Conecte-se com a LIVE MARKETING

Digital

Celebridades perdem seguidores no instagram

Publicado

em

Novo estudo Mídias Sociais 360º, desenvolvido pela FAAP e Socialbakers, mostra que categoria perdeu mais de 4 milhões de fãs

O estudo Mídias Sociais 360º (#MS360FAAP) desenvolvido pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado), em parceria com a Socialbakers, aponta que a categoria Celebridades, que inclui influenciadores digitais, artistas, entre outros, sofreu uma queda vertiginosa na quantidade de seguidores no Instagram.

No primeiro trimestre de 2018, a média de seguidores das Celebridades era de 9.900.078. Entre os meses de abril e junho, o número de followers caiu para 5.497.600 – uma redução de aproximadamente 45% em apenas três meses.

Essa queda deve-se ao resultado da limpeza de perfis feita pelo Instagram e, também, pelo Facebook, após o escândalo da Cambridge Analytica, explica o prof. Thiago Costa, coordenador da pós-graduação em Comunicação e Marketing Digital da FAAP e um dos pesquisadores do NiMD. “Muitos perfis de influenciadores digitais usavam ferramentas para inflar seus perfis e grande parte desses recursos foram bloqueados pelas plataformas”, destaca o especialista

Para o professor Adriano Cerullo, coordenador do curso de Live Marketing da FAAP e também colaborador do estudo, essa queda tão grande serve de aviso para as marcas que ainda baseiam suas escolhas de influenciadores apenas pelos números. “É preciso avaliar de maneira mais profunda antes de se associar a uma celebridade digital”, opina.

Enquanto as Celebridades estão perdendo seguidores, as Marcas cresceram sua base de fãs, ainda que sutilmente. No primeiro trimestre de 2018, a média de seguidores era de 1.087.966 e, no segundo trimestre, passou para 1.199.516.

Facebook
O Facebook foi a plataforma que mais sofreu nos últimos meses com denúncias de manipulação e fake news. No entanto, segundo o estudo, as Marcas não tiveram uma queda tão significativa no número de curtidores como ocorreu no Instagram.

A média de fãs no Facebook das páginas do segmento “Marcas/Institucional”, por exemplo, era de 3.328.877 entre janeiro e março deste ano. No segundo trimestre, a média caiu para 2.966.034 fãs. Outro segmento analisado pelo relatório do NiMD, o de “Mídia/Notícias” – normalmente o que possui mais curtidores – também teve uma pequena queda: de 3.710.670 fãs passou para 3.671.810 no período analisado.

O estudo Mídias Sociais 360º também identificou que as Marcas estão demorando para responder aos usuários pelo Facebook. A média de tempo, que era de 2 horas e 19 minutos no início de 2018, subiu para 17 horas e 33 minutos.

Diante desses números, o professor Thiago Costa faz uma alerta: “Cogitou-se que o Facebook, depois dos escândalos, fosse ‘acabar’. No entanto, a plataforma possui ainda muitos usuários que não podem ser ignorados pelas Marcas e agências”, avisa.

O professor Adriano Cerullo concorda. Segundo ele, mesmo com o crescimento de seguidores no Instagram, é um erro as Marcas diminuírem a atenção dada ao Facebook. “O consumidor quer ser ouvido e receber interação em tantos pontos de contato quantos forem possíveis. A falha em uma plataforma pode afetar a imagem da marca como um todo”, adverte.

Outros números
O Twitter mantém sua posição tímida em relação às demais plataformas, mais massificadas. A média de crescimento de seguidores dos perfis de Marcas caiu de 9.347 no primeiro trimestre do ano para 6.981 no segundo;

O número médio de postagens no Instagram das Marcas subiu de 19 para 22 por semana. As Celebridades também registraram números parecidos, de 11 para 14;

No Facebook, apenas 12% das interações do segmento “Mídias/Notícias” são de compartilhamentos. As demais são curtidas e comentários. Já na categoria “Entretenimento”,

21% das interações são compartilhamentos e, na categoria “E-commerce”, são 14% do total;

31% das postagens de Marcas no Instagram não usam nenhuma hashtag;

Enquanto as Marcas costumam ter uma média de 4.182 interações em cada publicação no Instagram, as Celebridades conseguem uma média de 67.815 (curtidas e comentários).

