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5 dicas para manter a equipe motivada no final do ano

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É muito comum as pessoas aproveitarem o mês de dezembro para fazerem um balanço anual e planejarem os próximos 12 meses. Assim acontece também dentro das empresas, e nessa hora é importante agir para manter os colaboradores motivados, já que muitas vezes a tendência é relaxar, o que pode acarr etar na queda de rendimento e no comprometimento das metas.

Não existe época do ano para motivar a equipe, mas dezembro é o momento em que os colaboradores tendem a performar menos. E nessa hora é importante recompensar o time, não apenas com a tradicional cesta de Natal, mas com ações para integrar a equipe e fechar o ano com o ânimo elevado. Isso levará a um melhor desempenho já no próximo trimestre.

Não importa o segmento de atuação da sua empresa, nessa época do ano a tendência é que a tensão esteja mais evidente. Pesquisas recentes indicam que mais de 70% dos trabalhadores brasileiros tendem a ficar mais estressados no final do ano, e a principal causa são as metas a cumprir e os balanços que são feitos pelas empresas para fechar o ciclo.

Por isso, vejam as cinco dicas para contornar esse cenário e ajudar os líderes a manterem o pique dos colaboradores em alta, não somente nessa época do ano

1. Promova ações voltadas para o bem-estar

Crie campanhas internas focadas na saúde laboral e no combate ao estresse. Os resultados são importantes, mas a qualidade de vida dos funcionários precisam ser prioridade também. “Crie condições para que o estresse não tome conta da vida da equipe, seja organizando happy hours, sessões de exercícios de relaxamento no início ou no final do expediente, um dia de beleza para as mulheres ou um dia de massagem para os homens”, sugere Lacava.

“As possibilidades são infinitas para fazer com que os colaboradores se desliguem um pouco da pressão diária por performance e recarreguem as energias para retomar as atividades com mais ânimo e dedicação, além de integrarem toda a equipe”, explica o especialista.

2. Avalie a performance de forma coerent

Um mês do ano pode ter sido mais produtivo que o outro, por diversos fatores, mas as metas alcançadas precisam ser apontadas de forma clara e objetiva, principalmente se as causas dos baixos resultados não forem o desempenho da equipe. “Enfatize isso na hora de apresentar sua avaliação, não se atenha somente aos pontos negativos. Tudo que um gestor mais quer é uma equipe que ainda tenha fôlego para fechar o ano correndo atrás de bons negócios para a empresa”, explica.

3. Reconheça os méritos da equipe

Celebre as conquistas alcançadas pelos colaboradores. Saber reconhecê-las é o que manterá sua equipe motivada, mesmo em meio a pressões e metas a serem batidas. “O ideal é que o reconhecimento seja proporcional ao retorno que aquele resultado proporciona para a empresa. Busque entender o significado do reconhecimento para o desenvolvimento do colaborador, e o recompense por meio de prêmios físicos, bonificações, ou até mesmo um almoço pago pela empresa para comemorar. Pequenos atos de reconhecimento são sempre motivadores”, ensina.

4. Seja um líder democrático

A participação dos integrantes da equipe não é só no momento de conquistar resultados e atingir metas. Mesmo que a atuação deles não esteja atrelada às decisões estratégicas da empresa, é importante que os líderes ouçam o que o time tem a dizer. “Desta forma, cria-se um laço maior de confiança que gera motivação, fazendo com que a equipe se sinta mais à vontade para dialogar quando sentir necessidade, e não somente em m omentos de alta tensão. “As pessoas gostam de se sentir uma peça essencial para o grande quebra-cabeça. Uma vez que começam a pensar na empresa como um todo, conseguem também ajudar na tomada das decisões mais assertivas do negócio, ou daquele departamento”, avalia Lacava.

5. Crie premiações coletivas originais

Lembre-se: seus colaboradores gostam de mimos – ainda mais nessa época do ano. Além do 13º salário, participação de lucros e bonificações, um presente de final de ano da empresa é sempre bem-vindo. O legal nessa hora é inovar, criar ações que fogem da convencional cesta de Natal. Presentear com ingressos de shows, peças de teatro ou exposições pode ser uma opção original e divertida, proporcionando um momento de lazer para o colaborado r com a família ou amigos.

