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Motorola convoca torcedores com campanha global “O Futebol te Chama” para a FIFA World Cup 26

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A Motorola deu o pontapé inicial em sua estratégia de brand experience para o maior espetáculo esportivo do mundo. Como parceira oficial de smartphones da FIFA World Cup 26, a marca anunciou o lançamento global da campanha “Football is Calling” (ou “O Futebol te Chama”). O movimento é uma ofensiva estratégica para conectar a tecnologia da fabricante aos bilhões de fãs que, a cada quatro anos, transformam o torneio em um fenômeno cultural sem precedentes.

O insight da campanha baseia-se na mudança drástica de comportamento que a Copa do Mundo impõe à rotina global — alterando horários de sono, hábitos de consumo e intensificando a presença digital. Na última edição do torneio, o engajamento atingiu números astronômicos, com bilhões de interações nas redes sociais. Para a Motorola, o objetivo é ir além do patrocínio tradicional, posicionando-se como a ferramenta que amplifica a identidade do “eu torcedor”, permitindo que o público capture e compartilhe suas emoções com design e tecnologia intuitiva.

A peça central da ação é um filme publicitário desenvolvido em colaboração com a agência Matter + Energy. O roteiro acompanha a jornada emocional do torcedor — desde a ansiedade na compra dos ingressos até a celebração eufórica dos gols — destacando como os dispositivos da marca transportam a eletricidade do estádio para qualquer lugar do planeta.

Segundo Ruben Castano, vice-presidente de design, brand e CX da Motorola, a premissa é colocar o usuário como protagonista da narrativa. “Ao criar a campanha Football is Calling, queríamos aproximar o espírito da FIFA World Cup dos fãs, colocando tanto as pessoas quanto a tecnologia no centro da experiência”, explica o executivo. “Por meio de design cuidadoso, inteligência artificial avançada e câmeras potentes, os smartphones da Motorola capacitam os fãs a captar a energia da torcida, a emoção de cada gol e o prazer simples de compartilhar esses momentos em tempo real.”

Com uma estratégia de 360 graus, a campanha terá forte presença em redes sociais, pontos de venda (varejo), experiências imersivas de produto e plataformas digitais. A meta é garantir que a marca esteja presente em todos os pontos de contato onde a paixão pelo futebol se manifesta, reforçando o papel do smartphone como o grande hub de conexão da torcida moderna.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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