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Carla Castilho: 7 motivos para investir em APP’s e aumentar os negócios e vendas da sua empresa

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Com os smartphones e tablets  sempre a mão, cada vez mais as pessoas usam aplicativos para conseguir transporte, conferir qual a melhor rota, conferir o saldo bancário, ler notícias, fazer compras e tantas outras atividades. Esta gama de serviços movimenta um mercado novo e gigantesco. Somente em 2016, o faturamento neste segmento foi de 1,3 trilhões de dólares, a previsão para o ano de 2020 é um crescimento de 360%, alcançando 6,2 trilhões de dólares, segundo relatório da empresa californiana App Annie.

Totalmente inseridos na rotina das pessoas, os aplicativos são excelentes opções para empresas que desejam inovar e oferecer serviços exclusivos, além de fortalecer o relacionamento com o público. “Aplicativo é uma grande ferramenta de fidelização, na qual é possível apresentar uma comunicação direta e personalizada para os clientes, além de focar em recorrência de compras”, explica Carla Castilho, diretora de marketing da agência Unius.

Confira algumas dicas para investir já e aumentar os negócios da sua empresa!

1 – Inovação
Empresas que investem em tecnologia, aplicativos mobile, etc, sempre têm um diferencial de mercado para apresentar. Criar um App exclusivo torna a empresa inovadora e proporciona experiências melhores ao seu target. 

2 – Diferencial e relacionamento
Ao apostar no desenvolvimento de aplicativos próprios, a empresa aprimora seu relacionamento com o público, pois aproxima a marca do seu público-alvo e torna a comunicação direta, além de conseguir proporcionar melhorias constantes, conforme as necessidades de cada usuário.

3 – Tendência de mercado
Colocar sua marca em uma loja de aplicativos é uma verdadeira jogada de mestre para quem quer seguir as tendências do mercado. Mas atente-se: a divulgação do aplicativo móvel é bem diferente da divulgação web, pois o app está dentro de um canal fechado. Não adianta ter um aplicativo com conteúdo institucional, este não teria argumento suficiente para que o usuário baixe o app. Ele deve ter funções específicas de aplicativo.

4 – Conteúdo exclusivo e personalizado
Aplicativos possibilitam, entre outros serviços, o desenvolvimento de conteúdos exclusivos e personalizados para os clientes, seja uma nova forma de atendimento, serviço de vendas online, promoções personalizadas com inteligência artificial ou no desenvolvimento de uma ação de marketing.

 5 – Melhor navegabilidade
Um projeto bem elaborado torna a experiência do usuário mais amigável, pois os recursos facilitam a usabilidade e também é possível melhorar a experiência de navegabilidade conforme o perfil e comportamento do público.

 6 – Fidelização
Empresas que investem em App’s próprios tendem a fidelizar seus clientes. Um ícone na tela do celular ou tablet, por exemplo, garante mais chances de a loja ou serviço ser lembrada pelos consumidores, tornando-se sempre a primeira opção de escolha e se sobressaindo com relação aos concorrentes.

 7 – Aumento no faturamento
Os aplicativos estão se posicionando como uma excelente ferramenta de fidelização, retenção e, principalmente, de aumento de faturamento para várias empresas, por exemplo, o segmento de e-commerce – o que mais lucra com aplicativos mobile, tendo em vista que a fidelização e a comunicação direta personalizada facilitam a venda.

Saiba mais em: https://www.agenciaunius.com.br/desenvolvimento-de-aplicativos/

*Carla Castilho, 46, ̩ Growth Hacking, especialista em Administra̤̣o, Estrat̩gia e Planejamento de Marketing Рcom mais de 20 anos de experi̻ncia no mercado Рe diretora da Unius.

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Alexis Pagliarini: Eventos-teste em SP são um alento

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Eventos-teste em SP são um alento

Na semana passada, um anúncio do Governo de SP, relacionado à pandemia, gerou emoções cruzadas para quem trabalha com eventos. Por um lado, veio a ducha fria quanto à flexibilização de atividades. Em função do recrudescimento da pandemia, o governo decidiu manter as restrições por mais – pelo menos – quinze dias. Por outro lado, foi anunciada uma outra medida que pode gerar uma retomada consistente do setor. Refiro-me aos eventos-teste.

Nos meses de junho e julho, o governo, em parceria com instituições, liberará e acompanhará a realização de 10 eventos-teste: 4 eventos sociais na capital e interior (início na segunda quinzena de junho); 1 feira de negócios (29 a 30 de junho no Santos Convention Center);  2 feiras criativas, uma em Campinas e outra no Memorial da América Latina (3 de julho e 17 a 18 de julho) e 3 festas na capital e interior (junho). Não se trata de uma liberação, pura e simples, de realização de eventos, mas de atividades-piloto, com rigoroso acompanhamento, para monitorar resultados.

Um ponto chave do experimento é a testagem: o público deverá se submeter a um teste prévio – só serão liberados os que derem negativo – e outro teste posterior, quinze dias após o evento. A testagem em massa só é possível agora pelo barateamento do teste de antígeno, que apresenta resultado rápido, em quinze minutos. Com esse teste, é viável realizar a experiência e, o melhor, ter informações conclusivas após a realização dos eventos. Se ficar comprovada a segurança de se realizar eventos, sem maiores riscos de contaminação, a tendência é que haja uma liberação mais ampla, o que pode resultar na sonhada retomada para milhares de empresas e profissionais que dependem da atividade para se manter. O mercado ainda aguarda a regulamentação do PERSE, lei que prevê crédito facilitado e renegociação de dívidas fiscais federais. De um lado, o PERSE poderá gerar oxigênio para sobrevivência das empresas, por outro, os eventos-teste geram a expectativa por uma retomada de verdade, sem os sobressaltos de experiências anteriores.