O relatório Mídias Sociais 360º (#MS360FAAP) mede as atividades dos 100 perfis empresariais com mais interações nas mídias sociais do Brasil dos setores Mídias e Notícias, Bens de Consumo, Entretenimento, E-Commerce e Marcas / Institucional. Desde o trimestre passado, passou a trazer também dados dos 100 principais influenciadores digitais. Os relatórios estão disponíveis no site www.faap.br/ms360faap.

Continue lendo
Clique para comentar

You must be logged in to post a comment Login

Deixe uma resposta

Digital

Com metodologia e softwares próprios, AdClub transforma o marketing digital do Grupo Neoenergia

Publicado

em

Com o alto desenvolvimento das empresas e grandes níveis de atividades realizadas no dia a dia, a automação de processos tem se tornado cada vez mais frequente. Uma das tecnologias utilizadas para essa transformação, tem sido vista em soluções de Business Intelligence, que é capaz de suportar uma imensa quantidade de dados não estruturados e de fontes internas e externas, que possibilita a interpretação de forma ágil e precisa muito superior às formas manuais. Diante disso, a Tetris.co – braço de tecnologia do AdClub, grupo que reúne três empresas focadas em soluções de Marketing Online para grandes marcas – promove uma completa transformação do Marketing Digital do Grupo Neoenergia.

A partir da implementação de metodologias e softwares próprios, o Grupo passou a ter total controle e entendimento sobre seus investimentos em tempo real, possibilitando alocações de recursos mais assertivos e de maior retorno. “A Tetris.co nos ajuda a classificar e analisar nossos dados, tanto orgânicos quanto pagos, aumentando a eficiência de nossos investimentos de mídia online em todas as plataformas”, comenta Mariana Wirtzbiki Aoad, Gerente de Comunicação Externa do Grupo Neoenergia.

Para Pablo Lemos, CTO do AdClub, o maior desafio foi auxiliar na alta demanda do Grupo, que – por ser constituído por várias empresas – cada uma delas possuía áreas com verbas e atividades específicas. “Controlar o conteúdo e a performance de cada empresa era trabalhoso e lento. Reports eram feitos de forma manual, sem o detalhamento necessário e demoravam semanas para serem concluídos, impedindo qualquer possibilidade de respostas ágeis, tão importantes no universo da mídia digital. Além disso, eles precisavam entender de forma bastante granular a performance orgânica versus a mídia paga, algo impossível de ser feito manualmente frente ao volume de publicações que eles executam”, explica.

O primeiro passo do processo, foi a implementação de um processo forte de taxonomia. Toda a presença online do Grupo Neoenergia passou a rodar com especificações de nomenclatura, permitindo entender no detalhe a performance sobre o investimento de cada empresa e área. A Tetris.co foi responsável por desenvolver ferramentas para facilitar o processo e evangelizar, tanto o time de marketing digital quanto as agências, sobre a importância de permanecer fiel à nomenclatura. Na outra ponta, instalaram uma versão 100% customizada do software próprio de governança e visualização de dados, o Tetris oDash, com automações para entender a taxonomia e gerar relatórios em tempo real, facilmente acessíveis via computador, tablets ou celulares.

Em seguida, desenvolveram um algoritmo de inteligência artificial proprietário que automatizou o cruzamento da performance orgânica versus a paga, unificando a classificação dos dados ao nível mais granular possível. “Com o sistema 100% implementado e rodando, com dados digeridos, organizados e classificados em mãos, passamos a prover uma consultoria constante de inteligência de dados. Diante disso, o projeto que foi iniciado no início de 2020, hoje é parte central da área de marketing digital do Grupo Neoenergia”, se orgulha Pablo.

