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The Led adquire a Retail Media e investirá R$ 200 milhões para liderar o mercado de mídia digital in-store no Brasil

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A The Led, empresa referência em soluções de mídia digital para o varejo brasileiro, anuncia a
aquisição da empresa Retail Media, marca pioneira na transformação do ponto de venda em
canal estratégico de comunicação. Fundada em 2016, foi responsável por introduzir o conceito
de digitalização do PDV com foco em performance e mensuração de resultados. Com a
operação, a The Led consolida sua posição como a maior rede de mídia digital in-store da
América Latina, com 41 redes atendidas, 56 bandeiras, em 2.2 mil lojas instaladas e mais de 8 mil faces digitais.

A integração entre as companhias expande a presença da The Led para mais mil lojas em
todo o país, em redes varejistas de diferentes portes e segmentos. Entre os novos parceiros
estratégicos estão nomes relevantes do setor, como GPA, Hirota, Super Nosso, Andorinha,
D’Avó e Roldão, que se somam ao portfólio já atendido pela empresa.

Com a consolidação operacional e estratégico trazido pela aquisição, a The Led projeta R$ 200
milhões em investimentos até 2028 voltados à expansão da cobertura e ao desenvolvimento de
novos formatos de mídia digital de alta performance. A companhia tem como meta encerrar o
ano de 2025 com 50 redes varejistas, alcançando mais de 3.5 mil pontos de venda ativos e mais
de 15 mil faces digitais instaladas.

“Mais do que ampliar a estrutura física, estamos construindo uma visão de futuro para o setor.
Nosso propósito é consolidar o varejo como protagonista em mídia, performance e dados.
Acreditamos em uma construção escalável, pautada em inteligência, tecnologia e
responsabilidade com o ecossistema varejista”, afirma Richard Albanesi, CEO da The Led.

Com a aquisição, a The Led reforça sua tese de que o ponto de venda físico é, hoje, um dos
canais mais poderosos de comunicação com o consumidor. A presença de mídia digital dentro
das lojas permite capturar a atenção no momento mais decisivo da jornada de compra, unindo
impacto, dados e relevância. “Acreditamos que o PDV é o novo centro de mídia. Com essa fusão, ampliamos nossa escala e nossa inteligência para entregar valor às marcas, aos varejistas e aos consumidores. Estamos dando um passo estratégico na direção de uma nova fronteira de mensuração e performance para o varejo brasileiro”, complementa Albanesi.

A operação visa manter o capital humano e o legado da empresa Retail Media e, com isso, a
equipe será incorporada à estrutura da The Led, fortalecendo o conhecimento técnico e o
relacionamento com os varejistas. Cristiano Tassinari, co-fundador e CEO da empresa adquirida,
agora faz parte do quadro societário da The Led, contribuindo diretamente para o plano de
expansão da empresa e para a consolidação do PDV como plataforma estratégica de mídia.
Já Eduardo Tassinari, outro co-fundador, realizou a venda de sua participação na operação e
passa a se dedicar exclusivamente à divisão de OOH, que será conduzida de forma separada, por meio de uma nova empresa.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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