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Spaten lança collab com Singa Store

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A Spaten, marca de cerveja premium, que desde 2024 atua ativamente no segmento das artes marciais, anuncia o lançamento de uma coleção especial em parceria com a Singa, marca referência no streetwear brasileiro. A colaboração é inspirada no universo do boxe e exalta um ângulo mais profundo e menos conhecido da modalidade: “CHAMPIONS ARE MADE IN SILENCE” – Campeões são formados em silêncio.

A collab celebra a disciplina, o foco e a dedicação silenciosa necessários para a construção de um campeão, valores que Spaten compartilha em sua plataforma de lutas. A parceria conecta a força do boxe com a atitude autêntica do streetwear e traz um olhar sofisticado e contemporâneo para a moda no esporte.

A coleção-cápsula conta com: conjunto de moletom, camisetas em dois modelos, boné e shorts, em edição limitada de peças que estão sendo vendidas exclusivamente no site da Singa. A campanha está conectada ao ringue e conta com o protagonismo dos pugilistas Luiz “Bolinha” Oliveira e Jucielen Romeu, participantes dos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024. Bolinha foi Medalha de Prata no Campeonato Mundial de Boxe (até 60 kg) em 2025 e Ouro no Continental de Boxe (até 57 kg) em Guaiaquil 2022, além de ser neto do ex-pugilista Servílio de Oliveira, primeiro brasileiro a conquistar uma medalha olímpica no boxe em 1968. Já Jucielen foi Medalha de Ouro nos Jogos Pan-Americanos (até 57 kg), em Santiago 2023, e é Tetracampeã Brasileira de Boxe.
“Esta coleção com a Singa nos permite levar a mensagem de força e disciplina, tão presente no boxe, para um novo território: o streetwear. A moda é uma forma poderosa de expressar atitude, e as peças refletem exatamente o que o nosso tagline diz: ‘CHAMPIONS ARE MADE IN SILENCE’. É sobre a garra invisível do treino, o foco e a autenticidade que celebramos tanto em uma cerveja tradicional como Spaten quanto nos esportes de combate”, destaca Cinthia Klumpp, diretora de marketing de Spaten.
A coleção foi concebida criativamente pela Singa, contemplando os valores de sustentabilidade da marca de vestuário. A marca segue práticas agroecológicas, como o cultivo de algodão orgânico no semiárido brasileiro, e tem um compromisso com a redução do impacto ambiental em suas ações e escolhas, buscando simplicidade, atemporalidade, bem-estar e longevidade de suas peças.
“Esta coleção nasce do encontro entre o silêncio contemplativo da Singa e a força de Spaten. Buscamos nas expressões do boxe dos anos 70 e em sua ligação com movimentos contraculturais o recorte estético que nos guiou. O boxe, tão expressivo quanto uma dança, moldou o mood da coleção. Mas esta colaboração vai além: fala sobre algo universal, o momento em que um campeão é realmente forjado, longe dos holofotes, no seu instante mais humano: o treino.”, destaca Lucas Verissimo, fundador e diretor criativo da Singa.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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