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Closeup lança campanha #AmorLivre nas redes sociais

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Assinado pela agência Lowe, movimento chega ao Brasil em quatro vídeos que celebram o amor livre de preconceitos, para que os jovens se sintam confiantes para estarem ao lado de quem realmente amam

Closeup acaba de lançar uma campanha digital que celebra o amor e a quebra de estereótipos. Assinado pela agência Lowe, de Cingapura, o movimento #AmorLivre chega às redes sociais do Brasil faseado em quatro vídeos tocantes, que retratam histórias reais de pessoas que, por diversos motivos ligados a preconceitos, tiveram que se afastar.

“O movimento #AmorLivre tem a missão de expressar o valor do amor e a importância da empatia. Closeup entende que o amor é um instinto universal e deveria também ser um direito universal. Os vídeos da campanha mostram algumas das barreiras que casais não convencionas enfrentam, para trabalhar a aceitação da sociedade e, com isso, ajudar jovens adultos a se sentirem à vontade para estarem ao lado de quem realmente amam, sem medo de julgamentos e estigmas sociais”, diz Rebeca Petrilli, gerente de marketing de Closeup.

São retratadas na campanha diferentes histórias, reais, de casais brasileiros que em algum momento enfrentaram preconceitos ao assumirem relacionamentos com pessoas de raças, religiões, gênero diferentes ou de outra posição social.

A seleção dos casos foi inspirada pelas informações e insights apurados no estudo global promovido pela marca e intitulado “Liberdade de Atração”, que revelou que somente 60% dos jovens se sentem completamente livres para amar e que, entre a parcela que não se sente livre, 47% prefere esconder seus sentimentos por termer represálias. Em compensação, 9 em cada 10 desses jovens, diz acreditar em um futuro onde todos possam ser livres para amar.

“Identificamos casais que ilustram a essência da campanha em todas as formas de amor livre que Closeup representa e selecionamos as histórias que mais nos sensibilizaram. As pessoas que aceitaram participar da ação e compartilhar suas experiências não sabiam o que aconteceria no final. Esse cuidado permitiu que tivessemos um resultado ainda mais verdadeiro e espontâneo nos vídeos”, diz Rebeca.

Com a ação, Closeup, marca da Unilever que a mais de 50 anos cuida da saúde bucal promovendo iniciativas para que as pessoas se sintam mais confiantes para se aproximarem umas das outras, amplia o seu posicionamento promovendo um debate importante: a liberdade de amar com respeito.

Além de assistir, conhecer e compartilhar os vídeos que mais gostar, o público impactado pela campanha também poderá dividir a sua própria história nas redes sociais por meio da hashtag #AmorLivre.

Para saber mais sobre a campanha, acesse www.closeup.com.br.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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