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Black Friday 2017 da Netshoes vê predominância Mobile, com 65% das visitas

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A shoestock, loja do grupo varejista que oferece experiência omnichannel, registrou 79% de representatividade mobile

Empresa alcançou crescimento de dois dígitos no número de pedidos, com pico de mais de 100 mil pedidos em um dia do final de semana da Black Friday

A Netshoes, e-commerce controlador das lojas Netshoes, Zattini e shoestock, apresentou forte crescimento via dispositivos móveis durante a Black Friday 2017. Durante a data promocional – que, além da sexta-feira, foi estendida pelo sábado e domingo –, 65% das visitas ao e-commerce de artigos esportivos Netshoes foram realizadas via dispositivos móveis ante 50% na Black Friday de 2016. A empresa também registrou maioria das visitas vindas de smartphones e tablets na Zattini, loja em que 56% das visitas foram de origem mobile, um crescimento de 6 pontos percentuais na comparação com o ano anterior. Já no e-commerce da shoestock, essa representatividade alcançou o maior índice: 79%, consolidando uma forte tendência de migração do consumidor para o mobile em virtude da maior comodidade que o canal oferece.

Os aplicativos da Netshoes e Zattini também aumentaram sua representatividade na Black Friday. O app da Netshoes passou de 16% para 25% do número total de visitas, enquanto as visitas via aplicativo da Zattini cresceram de 11% para 15%.

“Realizamos investimentos constantes na experiência do cliente, principalmente de olho nesse crescimento mobile, por exemplo com o projeto Navegue Grátis, que disponibiliza a navegação dentro dos nossos aplicativos sem o consumo do plano de dados. Com o consumidor cada vez mais empoderado e sabedores do seu protagonismo, os dispositivos móveis ganham força numa data promocional tão importante como a Black Friday até como um meio de acompanhar de perto as melhores promoções. A Netshoes acredita fortemente que os investimentos em mobilidade são um dos nossos diferenciais na entrega de uma boa jornada de compra”, explica Gabriela Garcia, CBTO (Chief Business Transformation Officer) da Netshoes.

 

Crescimento no número de pedidos

Durante a Black Friday, a Netshoes registrou um crescimento de dois dígitos no número de pedidos na comparação com o mesmo período no ano de 2016. Em dias normais, a empresa despacha uma média de 35 mil pedidos, número que, durante o final de semana da Black Friday, teve pico de mais de 100 mil pedidos num único dia. “Esses números apontam o amadurecimento do mercado com esta data e refletem também toda a preparação da companhia, que já há quatro anos realiza um mês inteiro de ações promocionais a partir da criação do Black November. Na Netshoes, o final de uma Black Friday já é o início do planejamento do próximo Black November, com o objetivo de a cada edição levarmos uma experiência ainda mais encantadora”, destaca Gabriela.

 

Raio-X do público Netshoes

Sobre o perfil de cliente de cada uma das marcas durante a Black Friday, a Netshoes concentrou majoritariamente consumidores com uma faixa etária de 25 a 35 anos na loja online de artigos esportivos. Clientes de até 25 anos, contudo, se mostram cada vez mais afeitos às compras online de artigos esportivos e saltaram de cresceram 4 pontos percentuais em relação à edição passada.

Já a Zattini tem uma representativa parcela de seu público consumidor na faixa etária de 25 a 35 anos, enquanto a shoestock é preferida majoritariamente pelo público entre 45 e 55 anos. Além disso, a participação feminina nos números dessa Black Friday para a Netshoes e Zattini cresceu dois pontos percentuais, enquanto as vendas da shoestock foram dominadas pelo público feminino, superando os 90%.

 

Recordes nas primeiras horas

Apenas durante as dez primeiras horas da Black Friday (entre meia-noite e 10h da manhã de sexta-feira) a Netshoes (loja Netshoes, Zattini e shoestock) divulgou que mais de 40 mil pedidos já haviam sido computados, recorde histórico da empresa, com média de mais de 4 mil pedidos por hora neste intervalo de tempo.

O grupo varejista registrou também que a maioria dos clientes concluiu os pedidos nas primeiras horas da Black Friday, entre meia-noite e 3h da manhã. Nesse mesmo período houve um pico de 70% das visitas aos sites do grupo vindo de dispositivos móveis. Confirmando a pontualidade do consumidor da Black Friday, a Netshoes registrou também, entre 00h00 e 00h01, um crescimento de 25% no número de visitantes nos sites da empresa.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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