Conecte-se com a LIVE MARKETING

Artigos

Andrews Oliveira – Marketing Digital: O combustível de qualquer negócio, segundo especialista

Publicado

em

De uns tempos para cá, tem-se falado muito em marketing digital e da sua importância para qualquer tipo de negócio, principalmente porque os consumidores estão cada vez mais exigentes, e as empresas começaram a sentir necessidade de se adaptar à essa nova situação.

O comportamento desses consumidores mudou consideravelmente, pois agora fazem todas as suas pesquisas na internet de forma a atender às suas necessidades, inclusive compras de produtos e serviços.

Caso as empresas não se adaptem a essa nova realidade serão deixadas para trás, e dependendo do tipo do seu negócio, poderiam até mesmo serem obrigadas a fecharem as portas.

Segundo o especialista Andrews Oliveira, o simples fato de as pessoas estarem cada vez mais conectadas, seja pelo celular, tablet ou computador, obriga que as empresas marquem presença, de forma a se aproximar mais não apenas dos seus clientes, mas especialmente, dos seus futuros clientes.

Hoje, os métodos tradicionais não funcionam mais como funcionavam antigamente. E é justamente por isso que as empresas devem repensar suas estratégias, visando sua inserção nesse novo mundo digital e consequentemente a expansão dos seus negócios na web e nas redes sociais.

Através do marketing digital é possível criar uma relação real com os consumidores, compreendendo melhor seus anseios, antecipando assim suas necessidades e desejos. Uma das principais vantagens é a possibilidade de mensurar todas as ações na internet e adequar sua estratégia de acordo com os resultados obtidos.

Ainda, de acordo com o especialista, partindo do ponto de vista do cliente, as mensagens deixadas nas redes sociais têm um impacto muito maior se comparadas àquelas fornecidas pela publicidade convencional.

Com o surgimento de novas tecnologias da informação nos últimos anos, as formas de comunicação também evoluíram, como por exemplo as newsletters e as mídias sociais. Essas mudanças tiveram um impacto significativo nos comportamentos, hábitos e modos de consumo.

Por isso, mais uma vez da importância das empresas adotarem estratégias de marketing modernas para se adaptar às novas tendências. Mas todas essas mudanças representam um desafio para as empresas, principalmente aquelas mais tradicionais.

O marketing digital representa hoje o combustível para qualquer negócio, pois permite que a empresa se desenvolva e entre em contato com novos prospects, com a finalidade de apresentar seus produtos ou serviços de forma mais atrativa, visando obviamente o aumento de suas vendas, transformando esse prospect em cliente.

Andrews Oliveira afirma que a grande maioria das empresas possuem um site na internet, que é uma ferramenta importantíssima para trazer mais visibilidade para sua marca e chegar até os consumidores.

Toda empresa que quer se tornar competitiva no mercado e se diferenciar dos seus concorrentes não deveria ignorar as ações do marketing digital. Se uma empresa não tem, por exemplo, um site na internet, ou se tem, mas é de má qualidade, ficará invisível aos olhos de seus clientes.

O marketing digital traz muitas vantagens para qualquer tipo de negócio, dentre as quais o especialista destaca: interação direta com o cliente; possibilidade de oferecer um produto ou serviço personalizado; favorecimento à fidelização; redução de custos; disponibilidade de contato com a empresa 24 horas por dia, 7 dias na semana, entre outras, melhorando sensivelmente os resultados atingidos.

Qualquer empresa tem que levar em consideração que não se trata de uma escolha. É imprescindível tornar-se mais conhecida e estabelecer uma estratégia que vai além de uma simples presença no Facebook.

E é por todas essas razões que mais e mais empresas se preocupam com a sua presença nesse mundo digital.

O especialista ainda diz que o custo do marketing digital é muito menor do que aquele do marketing tradicional, pois são aplicadas técnicas de conversão, de geração de tráfego, de captação de dados dos prospects, entre muitas outras, utilizando apenas uma fração dos valores que seriam gastos com publicidade tradicional, que geralmente não é segmentada.

Hoje em dia, os clientes desejam uma relação diferente com a empresa, mais próxima, mais aberta e mais transparente. E por conta das inovações tecnológicas, o marketing digital faz com que essa relação seja otimizada, proporcionando benefícios não apenas para a empresa, mas principalmente para o cliente.

Profissionais da área costumam falar que não se trata de marketing digital, mas de marketing para os clientes digitais.

