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente), 1 litro de óleo polui aproximadamente 20 mil litros de água. Somente em 2017, 7 mil toneladas de óleo foram consumidas e apenas 1% foi reciclada.

O Oliplanet foi criado pelos empreendedores David Keller (Founder CEO), Gabriel Kopanski (CoFounder CPO), Guilherme Borges (CFO) e Jeison Mello (COO). O Grupo usa a criatividade, tecnologia e design envolvendo catadores, comunidades e cooperativas, além de parcerias com as iniciativas privada e pública para promover campanhas de conscientização do descarte do óleo de cozinha. “O Oliplanet funciona como um funil e é acoplado à boca da garrafa para facilitar no momento em que o óleo é despejado. O utensílio pode ser rosqueado no bico da garrafa e aberto sempre que necessário. Além disso, atende três características fundamentais: a usabilidade, a utilidade e o design”, explica David Keller.

A proposta do Oliplanet para Empresários e Profissionais de Comunicação e Marketing é muito simples:
1o O Oliplanet ajuda a conquistar reconhecimento de marca, pois é uma plataforma de Marketing em que é possível estampar a marca da sua empresa;
2o A sua empresa ajuda os consumidores a descartar o óleo de cozinha no lugar correto;
3o Os seus consumidores ajudam a salvar o Planeta!

Quer saber mais sobre o OLIPLANET?
http://oliplanet.com.br

https://www.facebook.com/Oliplanet
https://www.instagram.com/oliplanet

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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