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Coca-Cola celebra 80 anos no Brasil e investe cerca de R$ 200 milhões em programas focados no pequeno varejo

Em 2022, a Coca-Cola completa 80 anos de atuação no Brasil. A empresa mantém um ciclo sólido de investimentos no país, no patamar de R$ 3 bilhões anuais, fomentando diversas ações de impacto social e ambiental. Agora, anuncia um aporte de aproximadamente R$ 200 milhões para alavancar os negócios de pequenos empreendedores. Para reverenciar essas oito décadas de uma relação pautada em contribuir para uma sociedade mais justa e sustentável, a companhia olha para o amanhã.
A campanha “Desejos para o futuro” marca essa relação de longo-prazo ao celebrar esta trajetória e explorar os anseios da empresa para os próximos anos, a partir de ações que podem ser iniciadas e realizadas hoje. Para reforçar o DNA socialmente responsável da marca, a Coca-Cola decidiu que a comemoração deste marco seria coletiva e pelo bem maior e anuncia seu robusto plano de apoio ao varejo. A proposta é fornecer as ferramentas necessárias para que os pequenos empreendedores alcem voos cada vez mais altos.
Para impulsionar pequenas empresas do varejo alimentício, um dos ramos mais impactados economicamente nos últimos dois anos, a companhia apresenta a nova etapa do “Coca-Cola dá um gás no seu negócio”. Por meio de capacitação, a plataforma visa acelerar uma grande parcela de seus clientes e tem objetivo de impactar mais de 300 mil negócios apenas neste primeiro ano.
“Nossa trajetória no Brasil mostra que não recuamos diante de desafios. Acreditamos no potencial dos empreendedores brasileiros e queremos, junto com eles, fazer a diferença hoje, amanhã e nos próximos 80 anos. Essa iniciativa chega para inspirar e apoiar o crescimento dos locais onde atuamos na retomada da pandemia, posicionando a Coca-Cola como o melhor parceiro de negócio”, explica Silmara Olívio, diretora de relações corporativas Cone Sul na Coca-Cola América Latina.
Com treinamentos, além de materiais exclusivos desenvolvidos pelo Sebrae e pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), a plataforma pretende ser um hub de capacitação profissional por meio de conteúdo que traz uma abordagem simples e fácil de aplicar, até para temáticas mais complexas como economia circular, digitalização, entre outras.
“Entendemos a capacitação como um caminho sem volta, pois transforma a mentalidade de quem investe neste processo. Independente da motivação que impulsiona o empreendedor a abrir um negócio, buscar aprimoramento aumenta suas chances de sucesso. Ser movido apenas pela paixão ou pela experiência muitas vezes não é suficiente”, comenta o gerente adjunto de Competitividade do SEBRAE, Carlos Eduardo Pinto Santiago. “Nosso papel é estimular o empreendedorismo brasileiro e, ao contar com o apoio da iniciativa privada, como o da Coca-Cola, conseguimos ampliarmos os resultados e alcançar ainda mais pessoas”, finaliza Santiago.
“Nossas recentes pesquisas mostram que o setor está em fase de recuperação neste período de retomada, mas os empresários ainda lutam para ajustar os preços e manterem seus negócios. Os riscos ainda são altos, em função do endividamento e da pressão dos custos. Portanto, capacitação permite uma vantagem competitiva enorme, porque você passa a entender muito mais do negócio e conhecer as ferramentas necessárias para poder chegar lá”, analisa Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel.
Visando capacitar e empoderar as mulheres que já são empreendedoras ou tem o desejo de empreender, a plataforma “Coca-Cola dá um gás no seu negócio” conta com dois projetos voltados para mulheres. Ao todo, serão mais de 4.150 mulheres beneficiadas pelo programa nesta fase ao longo de 12 meses. O intuito é impactar a parcela da população que ficou ainda mais vulnerável durante a pandemia e que está diretamente ligada ao cerne do projeto.
Em parceria com o Sebrae e Coca-Cola FEMSA, o “Empreenda como uma mulher” realiza um programa de mentoria para desenvolver negócios liderados por mulheres pelo país. Já o “Meu negócio é meu país” acontecerá em Salvador (BA), em parceria com SOLAR Coca-Cola e a marca Kuat, a fim de fortalecer o empreendedorismo por meio de uma plataforma voltada para comidas regionais.
“Acreditamos que as mulheres desempenharão um papel transformador na formação da economia global na próxima década. Elas são pilares fundamentais tanto para as comunidades quanto para seus negócios, e são peças-chave para estimular o crescimento econômico e o desenvolvimento sustentável”, destaca Silmara.
Embaixadores
Carmem Virgínia é a grande embaixadora do programa “Coca-Cola dá um gás no seu negócio”, e representará o projeto para o grande público. Pesquisadora e influenciadora digital, a chef pernambucana também é e jurada dos reality shows “Cozinheiros em ação” e “FFF Brasil”, além de proprietária do premiado Altar Cozinha Ancestral (Recife) e Yayá (Rio de Janeiro). Outros dois nomes de peso da gastronomia brasileira serão apoiadores do projeto: João Batista, cozinheiro há 38 anos e apresentador do reality show Mestre do Sabor; e Katia Barbosa, chef jurada do mesmo programa.
Atores fundamentais para que todas as iniciativas e mensagens da companhia sejam amplamente difundidas para o público geral, sem perder de vista a identificação e a aproximação com o público-alvo, os embaixadores têm como papel também inspirar e passar ensinamentos à medida que compartilham suas experiências e vivências enquanto empreendedores do setor de bares e restaurantes.
Presença ativa
A Coca-Cola visa cumprir em cada mercado seu propósito – refrescar o mundo e fazer a diferença, a partir de inovação em portfólio, impacto social e compromisso sustentável. Para isso, a empresa tem como objetivo engajar todos os seus públicos para, a partir de ações conjuntas, contribuir com a construção de um futuro sustentável, com melhorias para as comunidades, para sociedade e para o planeta como um todo. No Brasil, apenas durante a pandemia, foram investidos R$ 45 milhões em iniciativas que focaram na ajuda aos setores mais vulneráveis, gerando impacto em mais de 8,5 milhões de pessoas.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








