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Giraffas utiliza IA para ressaltar o valor do “Handmade” em nova campanha institucional

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A rede de alimentação Giraffas, acaba de lançar sua nova ofensiva de marca sob o conceito “Comida de Verdade”. A campanha, assinada pela agência BAILA, marca um posicionamento estratégico que busca elevar os diferenciais produtivos da rede — como o preparo na hora e o uso de ingredientes frescos — em um mercado cada vez mais pautado pela ultraprocessamento e pela padronização industrial.

O filme principal de 30 segundos adota uma abordagem pautada pelo humor e pelo contraste tecnológico. A narrativa utiliza girafas geradas por inteligência artificial atuando como chefs de cozinha para criar um contraponto visual com a realidade dos restaurantes: proteínas íntegras, vegetais cortados no dia e o tradicional arroz com feijão brasileiro. A ideia é provocar o espectador a refletir sobre a autenticidade do que chega à mesa, utilizando a estética da IA para valorizar, ironicamente, o que é feito por mãos humanas.

De acordo com Luciana Morais, diretora de marketing e Trade do Giraffas, a campanha traduz a essência da rede de entregar uma experiência que vai além da funcionalidade de saciar a fome, focando no prazer do sabor caseiro em escala de fast-food. Alan Strozenberg, CEO/CCO da BAILA, reforça que a escolha pela inteligência artificial no comercial serve como o “alívio cômico” necessário para destacar o atributo mais sério da marca: a qualidade do produto final.

Além do filme institucional, a estratégia conta com desdobramentos de 15 segundos focados em produtos específicos, destacando a versatilidade do cardápio e a proposta de valor da rede. O plano de mídia é robusto e multiplataforma, com veiculação em TV aberta (Globo, SBT e Record), forte presença em mobiliário urbano (OOH), canais digitais e redes sociais. Para ampliar o awareness, a marca aposta ainda em ativações no ponto de venda (PDV) e no apoio de um squad de influenciadores, garantindo que o posicionamento de “comida de verdade” ecoe em diferentes jornadas de consumo.

Ao unir inovação visual e a defesa da culinária tradicional, o Giraffas reafirma sua liderança no segmento de refeições completas, ocupando um território que une a conveniência da rede com a confiança do preparo artesanal.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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