Dentre os resultados obtidos, internamente, o time de marketing digital conquistou uma poderosa autoridade para justificar seus investimentos e planejamentos, já que cada passo agora pode ser monitorado e seu desempenho comprovado de maneira direta e eficiente. Dos analistas de marketing digital aos diretores, o Grupo como um todo passou a conversar nos mesmos patamares, pois compartilham a mesma fonte da verdade sobre o desempenho das estratégias de todas as áreas. “Com apenas alguns cliques, qualquer pergunta sobre o desempenho do marketing digital, seja a nível macro (Quanto cada empresa gastou em 2020?) ou a nível micro (Quantas publicações sobre Coronavírus a área de Segurança fez no mês de Julho? E quanto foi o custo por engajamento?), pode ser respondida”, ressalta Pablo Lemos.

É importante dizer que, após a realização, é fundamental que haja um apoio constante. Principalmente porque o meio digital muda constantemente e sem um monitoramento a tendência é que o projeto se torne obsoleto. “De um lado, um imenso orgulho de participar de maneira fundamental na transformação digital de um cliente tão importante quanto o Grupo Neoenergia. Vencemos uma série de desafios, inovamos tanto em software quanto em estratégias e chegamos a um resultado fenomenal. Do outro lado, estamos animados com o volume de demandas que há pela frente. Acredito que 2020 foi só o começo. Já estamos trabalhando juntos em 2021, em um volume maior que no ano passado e espero que a parceria só cresça”, finaliza o CTO.
Continue lendo

Digital

Raccoon anuncia novo posicionamento, reestruturação na direção e sociedade e prevê crescer 60% este ano

Publicado

em

Agência passa a atuar no modelo full service como parceiro estratégico do cliente, ampliando escopo para soluções de inteligência de mercado e infraestrutura, como mídia programática, Apps e desenvolvimento de e-commerces em plataforma VTEX

Quando André Palis e Marco Túlio Kehdi saíram do Google para fundar a agência Raccoon, em 2013, uma das primeiras atitudes da dupla foi buscar apoio de algum investidor de peso. Dentre os potenciais investidores abordados, eles conversaram com Manoel Lemos, sócio do fundo de investimento e capital risco, RedPoint Eventures, e com Gustavo Caetano, fundador da Sambatech.

Não conseguiram um único centavo, mas isso não foi exatamente uma má notícia: “Vocês não precisam de dinheiro, esse negócio vai dar certo, o mercado precisa. Vocês precisam de direcionamento e alguns contatos”, concordaram Manoel e Gustavo na época, que toparam entrar para o conselho da empresa, onde permanecem até hoje. Eles estavam corretos.

A Raccoon foi fundada oficialmente em 2013, em São Carlos, cidade estratégica para atrair talentos oriundos das USP e Universidade Federal de São Carlos. Seu foco era exclusivamente performance, o que significa, resumidamente, colher dados deixados pelos clientes na internet, botar inteligência em cima para players de diversos segmentos venderem cada vez mais. “Desembolsamos 5 mil reais para montar nossa identidade visual, apresentação institucional e foi assim que começamos”, relembra André Palis, fundador e CEO da agência.

Já em 2021, números mais generosos comprovam que a empreitada deu certo. A Raccoon conta hoje com mais de 650 colaboradores, distribuídos em três prédios na cidade, e soma mais de 120 clientes na carteira, entre eles Natura, Fast Shop, Leroy Merlin, MRV, Estácio, Vivara e 99. Em média, a empresa intermedia mais de 1 bilhão de reais só em anúncios no Google por ano, o que a coloca como uma das maiores da América Latina, acumulando premiações desses parceiros.

