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Case ‘Corinthians’ e potencial do YouTube são destaques de evento da ADVB, no Insper

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Encontro reuniu estudantes universitários e especialistas de marketing esportivo

A estratégia de marketing do Corinthians após a queda para a segunda divisão, em 2007, foi detalhada pelo ex-vice presidente do clube paulista, Luís Paulo Rosenberg, durante o evento “A Revolução do Marketing Esportivo, realizada na noite de quarta-feira (16), no Insper. A iniciativa do núcleo Jovem da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing (ADVB), contou, ainda com participação da Federação Paulista de Futebol (FPF), do Google e da empresa SportMk, reunindo estudantes do Insper, USP, ESPM, FAAP e FGV, além de empresários e publicitários.

Na abertura, o presidente da ADVB, Latif Abrão Júnior, falou da importância do setor de vendas e marketing dentro de uma empresa e o papel da ADVB, que há mais de seis décadas é referência na área de gestão empresarial. “A ADVB foi a porta de entrada do marketing no Brasil. Não existia nenhuma estrutura que trabalhasse o marketing como conhecemos hoje, como uma ferramenta de trabalho. Além disso, sempre lutamos pela valorização da atividade de vendas, porque nada acontece se uma venda não for feita. Este é o princípio básico que defendemos. Não adianta empreender e criar se não soubermos onde, como e para quem vender”, destacou.

“Eu nunca vou te abandonar, por que eu te amo. Eu sou…Corinthians”. O grito da torcida, entoado nos últimos jogos do Campeonato Brasileiro de 2007, inspirou Luís Paulo Rosenberg a centralizar todas as ações de marketing do time alvinegro no resgate da imagem do Clube e da autoestima dos corintianos, abaladas pelo rebaixamento. A produção de camisetas comemorativas, reorganização da venda de ingressos com a criação de canais digitais e eliminação das gigantescas filas; o estabelecimento do Fiel Torcedor, com vantagens e benefícios aos associados; a produção de documentário do ponto de vista dos torcedores, além do engajamento dos atletas em ações sociais foram algumas das iniciativas colocadas em prática, com sucesso.

“O nosso grande desafio não era criar novos produtos, era portar valor naquilo que o clube já tinha para vender. Com os canais adequados, o licenciamento é uma máquina de fazer dinheiro. Cada clube tem que ter a sua estratégia de marketing, sendo sempre coerente com a sua história e com a sua torcida”, recomendou.

A oferta de novas experiências para a torcida e a aproximação do clube com a comunidade foram destacadas pelo sócio-diretor da SportMk, Paulo Amorim. No trabalho junto ao XV de Piracicaba foram criadas ações como o “XV Fut Truck”, um verdadeiro food park dentro do estádio de futebol, para atrair famílias e a ação “Mostre seu amor pelo XV”, direcionado a funcionários de empresas parceiras. “Criamos momentos festivos para aproximar a comunidade do clube, estimular o hábito de ir ao estádio, além de alinharmos com os jogadores e a comissão técnica o discurso a respeito das estratégias de marketing desenvolvidas”, enfatizou Amorim.

O diretor de Marketing da Federação Paulista de Futebol (FPF), Robson Silveira, ressaltou o processo interno de profissionalização, realizado nos últimos dois anos, inclusive com nova identidade visual e mudança de postura da federação em relação aos clubes. “Construímos uma plataforma com quatro grandes pilares: o clube, o mercado, a torcida e os atletas e no centro o papel de zelar e valorizar o futebol”.

Já o gerente de Novos Negócios do Google Brasil, Anderson Silva, falou do potencial do futebol na web. “Futebol é o principal tema pesquisado no Google, com 396 milhões de busca/mês, sendo que o segundo colocado, healthy, tem entre 80 e 90 milhões de pesquisas. Uma distância enorme. Entretanto, no Youtube, entre as 12 principais line-ups, o futebol ocupa a sexta posição. Temos muito espaço para trabalhar”, revelou. A monetização dos vídeos postados no YouTube foi outro ponto destacado. “Quando um anunciante compra um vídeo, 55% do valor pago por esse vídeo veiculado vai para o criador. Então o clube consegue monetizar com esse conteúdo, com a quantidade de audiência e a relevância que tem dentro do Google e isso se torna uma fonte de renda”, explicou .

Ao agradecer a presença do público, o presidente da ADVB revelou que futebol foi primeiro módulo de eventos sobre marketing esportivo. “Como venho dizendo, estamos navegando em um oceano azul e os projetos são muitos dentro do marketing esportivo. Pretendemos realizar outros encontros direcionados ao basquete, competições automobilísticas, esportes paraolímpicos, porque o segmento tem grande potencial para alavancar negócios e promover importantes desrupturas”, enfatizou Abrão Júnior.

O evento teve patrocínio do Hotel Terras Altas e apoio do Insper, Fundação Brasileira de Marketing (FBM), Sport MK, Federação Paulista de Futebol (FPF), Aiqon e Lumen it.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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