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Agência 242 conquista 12 novos clientes, contrata novos colaboradores e cresce em pleno ano de retração na economia

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“As novas contratações chegam para somar à performance, aumentando a nossa presença no mercado e contribuindo para a entrega eficiente de resultados. Em épocas de crise, esse traço faz a diferença”, diz Gabriel Santacreu

Problemas no combate à inflação. Desvalorização da moeda. Crise – e das sérias. Não, não se trata de 2016. O ano era 1999 e, às vésperas do aguardado ano 2000, o Brasil atravessava uma das recessões até então mais intensas da sua história. Em janeiro daquele ano, o Banco Central abandonou o regime de bandas cambiais, passando a operar em sistema de câmbio flutuante. Resultado: real nocauteado diante do dólar. Na época, o SBT divulgou uma série de chamadas otimistas nos intervalos da programação: “Se cresce com crise?”, questionava o comercial. “Com crise se cresce”, afirmava logo seguida. Passados quase 18 anos, uma constatação: no universo do empreendedorismo, crescimento pode, sim, “rimar” com retração na economia. A Agência 242 é um case.

Full-Service e com expertise em diferentes segmentos, a agência liderada pelos sócios Gabriel Santacreu e Pedro Hermano se especializou na entrega eficiente de resultados, sobretudo na área digital. Nos últimos doze meses, foram conquistados 12 novos clientes – uma média de um por mês. O time de colaboradores também cresceu. Passaram a compor a equipe em 2016: Natan Kurata, supervisão de contas; André Zanon, Diego Oliveira, Luís Gustavo Marangon e Mayra Presotto, direção de arte; Gustavo Gerard e João Cairo, redação; Jefferson Fernando, front-end; Higor Gonçalves, assessoria de comunicação; Natália Ramachiotti, planejamento; e Paula Braccesi, atendimento comercial. “As novas contratações chegam para somar à performance, aumentando a nossa presença no mercado e contribuindo para a entrega eficiente de resultados. Ajudamos os nossos clientes a venderem. Eficiência é o nosso lema de ordem. Numa época de crise, esse traço faz a diferença”, pontua Gabriel Santacreu, sócio e diretor de atendimento.

DNA Digital – As transformações no cenário político-econômico aliadas à diminuição no investimento das empresas em marketing e comunicação despertaram o interesse do mercado pelo digital, repleto de cases mensuráveis e com custos essencialmente reduzidos. Segundo estudo do IPG Mediabrands Magna, em 2017 a compra de mídia digital, pela primeira vez, deve superar a de TV. Alcançando market share de 40%, o que vai representar movimentação de cerca de U$202 bilhões ao redor do mundo, o digital deve se tornar a primeira categoria de publicidade. Ainda de acordo com a pesquisa, a venda de mídia para TV, no comparativo, gerará aproximadamente U$186 bilhões, alcançando market share de 36%.

“Se quiserem ser arrojadas, agregarem valor aos seus portfólios e venderem também em períodos de incerteza, as marcas precisam estabelecer conexões reais, ininterruptas e relevantes com os seus diversos públicos de interesse. O mundo digital pede uma nova forma de fazer publicidade. O maior ativo de uma empresa, seja grande, média ou pequena, é o conhecimento profundo sobre o perfil e as demandas dos seus clientes. Conhecimento e iniciativa, para saber o que fazer com a informação”, destaca Pedro Hermano, sócio e diretor de criação.

Embora a mensagem precise ser única em todos os canais, nos meios digitais ela deve necessariamente passar por uma adaptação a cada plataforma. “O que fazemos é ensinar como as empresas podem construir uma presença digital relevante e utilizar as plataformas online sincronizadas aos seus propósitos de marketing e comunicação. Falo de táticas coordenadas e feedbacks tangíveis, de preferência, no curto prazo”, explica Pedro Hermano. “Se cresce com a crise?”, questionou um comercial de TV em 1999. Sim, é possível crescer (e muito) em períodos turbulentos. “Em épocas de crise é fundamental otimizar recursos para rentabilizar e crescer”, ensina Gabriel Santacreu.

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Eagle recebe certificação Woman-Owned Business no Brasil

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Com 85% da liderança feminina, a Eagle acaba de receber o certificado Woman-Owned Business, da WEConnect International. Com a conquista, a agência passa a integrar um rol de mais de 200 empresas certificadas pela WEConnect somente na América Latina. Desde 2015, a WEConnect é a única organização que oferece, no Brasil, a certificação “Empresa de Mulher”, válida em 55 países.

“A Eagle, uma empresa fundada por mulheres, coloca grande ênfase na parceria com a WEConnect. Acreditamos profundamente nessa parceria, enraizada em nosso DNA e integrada ao planejamento estratégico da Eagle, que busca expandir nossa base de clientes e atuar em diversos segmentos, inclusive internacionalmente. Obter essa certificação não apenas atesta, mas também se alinha perfeitamente aos nossos objetivos de crescimento e abrangência” afirma a CEO da Eagle, Brenda Maia.

Com crescimento de 30% no Brasil em 2023, a certificação Women-Owned passa por processo que avalia e formaliza se uma empresa pertence a uma ou mais mulheres em pelo menos 51%, de acordo ao padrão universal reconhecido pelas equipes de compras das principais corporações globais.

 

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FutureBrand São Paulo conquista conta da Yamaha

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FutureBrand São Paulo será a agência de branding e experiência da Yamaha no Brasil. Junto à The Holos Company, hub de tecnologia focado em ecossistemas digitais da FutureBrand, o objetivo será desenvolver a inteligência de dados para impulsionar o crescimento da companhia japonesa no País. “A Yamaha traz em seu DNA a busca pelo Kando em todas suas esferas. Estamos prontos para uma nova fase de evolução focada na experiência, qualidade e contribuição para a sociedade”, avalia Giovana do Vale, gerente de brand e marketing da Yamaha.

“Yamaha é uma marca global que, ao longo dos anos, construiu uma forte presença no Brasil. Esse é o melhor momento para tornar sua experiência de marca cada vez mais engajadora a partir da criação de um lifestyle proprietário e trazendo um olhar de jornada multicanal. Para isso, implementamos uma investigação estratégica que nos trouxe os direcionamentos norteadores de toda a experiência da Yamaha no Brasil. A partir dos assets pelos quais suas motocicletas são universalmente reconhecidas, fomos além do funcional para criar um vínculo emocional always on com o público brasileiro”, explica Filippo Vidal, diretor e sócio da FutureBrand São Paulo.

Com foco na análise de dados aplicada à comunicação, a nova estratégia terá como foco conectar todos os pontos de contato da marca: do produto ao ponto de venda, do conteúdo à experiência, dos colaboradores aos consumidores em de forma consistente e engajadora. “Nosso desejo é, para além de manter a percepção de qualidade e experiência memoráveis da Yamaha, ampliar o espectro da marca em relação a comunicação para que ela se conecte com novos públicos e transmita sua cultura e valores”, finaliza Marcello Trzmielina, sócio e  diretor da The Holos Company

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