Agora, diante a uma nova demanda de mercado, a agência anuncia um novo posicionamento: passa atuar no modelo full service 360, oferecendo soluções para toda a cadeia digital do cliente. Na prática, isso significa que, além das soluções de marketing digital – como SEO, Mídias e Inbound – a Raccoon passa a oferecer soluções de inteligência de mercado e infraestrutura, como consultoria, mídia programática, aplicativos e desenvolvimento de e-commerces em plataforma VTEX.

Segundo André, a transformação digital é uma realidade, boa parte das grandes empresas já despertou, mas elas precisam de ajuda nesse processo. “Entendo que muitas empresas ainda compreendem transformação digital como digitalização, e não é isso. Transformação digital é transformação cultural viabilizando o uso da tecnologia para melhorar a experiência do consumidor e assim vender mais. Isso envolve inclusive ponto físico”, esclarece.

“Houve um boom do e-commerce, mas esse mercado ainda vai crescer muito. Então, as empresas têm que proporcionar uma melhor experiência de consumo nesse e-commerce, extrair dados estratégicos sobre hábitos de consumo e colocá-los a favor do cliente, o que gera venda para o negócio. Além disso, tem a questão da integração entre online e offline. Na cabeça do cliente é tudo uma coisa só. Mas nas empresas, esses setores ainda enxergam on e off como coisas distintas. Exemplo: varejos de ponta ainda cobram preços diferentes no online e no offline. Qual o sentido disso na cabeça do cliente? Ele está com o celular na mão de frente com o vendedor, pesquisa o preço na mesma loja, e o vendedor não cobre. Não faz nenhum sentido. É esse tipo de gap a que vamos cobrir”, conclui.

Reestruturação na direção

Para dar corpo ao novo modelo de negócio, a Raccoon está ampliando também o seu time de diretores e gerentes, valorizando pratas da casa: ninguém veio de fora, todos os novos diretores já eram colaboradores da empresa. Vale ressaltar que todos os novos diretores e gerentes também se tornam sócios da Raccoon.

A nova gestão conta com André Palis (CEO), Túlio Kehdi (Chief Staff Officer), Leonardo Araújo (VP de Operações), Lucas Palhares Ferreira  (Diretor de Negócios e CMO),  Carlos Pereira Lopes (CTO), Felipe Carvalho (Diretor de Inbound Marketing e Inovação), Diego Bertolini (Diretor de Administrativo, Financeiro e RH), Michelle Massaro (Diretora de Operações de Mídia e Marketing) e Vitor De Angeli Camargo (Diretor de Operações de Mídia e Marketing). Além disso, Ramon Tranches e Maria Luiza Castro, ambos Gerentes de Operações de Mídia e Marketing, também assumem como sócios da empresa.

“Me orgulho de encontrar dentro da nossa própria empresa pessoas absolutamente preparadas para o desafio que vamos encarar. Muitos desses profissionais foram literalmente formados in house, o que nos mostra que essa decisão foi acertada”, diz Palis.

Perspectiva de crescimento

A Raccoon registra um crescimento consistente ao longo dos seus sete anos. Em média, a empresa cresce 50% ao ano. “Quando você tem 10 clientes e sobe para 15, 50% significa uma coisa. Quando você tem 100 e sobe para 150, significa outra. São 50 mais, não 5. E quando tudo isso se mantém no médio e longo prazo, significa que estamos oferecendo algo que realmente está agregando. Havia um gap lá atrás, as coisas foram mudando, mas ainda há gaps que a Raccoon segue capaz de preencher. A transformação digital continua”, avalia Palis.

Agora, em 2021, a empresa pretende crescer um pouco mais. “Nossa estimativa é crescer 60%. Esse ano ainda tende a ser complexo, a pandemia está aí, não se sabe ao certo como as coisas vão ficar. Mas, de fato, o mercado está mais aberto e nós estamos bastante estruturados para atuar em toda a cadeia. Ficamos felizes em dizer que a Raccoon pode fazer parte da solução, pode ajudar negócios a se reinventarem e se posicionarem de maneira mais efetiva nesse cenário”, completa Palis.

Continue lendo