Conecte-se com a LIVE MARKETING

Universo Live

Youpper faz seu lançamento oficial no mercado com livro, roadshow e estudo inédito

Publicado

em

Empresa de Consumer & Media Insights é especializada na descoberta e análise de práticas ou hábitos comportamentais que podem ser revertidos em práticas de consumo

 

A Youpper Consumer & Media Insights, consultoria transdisciplinar de comunicação que atua desde julho do ano passado em caráter de soft opening, lança oficialmente a sua operação no mercado brasileiro com uma série de novidades. A empresa dá início em maio a um roadshow que vai passar por diversas cidades do País, em que trata o tema de como conectar marcas e pessoas na cartografia das redes. Lança também o livro “Construindo Laços Fortes de Consumo”, que correlaciona as teorias das redes ao marketing digital, discutindo como marcas devem atuar para comunicar-se com seus targets de maneira eficiente, além de apresentar uma pesquisa inédita no Brasil sobre mães e mídias sociais.

Criada por Diego Oliveira, que atuou durante 15 anos na Ipsos, e Marcelo Santos, especialista em semiótica, a Youpper é expert na descoberta e análise de práticas ou hábitos comportamentais que podem ser revertidos em práticas de consumo, melhorando a performance de um produto ou serviço para seus consumidores ou clientes, proporcionando, com isso, um significativo aumento de vendas para as marcas.

A Youpper trabalha em três frentes. Uma delas engloba pesquisa e planejamento como inteligência de mercado, desenhando propostas quantitativas e qualitativas com o desenvolvimento de metodologias proprietárias embasadas em estudos acadêmicos e mercadológicos. Esses estudos proporcionam análises complexas que geram informações estratégicas para planejamentos de marketing e de mídia, com entregas personalizadas. O braço de produção de conteúdo e experiências elabora propostas específicas ou integradas para e-commerce, marketing (para varejo, live ou digital), além de idealizar, produzir e/ou executar eventos. Por fim, também fornece suporte técnico e intelectual para a aceleração de ideias, como a criação de aplicativos, robôs etc.

“Nos meses em que operamos em soft opening, focamos nossas energias em desenvolver metodologias e testar hipóteses. Hoje temos nossa sistemática e ferramentas Youpper para realizar estudos que evidenciem o entendimento do comportamento do consumidor em suas múltiplas ambivalências e trânsitos online e offline, que caracterizam a jornada de consumo contemporânea”, afirma Diego. Nesse período a Youpper entregou estudos ligados ao perfil do consumidor em ambiente digital, estudos envolvendo temas como esportes, mulheres, social TV, vínculo e envolvimento com marcas de mídia, reposicionamento de marcas de veículos do trade, além de trabalhos voltados para a área de e-commerce, envolvendo a presença de influenciadores.

“Nós cuidamos de sua marca junto com nossos clientes, entendendo seus consumidores”, completa Marcelo. Os sócios contam que cada projeto que desenvolvem é único, exclusivo. “Escolhemos atender poucos clientes e realizar as melhores entregas do mercado”, finaliza.

Livro, Roadshow e pesquisa inédita
Com lançamento previsto para o segundo semestre deste ano, o livro “Construindo Laços Fortes de Consumo”, de autoria de Diego Oliveira, Marcelo Santos e outros profissionais do mercado, correlaciona as teorias das redes ao marketing digital, discutindo como marcas devem atuar para comunicar-se com seus targets de maneira eficiente.
“Há uma explicação sobre a ruptura engendrada pela WEB 2.0, que convoca as marcas a se personificarem e dialogarem com o consumidor em plataformas como Facebook e Twitter, sobretudo após o Facebook instituir o Open Graph, responsável por reindexar a rede a partir dos laços sociais construídos/valorados pela qualidade e quantidade de conexões entre os muitos atores humanos (como consumidores, influenciadores, marcas etc) e algoritmos, assim como ‘internet das coisas’ ”, explica Diego.

A obra conclui que as marcas precisam aprender a construir laços fortes on e offline, e que isso só é alcançado através da assunção de uma postura horizontalizada de contato com o consumidor nas redes, postura atrelada a laços fortes que usualmente são dialógicos, distantes das interações reativas (como curtir algo na rede ou compartilhar um link).

A Youpper desenvolveu pesquisa inédita no mercado brasileiro envolvendo mães e social media, que entre outras conclusões apontou que o universo maternal contemporâneo revela a proporção da influência das mães no nível de produtos consumidos pelas novas gerações, não restringindo em produtos para filhos e do lar. Elas também são forte influenciadoras nos produtos considerados “masculinos”. A pesquisa ainda evidenciou que as mães modernas, além de altamente influentes nos seus núcleos familiares, são igualmente alcançadas por uma nova geração de mães: as mães blogueiras e youtubers. Os resultados completos desse estudo serão apresentados nos próximos dias, inicialmente à equipe do microblog, mas, posteriormente, para todo o mercado brasileiro.

Já o roadshow, dirigido aos profissionais de agências, anunciantes, entidades e veículos de diversos mercados, começará por São Paulo e passará por algumas das principais cidades brasileiras. Nessa jornada, será apresentado um estudo sobre pontos de contato com um debate envolvendo alguns nomes do mercado.

Continue lendo

Universo Live

Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

Publicado

em

Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

Continue lendo

Universo Live

Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

Publicado

em

A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

Continue lendo