Oliveira conclui: atualmente, cada cliente ou prospect tem um problema individual e a empresa, se deseja resolvê-lo, deve dar uma resposta clara a cada um desses questionamentos. E como vai ser possível satisfazer a cada uma dessas demandas? Através de um marketing personalizado, e somente o marketing digital possibilita isso.

Continue lendo
Clique para comentar

You must be logged in to post a comment Login

Deixe uma resposta

Artigos

Futuro da colaboração empresarial pode estar nos Ecossistemas

Publicado

em

Dizem que conhecimento compartilhado é conhecimento aumentado. Essa frase explica não só o porquê quero comentar sobre esse tema, mas também o sentido da existência dos chamados: Ecossistemas empresariais.

Apesar de já ser uma opção bastante desenvolvida no mercado, a definição de ecossistema – ou holdings, não é difundida como se deveria. Até mesmo para mim, era algo ainda nebuloso. Porém, conhecer o real significado do termo e, mais ainda, entender o tamanho do potencial que uma união deste tipo pode proporcionar, me faz ver quão importante é difundir essa possibilidade para outros empresários que, assim como eu, buscam o crescimento de seus negócios todos os dias.

Mas afinal, o que é um ecossistema?

Resumidamente, um ecossistema é uma união entre empresas de um mesmo setor ou com o mesmo propósito empresarial que proporcionam uma oferta de serviços e produtos aumentada, facilitada e com mais dinamismo para seus clientes e prospectos. Com outras palavras, são empresas que se unem para um mesmo fim: oferecer em um mesmo atendimento, uma gama de serviços muito mais ampla.

Não estamos falando de investimentos, fusões etc. Isso pode gerar confusões. Como um ecossistema biológico, as empresas continuam operando em sua individualidade e especializadas em suas atividades, mas possuem essa interconexão e sinergia para aumentar a visão holística do setor em que operam. Um fornecedor único com capacidade de várias empresas juntas.

Como surgiram os ecossistemas de negócios?

A origem está na China, uma das economias que mais cresce no mundo. O país vem obtendo dados impressionantes desde sua entrada na Organização Mundial do Comércio, há 16 anos, saindo da sexta colocação entre os maiores PIBs do mundo, para chegar à segunda em 2018.

A intensa competividade chinesa e seu ritmo acelerado obrigou as empresas a buscarem por inovações, adaptabilidade e agilidade. Por isso, nada mais evidente que estar ali a fonte desse novo modelo de negócio.

A chinesa Alibaba é um desses grandes ecossistemas mundiais. O conhecido marketplace AliExpress é uma das empresas que formam parte dessa união, por exemplo. Fundado em 1999 com foco no comércio online, hoje, o Alibaba é considerado como pioneiro e um dos ecossistemas mais conhecidos e exitosos, globalmente.

Inquestionavelmente, este modelo tem dominado o mercado chinês nos últimos anos e pode ser um dos responsáveis por criar uma base sólida para o crescimento exponencial de inúmeras empresas interligadas por estes ecossistemas.

Para nós, do outro lado do planeta, este é um grande benefício, pois nos permite trabalhar em inovações com mais segurança sobre sua efetividade. Além de apresentar o que comumente chamamos de “caminho das pedras”.

E quais são as vantagens?

Resumidamente, para clientes e prospectos o ganho está na praticidade e segurança, já que com um mesmo fornecedor ou em uma mesma página online, ele consegue obter tudo que buscava.

Já para as empresas, significa ganhar aliados e uma troca permanente de expertise. São mentes brilhantes que estão sempre dispostas a trazer novidades e inovação para o setor em que atuam. Em um mundo que nos exige, diariamente, flexibilidade, colaboração e adaptação, um ecossistema pode representar um futuro promissor e uma visão exponencial do mercado.

E você? Está preparado para um futuro colaborativo por meio de Ecossistemas empresariais?

 

Pedro Luís Torrano é sócio-diretor da Triart 

Continue lendo

Artigos

Nosso melhor e nosso pior, tudo reunido nessa retomada

Publicado

em

Nosso melhor e nosso pior, tudo reunido nessa retomada

Provocados pelas ações de relaxamento dos protocolos promovidos pelo Governo do Estado, percebemos uma aceleração e alta da demanda para o retorno dos eventos físicos. Tanto é verdade, que praticamente já não existem mais espaços vagos para festas de confraternização de empresas aqui na cidade de São Paulo. Por isso, este é um bom momento para lembrar de nossas reflexões e expectativas sobre essa volta aos tempos de liberdade e negócios presenciais.