Na festa de confraternização, que também é um evento muito esperado, também é bom buscar originalidade, em um ambiente inusitado que fuja do senso do comum. “Um happy hour em um local rooftop no final da tarde, onde os colaboradores possam apreciar uma vista da cidade, é uma opção diferente e que certamente agradará.

O fundamental para motivar a equipe é que os colaboradores sintam-se próximos de seu líder, sabendo que ele acompanha os processos e reconhece os esforços e os méritos de cada um. Há gestores que não sabem avaliar de forma correta o que está sendo feito por cada um dentro da empresa. Reconhecer sua equipe durante todo o ano faz toda a diferença para mantê-los empenhados em suas tarefas e alinhados aos objetivos da empresa.

Alexandre Lacava: Especialista em vendas, negociação e liderança, atua como palestrante, coach, e autor do livro 7 Passos Para Ser Um Líder de Vendas.

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Viagens corporativas devem crescer em 2022

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*Por Leonardo Bastos 

O Brasil foi um dos países que mais sofreram com a pandemia. Para se ter uma ideia, o índice do IPCA, medido em outubro pelo IBGE, ficou em 1,20% – o pior resultado desde 1995. Com este cenário, os economistas estão prevendo que 2022 será um ano de recessão, ou seja, retração do mercado, e consequentemente isso fará com que as empresas fiquem mais “travadas”, focadas em retenção de custos.

Mesmo com essa previsão para o ano que vem, quase metade dos viajantes corporativos esperam voltar a viajar muito em breve. Desde o início da pandemia de Covid-19, o segmento de viagens corporativas apresentou retração à medida que os eventos foram cancelados e as empresas iniciaram um plano de trabalho home office, e utilização de soluções digitais para realização de reuniões de negócios. Passada a fase mais crítica, o setor apresenta recuperação. Uma pesquisa do Kayak mostra que as viagens corporativas retornarão até o fim deste ano para 23,9% dos entrevistados, enquanto 22,1% acreditam que isso acontecerá no início de 2022. Ao todo, mil brasileiros foram ouvidos durante o estudo.

E pensando nesse momento da economia brasileira, junto com a necessidade das empresas pensarem em viagens corporativas, nada mais correto do que pensar em uma política de viagens. Por permitir criar regras e diretrizes bem estabelecidas em relação a compras de serviços de viagens, é uma ótima estratégia de economia e melhoria de processo. Através dela a empresa conseguirá definir o teto de gasto com diárias de hotéis, ou por exemplo, a antecedência de compra de uma passagem aérea. Grande parte dos custos de viagens estão associados à antecedência de compra e a políticas não controladas, além de ter uma política bem desenhada, é importante ter sistemas que dê aderência a mesma.

Alguns tópicos que devem conter em uma política de viagens são: objetivo da política, quem se destina a política, papéis e responsabilidades, tipos de viagens, canais de compras autorizados, regras de aéreo, regras de hospedagem, regras para locação de veículos, regras para reembolso de despesas de viagens, adiantamentos, prestação de contas e fluxo de aprovação.

Como implementar a política de viagens?

Há algumas estratégias que são utilizadas para facilitar a implementação e aderência a política. Entre elas estão:

  • Alinhar com o RH e implementar um processo para highlight dos principais tópicos da política no onboarding dos funcionários;
  • Implementar um processo regular de comunicação de boas práticas – uma agência pode ajudar os clientes enviando SMS e E-mail para os colaboradores, com os principais pontos da política;
  • Flyer no café ou TV Corporativa;
  • Lista de distribuição no whatsapp;
  • Além disso, ter um sistema de viagens que permita a gestão da política criando alertas ou até mesmo bloqueando caso seja uma política mais restritiva, é 70% do caminho.

