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Beenoculus e TACC88 se unem para projeto tecnológico

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Parceria foi lançada no CASE – maior evento para Startups da América Latina

O mercado de Live Marketing conta a partir de agora com uma nova estrutura para produção de experiências imersivas. A Beenoculus, líder no Brasil e LATAM no desenvolvimento de tecnologias de Virtual Reality, Augmented Reality e Mixed Reality alia-se a TACC88, empresa de criação de experiências imersivas, conteúdos transmídia e multiplataforma para o desenvolvimento de projetos.

A condução dos projetos desta nova estrutura será dirigida pela diretora artística Tatiana Calvo que utilizará o que existe de mais avançado em tecnologia e o melhor em criatividade.

“Unimos esforços e expertises nesta associação em formato de joint venture e já estamos oferecendo a melhor e mais completa empresa de tecnologia para produção de experiências imersivas para LIVEMKT do país.” afirma Tatiana Calvo, diretora artística da TACC88.

A parceria da Beenoculus com a TACC88 foi apresentada no CASE, maior evento para startups da América Latina, que aconteceu nos dias 26 e 27 de outubro, no Centro de Eventos PRO MAGNO, em São Paulo.

O CASE reuniu em um único evento, feira de negócios para startups, palco com grandes nomes do empreendedorismo e três trilhas paralelas de conteúdo. Esse ano, o evento recebeu mais de 6.000 participantes entre CEOs, investidores e empresários, que estarão no CASE para se conectar, fazer negócios aprender e discutir sobre inovação, tecnologia e mercado.

A Beenoculus atua como uma Venture Builder acelerando a inovação em Educomunicação para escalar modelos de negócios inovadores, transformadores e disruptivos. A TACC88 tem se especializado na criação de experiências imersivas, conteúdos transmídia e multiplataforma (360, Realidade virtual e aumentada, mapping, wearables) para eventos corporativos e ações para experiência de marca.

Rawlinson Peter Terrabuio, CEO da Beenoculus Administrador de empresas e filósofo. Empreendedor com vasta experiência em tecnologia da informação e comunicação, nos últimos 20 anos co-fundou e fez a gestão de empresas inovadoras nas áreas de sistemas de energia, eletrônica embarcada e software houses. Ex-Presidente do Parque de Software de Curitiba (2014-2016). Tem como missão de vida transformar a educação em nosso país, através do desenvolvimento das Ciências Cognitivas e Educomunicação ao usar a tecnologia como nova linguagem de comunicação. http://www.beenoculus.com/

Tatiana Calvo, Diretora artística da TACC 88. Atua com criação de espetáculos artísticos, conteúdos para multiplataformas e conceitos corporativos há 30 anos. Dirigiu vários espetáculos musicais como Paulinho da Viola, Maestro João Carlos Martins nas Olimpíadas e para eventos corporativos de diversas marcas. Pós graduada em Economia e Novas Mídias pela USP e especializada em Novas Tecnologias pelo Instituto Ibero-americano em Madri, Espanha. É pesquisadora de artes visuais e tecnologia da imagem. Mood de trabalhos: holografias, animação, vídeos 2D e 3D, projeções com mapeamento e volumetria, laser, além de, interação de linguagem teatral com imagens em movimento. https://www.facebook.com/tacc88/

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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