Muita coisa mudou desde fevereiro de 2020, quando todo esse pesadelo começou. Tivemos que enfrentar e conviver com mudanças não programadas e, mesmo num cenário de caos, conseguimos rever alguns rumos e implementar mudanças que nós mesmos lideramos. Algumas agências morreram, algumas ainda estão penando para superar a crise, e outras tantas sobreviveram. Agora, chegou a hora de mostrar o quanto nós, os seres humanos responsáveis por elas, conseguimos aprender e promover melhorias para o período de retomada.

Para este retorno, temos à disposição nossa melhor e nossa pior parte. Temos a oportunidade de, novamente, escolher as armas do jogo. Mas, infelizmente, temos observado que os comportamentos predatórios, provocados por nossa pior parte, têm prevalecido e têm sido usados com muita força por clientes e agências.

Observamos as áreas de compras dos clientes pressionando cada vez mais por preços impraticáveis e longos prazos de pagamento. Clientes sem a mínima empatia pela indústria de eventos, que ainda sofre os efeitos da crise. Percebemos também empresários e agências endividadas aceitando qualquer condição para voltar ao jogo, assim como processos de concorrência sendo depreciados pelas próprias agências.

No espírito de sobreviver, estamos encarando nossos concorrentes como inimigos – prontos para a “olimpíada do mata-mata”. Não conseguimos entender que, quando eliminamos e perdemos nossos pares, perdemos nossa comunidade, também como seres humanos, e consequentemente como empresas, ficamos mais isolados e frágeis. É preciso combater a desigualdade e não o nosso adversário ou concorrente.

Pelo que parece, voltaremos a agir no velho modus operandi, em que o que importa é sobreviver, e não construir negócios saudáveis para as pessoas e empresas. Observamos que, mesmo com a consciência adquirida no caos, optamos por permanecer doentes, continuando a dizer sim para o que não acreditamos, e não para o que de fato gostaríamos que acontecesse. Optamos por continuar correndo atrás do rabo.

Isso explica o fato de sofrermos esta grande epidemia de ansiedade e depressão. Já éramos os campeões mundiais de consumo de antidepressivos, ansiolíticos e remédios para dormir; agora, estamos perdendo de vez a imagem de um povo alegre, feliz e guerreiro.

O fato é: por que agimos de determinada maneira contra os valores que acreditamos? Como seres humanos, somos capazes de atos tão magníficos e transformadores, mas também de tantas atrocidades contra o nosso próprio mercado. Como garantir que as escolhas estejam alinhadas com nossas crenças?

A neurociência alerta que agimos assim, de forma a sabotar nossas vontades, não por sermos fracos ou impotentes, mas por nos sentirmos desta forma. É o nosso sentimento de fraqueza que impede a transformação. E isso acontece porque vivemos em bolhas limitadas e viciadas. Nelas, somos lembrados constantemente do “nosso pior”.

Por sorte, a neurociência também nos mostra que podemos melhorar isso, nos cercando de diferentes pessoas. Quando nos abrimos para a diversidade, ampliamos as possibilidades de ouvir e perceber diferentes visões sobre nossas potências. Assim, damos chance para que o “nosso melhor” também apareça.

Existem algumas transformações que talvez sejam inatingíveis, mas muitas vezes uma mudança parcial pode representar a solução. Quando falamos de mudança, é preciso lembrar que 50% de nossas escolhas são baseadas em nossa essência. É um processo biológico, é o jeito que nós somos. Mas a outra metade desse processo se dá pelo aprendizado e pelo ambiente em que vivemos.

Precisamos acreditar nas mudanças que almejamos e, sempre que possível, escolher ambientes propícios às nossas crenças. Por isso, quando estiver conversando com alguém que tenha um ponto de vista completamente contrário ao seu, não tente negar tudo e colocar essa pessoa em uma bolha ignorável. Procure entender o outro lado da história, do contexto, e aproveite, pois encarar e aprender com aquilo que não sabemos é muito mais vantajoso do que reforçar aquilo que já sabemos.

Para manter-se aberto ao aprendizado, as certezas são mais prejudiciais do que as dúvidas. E é importante lembrar disso, pois desacordos acontecem a todo momento. Nem sempre o outro é o problema, nós também somos.

Ronaldo Ferreira Júnior é conselheiro da Ampro – Associação das Agências de Live Marketing, CEO da um.a #diversidadeCriativa.

Continue lendo