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Assinada pela Isobar Brasil, Nivea Sun lança o movimento #amarcadaproteção

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A conscientização sobre a importância da proteção solar é o mote do movimento criado pela agência, para levar informações sobre o tema e engajar a população

Com a assinatura da Isobar Brasil, NIVEA SUN, a marca de proteção solar no mundo, lança nacionalmente o movimento #AMarcaDaProteção, que propõe a conscientização da sociedade sobre a importância do uso do protetor solar mostrando que o uso é uma questão de saúde.

Dados indicam que, no Brasil, milhões de pessoas não usam protetor solar. As consequências da exposição ao sol sem proteção são manchas na pele, rugas, envelhecimento precoce e o câncer da pele. Este tipo de câncer é o de maior incidência no País e já corresponde a 30% de todos os tumores malignos. Uma pessoa morre de câncer de pele a cada três horas no Brasil. (Fonte: Instituto Nacional do Câncer – INCA).

Para engajar pessoas nessa causa e mudar o hábito dos brasileiros quanto ao uso de protetor solar, NIVEA SUN lança o movimento #AMarcaDaProteção, que começa com um vídeo veiculado nos canais do Facebook e Instagram, com a participação da modelo e atriz Bárbara Evans, que teve câncer da pele com apenas 22 anos.

No vídeo, Bárbara mostra como o uso do protetor solar é uma questão de saúde e deve estar presente no dia a dia do brasileiro. Além disso, algumas personalidades convidarão seus seguidores nas redes sociais a também fazerem parte do movimento. Por fim, a campanha ainda contará com uma sessão de mitos e verdades sobre o uso de protetor solar, colaborando com a educação dos consumidores sobre o tema.

O vídeo e todo o conceito do movimento #AMarcaDaProteção foi desenvolvido pelo time de Criação da Isobar Brasil, sob coordenação da Diretora-Executiva Andrea Siqueira. “A marca traz esse conceito para educar os consumidores com uma mensagem a longo prazo”, explica Andrea.

Nos últimos anos, NIVEA SUN realizou diversas ações sobre os cuidados com o sol. Foi assim com NIVEA Doll, boneca que fica vermelha no sol e educa crianças de forma inovadora e didática a usar protetor solar, assim como a pulseira do Anúncio Protetor, veiculado na revista Veja Rio, que ajudavam os pais a monitorarem seus filhos na praia; e também com o projeto do Thomas Leveritt, que abordou pessoas nas praias e mostrou, por meio de sua câmera UV, de forma realista e emocional o efeito da exposição do sol na pele.

“Todas essas ações foram tão bem-sucedidas que entendemos que poderíamos pensar em algo maior e dessa vez lançamos uma causa! Um movimento que servirá de base para todas as nossas ações que envolvem a melhor maneira de aproveitar o sol e também se proteger, independentemente da época do ano”, conta Tatiana Ponce, diretora de marketing da BDF NIVEA Brasil e vice-presidente de Inovação do Grupo Beiersdorf para toda a região Américas.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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