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Lacta estreia campanha nacional “Isso Pede um Lacta” com Selton Mello

Com uma das maiores ativações de comunicação do ano no segmento de chocolates, Lacta lança oficialmente a campanha “Isso Pede um Lacta”, estrelada por Selton Mello. Com distribuição massiva, presença em TV aberta, streaming, cinema, digital e materiais de ponto de venda, a campanha celebra uma nova fase ao comunicar diversos momentos e situações da vida que pedem um Lacta, posicionando a marca como a escolha ideal para transformar situações rotineiras em experiências de prazer e sabor.
A proposta de “Isso Pede um Lacta” vai além do apelo emocional ou afetivo: a marca convida os consumidores a reconhecer os momentos em que o chocolate se encaixa naturalmente no dia — após o almoço, entre uma cena e outra de uma série, depois de um dia intenso ou até mesmo durante as pausas necessárias da rotina. A campanha aposta na força dos contextos reais de consumo para reforçar os diferenciais do produto: um chocolate cremoso, que derrete lentamente e com um sabor que dura na boca, marcado por uma qualidade reconhecida por gerações.
“Queremos que as pessoas lembrem de Lacta não só quando pensarem em chocolate, mas também nos momentos em que sentirem que dá para deixar aquela situação ainda melhor – seja para uma pausa, um alívio, um agrado, um afeto. Porque quando a vida pede mais leveza ou mais alegria, isso pede um Lacta”, afirma Flavia Arruda, gerente sênior de marketing de Lacta.
Com cronograma previsto até outubro, a campanha se desdobra em três fases complementares, com uma estratégia que mergulha em situações cotidianas que refletem três universos de conexão emocional: as pequenas conquistas que merecem ser celebradas (como enfrentar um dia corrido ou concluir uma tarefa difícil); os desafios da convivência, com suas manias, atritos e reconciliações e o quanto o chocolate pode adoçar e enriquecer as relações diárias; além dos momentos de puro prazer, quando o chocolate aparece como o desfecho natural de uma boa refeição.
“Estamos colocando no ar uma campanha ampla, com grandes nomes e presença em todos os principais canais de contato com o consumidor. Lacta é uma marca que promove a conexão entre as pessoas, e a campanha foi construída para fortalecer esse papel, em situações reais, que fazem parte da cultura e do dia a dia dos consumidores. O consumidor pode – e deve – buscar momentos rotineiros ou especiais que peçam um Lacta, e nós queremos garantir que a marca seja a primeira escolha nesses momentos”, afirma Fábio Melo, diretor decChocolates da Mondelēz Brasil.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








