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Xbox lança novas cores de controles sem fio no Brasil

Modelos Shock Blue, Pulse Red e Electric Volt combinam cores vibrantes e design que dão mais escolhas para os jogadores demonstrarem o seu estilo
Nesta última quinta-feira (12), o Xbox Brasil anunciou a chegada de três modelos diferentes de seus Controles sem fio no país. Os modelos Shock Blue, Pulse Red e Electric Volt chegam para atender à alta demanda de jogadores, que querem aproveitar os games com estilo. A princípio, as novas cores do Controles sem fio Xbox podem ser encontrados nos principais varejistas por $599,00, preço sugerido.
Recursos do controle Xbox
A nova geração de controle garante o emparelhamento simultâneo com seu consoles Xbox, PC com Windows 10 e smartphones com os sistemas Android e iOS. Eles possuem superfícies esculpidas e geometria refinada para melhorar o conforto durante os jogos, além de gatilhos texturizados e botões direcionais híbridos. Eles também dispõem do botão Compartilhar, que é ideal para quem gosta de dividir seus momentos mais radicais – ou engraçados – com os amigos.
“Estamos muito felizes em poder a expansão do portfólio de acessórios Xbox no Brasil. Começamos com o controle adaptável, o controle com fio (pensando nos jogadores de PC), o headset sem fio e, agora, mais opções de cores para os fãs brasileiros demonstrarem o seu estilo”, disse Bruno Motta, gerente sênior de Xbox no Brasil.
Conheça os modelos:
Shock Blue
Este modelo traz uma tonalidade completamente nova para os controles Xbox. O case superior é totalmente revestido pela azul e acentuado pelo D-pad híbrido preto e botões ABXY. A parte inferior, porém, é na cor branca e deixa o visual mais atraente e suave.

Pulse Red
Com um case vermelho vivo e fundo branco nítido, o controle Pulse Red traz a mesma energia do Shock Blue. Gatilhos pretos foscos, amortecedores e D-pad híbrido mantêm seus dedos no lugar, enquanto os gatilhos texturizados vão manter você no alvo.

Electric Volt
Inspirado por uma energia vibrante, o controle Electric Volt traz uma opção de cor extremamente viva – e que também nunca foi vista em um hardware da linha Xbox. O case amarelo contrasta muito bem com o D-pad híbrido preto fosco enquanto o case traseiro branco adiciona ainda mais dimensão ao seu design inovador.

Lembrando, que o modelo Eletric Volt foi lançado inicialmente no final de março, mas somente nos Estados Unidos. Juntamente com ele, foi lançada a versão Daystrike Camo Special Edition, as duas foram anunciadas que chegariam ao Brasil em breve. Contudo, a única versão lançada foi a Eletric Volt, até o momento a Microsoft não deu mais detalhes sobre o lançamento do controle Daystrike Camo Special Edition no país.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.
A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.
“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.
Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.
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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.
As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.
Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.
De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.
Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.
Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.









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