A principal vantagem da política é sem dúvidas a economia e a melhoria de processo. Já tivemos um case de economia de 18% só com a implantação de uma política de viagens. Além disso, o fato de você deixar claro para o colaborador desde o princípio o que pode, e o que não pode dentro da política, isso diminui o atrito em um caso, por exemplo, de prestação de contas, onde o colaborador gastou R$ 50,00 para o café, e o permitido era R$ 30,00.  Dificilmente o colaborador irá lembrar de todos os itens da política, por esse motivo para que tenha o benefício da relação empresa e colaborador, é necessário um sistema que faça esse gerenciamento.

Portanto, já é possível entender como a política de viagens corporativas bem aplicada nas empresas, pode ajudar na redução de custo de uma corporação. Além disso, é preciso contar com a ajuda de uma agência que revise constantemente: os acordos comerciais com as companhias aéreas e locadoras de veículos, reestruturação de hotéis e negociação de tarifas, revisão da política de viagens, análise histórica de compra, entender quanto que a empresa deixou de economizar e porquê. Fazendo esses passos, a empresa terá um desdobramento de vários planos de ações que serão realizados em conjunto, tenho certeza, trará economia imediata.

*Leonardo Bastos, é CEO na Kennedy Viagens Corporativas

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Marketing de Experiência é relevante e memorável

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*Por Jorge Nahas

Marketing de Experiência não é uma tendência, mas sim um imperativo para o  século XXI. Na era da tecnologia, da modernidade líquida, precisamos criar momentos concretos, reais,  que se passem longe de uma tela e façam os corações baterem mais rápido. Dentre os preceitos, estão: promover marcas por meio de sensações e de relacionamento; fazer com que elas participem da vida do consumidor de forma integrada, interessante e emocionante; criar novos hábitos de consumo; investir onde seu público-alvo gasta seu tempo de lazer; proporcionar experiências emocionantes e divertidas ligadas ao DNA da empresa, produto ou serviço e permitir que as pessoas expressem seus valores através do consumo. Essa prática vem marcando presença com força no mercado corporativo, mostrando-se um elemento altamente eficaz para demonstrar reconhecimento pelos colaboradores ou fortalecer relacionamentos com clientes. Muito melhor do que presenteá-los com artigos comuns, que podem ser encontrados em qualquer loja, é oferecer-lhes uma experiência única, customizada conforme seus interesses.

A missão é quebrar a rotina e proporcionar momentos diferenciados como: sentir novas sensações, tocar os céus em um maravilhoso voo de balão, mergulhar em uma praia paradisíaca, explorar a natureza, desafiar a velocidade, ou simplesmente passar um  dia em um dos spas mais luxuosos do país.

A CLT hoje abre um cenário bastante favorável ao Marketing de Experiências, pois permite que empresas premiem livremente seus colaboradores sem incidência de reflexos trabalhistas, da contribuição previdenciária e do FGTS, o que traz impactos bastante positivos. O maior deles é a transformação cultural das empresas, que podem investir mais em incentivos, premiações e bonificações, como as experiências.

Isso favorece o estabelecimento de um sistema meritocrático mais justo e favorável, pois a premiação será paga caso o funcionário entregue resultados e cumpra as metas estabelecidas. Assim, há uma relação ganha-ganha, em que ambos os lados, empresas e colaboradores, se esforçam mais para surpreender e sair da zona de conforto.

Lembramos que uma boa experiência se torna um momento inesquecível e pode transformar a vida. Um produto, não. Quando um colaborador é presenteado com uma viagem de curta duração, por exemplo, tem a chance de sair da rotina, conhecer um lugar novo, experimentar novos sabores.

 Associando sua marca a momentos de prazer, alegria e renovação, a empresa consegue transmitir seus valores e engajar ainda mais seus colaboradores, que contam com uma razão adicional para realizar um bom trabalho, ou até mesmo encantar sua base de clientes, alimentando um relacionamento próximo e duradouro. Isso gera um valor imensurável, infinitamente maior do que o investido para proporcionar a vivência em questão. Por isso, afirmo sem pestanejar: O Marketing de Experiências é a tendência do momento!

*Jorge Nahas é CEO da empresa O Melhor da Vida.

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