A experiência dos eventos-teste é espelhada em atividades semelhantes, realizadas no exterior. Segundo o governo, o benchmark vem de Barcelona, Nova York e Sidney. De fato, temos acompanhado uma flexibilização invejável em países onde a vacinação aconteceu de forma rápida e ampla, como nos Estados Unidos, por exemplo. Enquanto patinamos por aqui, sofrendo com a falta de vacinas, outros países mais prevenidos e proativos já exibem uma queda substancial na contaminação e mortes derivadas do COVID 19. O que vemos por lá é uma volta consistente à normalidade. Em alguns lugares, os vacinados têm acesso a eventos culturais e esportivos sem a necessidade de distanciamento. Os não vacinados também têm acesso, só que numa área de maior controle, com distanciamento preservado. O teste, antes e depois, foi uma prática adotada em alguns países, como forma de se certificar da segurança em liberar eventos.

O que gera alento é ver iniciativas desse tipo, independente da atitude errática e irresponsável de quem deveria liderar nacionalmente o combate à pandemia. Agora, só nos resta torcer para que os testes demonstrem segurança na realização de eventos e façam retornar as atividades. Em artigos anteriores ressaltei a importância dos eventos para mobilizar a economia e gerar empregos. Ressaltei também a necessidade de pensarmos em como conviver com a pandemia. Na ausência de um processo rápido e eficaz de imunização, fica a certeza de que conviveremos inexoravelmente com a pandemia por muito mais tempo do que imaginávamos. Então, é preciso que geremos mecanismos de convivência segura como tenta agora o governo de SP. Pela importância de São Paulo, temos certeza de que o Brasil inteiro se beneficiará dos resultados dos eventos-teste que – esperamos – sejam positivos. Vamos torcer e apoiar!

Alexis Pagliarini – Presidente executivo da Ampro

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Cássio Rosas – Além do relacionamento: a importância do WhatsApp no marketing das empresas

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Por Cássio Rosas – Head de Marketing e Estratégia da Wiboo, utility token que promove um programa de fidelização entre varejistas e consumidores por meio de moedas digitais 

A digitalização acelerada provocada pela pandemia de covid-19 evidenciou a necessidade das empresas de incluírem, cada vez mais, os canais digitais em seus processos. Sem eles, as organizações não conseguiriam trabalhar, se relacionar e vender a seus clientes. Um dos mais importantes para tudo isso é o WhatsApp, o famoso aplicativo de mensagens presente há algum tempo na realidade brasileira. Pelo aplicativo é possível manter a produtividade dos colaboradores, conversar com os consumidores e até concluir as vendas. Por conta disso, é essencial incluir essa ferramenta nas estratégias de marketing e, assim, se aproximar ainda mais do seu público-alvo no futuro.  

 

O WhatsApp já faz parte integrante do dia a dia do brasileiro. No total, 99% dos smartphones brasileiros têm o aplicativo, de acordo com a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box. Não bastasse isso, 93% dos usuários no país confirmarem que abrem a ferramenta todos os dias. Seu uso, contudo, vai além da troca de mensagens. Levantamento do Congresso Nacional em 2019 mostra que é também a principal fonte de informação para 79% das pessoas. Portanto, nada mais natural que torne-se um “superaplicativo”, reunindo diversas funcionalidades – como a relação de compra e venda com empresas.  

 

Incluir o WhatsApp na estratégia de marketing nem chega a ser uma novidade. Desde a popularização do aplicativo, a partir de 2012 e 2013, organizações e agências se debruçam sobre as melhores estratégias da ferramenta na divulgação das marcas. Nesse sentido, uma função se destacou das demais e passou a ser incorporada pelas empresas: o relacionamento. É inegável que o app aproxima as marcas de seus consumidores. É possível realizar atendimento, informar promoções e descontos, avisar sobre etapas de compra, entre outros recursos. Imagine tudo isso em um aplicativo que a pessoa já utiliza normalmente! 

A questão é que o avanço do novo coronavírus exigiu muito mais dessa ferramenta na estratégia de marketing das empresas. A partir do momento em que o aplicativo se tornou a principal ferramenta do brasileiro para superar a pandemia, utilizá-lo apenas para “conversar” com o consumidor deixou de ser o suficiente. No fim, o WhatsApp exerce o mesmo papel das plataformas de redes sociais, como o Facebook e Instagram. As pessoas se divertem, se informam, conversam com seus amigos e ficam sabendo de tudo o que precisam. Em suma: elas se engajam e esperam que as companhias com as quais se relacionam proporcionem essa mesma experiência.  

 

Para alcançar isso, não é preciso fazer estratégias mirabolantes ou mudar totalmente o posicionamento. Basta adotar um ecossistema digital que estimula esse engajamento dos consumidores. Dessa forma, eles não apenas irão interagir com a marca, oferecendo dados valiosos que poderão ser utilizados em novas campanhas e iniciativas, como também irão se aproximar ainda mais e até se fidelizar se sentirem que receberam uma experiência genuína. Uma boa aposta para isso é investir na oferta de utility tokens que premiam o engajamento e o relacionamento dos usuários mediante a realização de determinadas tarefas, como o compartilhamento de anúncios em suas redes – e que podem ser trocados por produtos e serviços.   

 

Ao longo dos últimos anos, o mundo mudou bastante – e a pandemia de covid-19 apenas evidenciou essa constante transformação. Dessa forma, uma boa estratégia de marketing nas empresas é aquela que acompanha essas tendências e, principalmente, se posiciona ao lado dos consumidores. Ao incluir o WhatsApp no planejamento do negócio, esse primeiro passo finalmente é dado. Chegando ao canal preferido dos consumidores, fica mais fácil planejar as próximas etapas dessa jornada.

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