Conecte-se com a LIVE MARKETING

Artigos

Thaís Lima – Janeiro Branco: 5 dicas práticas e realistas para manter uma vida profissional e pessoal equilibrada

Publicado

em

Com as exigências profissionais e da vida começando cada vez mais cedo, está ficando comum os profissionais receberem o diagnóstico de depressão, burnout e síndrome do pânico antes mesmo de chegarem aos  40. Por isso para aproveitar o Janeiro Branco, mês de conscientização da saúde mental e da felicidade, como uma pessoa que já viveu no segundo ambiente mais estressante para se trabalhar e já foi diagnosticada com todas as decisões citadas acima, quero deixar aqui 5 dicas práticas e realistas sobre como manter essas esferas da vida equilibradas.

Dica 01: Se questione por volta de 18h/19h, se eu for embora agora e não terminar este trabalho hoje alguém será seriamente prejudicado? (ou como eu gostava de falar: “alguém vai morrer”?). Se a resposta for não, levante e vá embora.

Dica 02: Não assista telejornais, noticiários ou afins logo que acordar. Estudos comprovam que 5 min de notícias ruins logo pela manhã tem o potencial de “estragar” o restante do seu dia, pois trarão mais estresse e preocupações.

Dica 03: Tenha um local para descarregar todos os seus pensamentos e ideias. Ficar tentando lembrar mentalmente de tudo que pensamos ou lembramos faz com que o nosso corpo e o nosso cérebro estejam em estado de atenção e alerta o tempo todo e não permite o completo relaxamento.

Dica 04: Durante o horário de trabalho faça pausas breves e se lembre de respirar profundamente, com consciência. Um minutinho! Pode ser na pausa para ir ao banheiro. Se puder fechar os olhos enquanto estiver fazendo essa respiração mais profunda melhor ainda isso ajudará a descansar o cérebro.

Dica 05: Tente caminhar um pouco ao ar livre. Pode ser entre o estacionamento e o escritório. Na hora do almoço ou quando for buscar um cafezinho no meio da tarde. O ato de caminhar em ambiente aberto e arejado ajuda.

Agora, como implementar isso no seu dia a dia sendo que simplesmente não dá para reduzir o ritmo agora? Acorde e se espreguiça na cama. Fique um minutinho ali se esticando com os olhos ainda fechados.

Enquanto se arruma para o trabalho ligue uma música gostosa. Pode ser algo mais suave por agora, algo que te conecte com bons sentimentos (Existem várias playlists prontas, é só pesquisar!). No trajeto para o seu trabalho mude essa playlist para algo mais animado…algo que te energize e traga animação para o dia que está por vir.

Quando entrar no seu trabalho comece a agradecer por todas as coisas boas que este local vem te trazendo ao longo do tempo. Agradeça pelo vale refeição, pelo plano de saúde, pelas pessoas que conheceu, por cada salário que recebeu e assim por diante. Antes de ligar o seu computador faça uma respiração profunda e diga mentalmente a sua intenção para o dia. Uma intenção positiva! Escolha um dia na semana para sair do trabalho e fazer algo que goste. Pode ser uma massagem, jogar vídeo game, ler um livro que não seja técnico…qualquer coisa que faça sentido para você.

E por fim, escolha 3 pessoas que você gosta e confia para conversar, para trocar um pouco sobre os seus sentimentos, suas emoções. Não quer conversar com ninguém? Escreva. Busque processar as informações de tudo que você vem vivendo. Ter clareza e consciência é o primeiro passo para começar a mudar essa situação.

 Thaís Lima também é detendora do canal no YouTube Sucesso com M que busca empoderar mulheres no mundo inteiro

Continue lendo
Clique para comentar

You must be logged in to post a comment Login

Deixe uma resposta

Artigos

Silmara Reis Salles – Os caminhos acertados das ações de Mobile Marketing

Publicado

em

Por Silmara Reis Salles – Head of Sales Brasil dá Logan 

Assim como ocorreu com praticamente tudo, também o Mobile Marketing, que por definição é o conjunto de ações capazes de impactar os usuários em dispositivos móveis, foi afetado pela Covid-19, mas, neste caso, houve um crescimento do setor, afinal, devido as restrições, as pessoas que já utilizavam o celular, não somente como um meio de comunicação, mas como uma ferramenta de entretenimento e compras, passaram a ter o aparelho como centro de tudo.

Essa transição fez com que o consumo de horas atrás da telinha aumentasse em 20% ao ano, uma média diária de mais quatro horas no celular, conforme dados da App Anie. A rotina mudou, as aulas presenciais passaram a ser EAD, a ida ao restaurante virou pedido por APPs, as academias passaram a oferecer videoaulas na sala de casa e as reuniões presenciais de trabalho tornaram-se calls, tudo isso tendo o celular, como grande ferramenta.

O novo cenário impôs alguns ajustes nas estratégias de Mobile Marketing. As Campanhas de Geolocalização, por exemplo, onde o foco é chamar o consumidor para um ponto de venda e em seguida medir o número de visitas, somaram-se a esse kpi outros como ter o direcionamento para uma loja online na base do histórico de geo behaviour, ou para um canal de atendimento da marca, por meio de novos formatos de engajamento via APP de mensagens, o que vem chamado de Social Commerce.

Com tecnologias inovadoras é possível obter dados a partir de uma ferramenta de clusterização que divide a população em vários grupos. Isso nos permite criar uma audiência real, de mais de 165MM de devices no Brasil, onde podemos segmentar conforme o target da campanha pelo Device ID do aparelho em algumas categorias: App Behaviour, Geo Behaviour, interesses, idade, gênero, classe social, marca de aparelho e conexão.

O bom é que a tecnologia mobile por ser adotada em todos os segmentos empresariais, desde que, claro, não sejam ignorados alguns pontos importantes. Uma boa ação de Mobile Marketing tem que ter bem definidos os principais KPIs – Key Performance Indicator – de cada campanha, para podermos trabalhar os targets de forma mais precisa, visando a experiência do usuário com a marca da melhor maneira, fazendo com que ao final da ação esse usuário esteja engajado com a marca e traga mais resultado à campanha.

Há também alguns pontos de atenção que não podem ser ignorados e, ainda que pareçam óbvios, por vezes, não são considerados:

•Delimitar a frequência de entrega, envios constantes sem novas atrações podem ser tornar invasivos ou uma publicidade spam;

•Entregar conteúdo relevante para o usuário, criando experiências únicas;

•Respeitar a privacidade do usuário, considerando a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais;

•Buscar empresas que tenham auditoria de reportes

É certo que as ações de customer experience se auto reforçam pelos resultados que trazem, porém as companhias precisam treinar seus funcionários para que eles possam fornecer as experiências desejadas com consistência. Além disso, já devemos pensar sobre a infraestrutura da comunicação, principal driver de desenvolvimento e crescimento ao longo dos anos, com ênfase nas novas tecnologias, como a chegada da 5G, uma banda larga mais potente, para que haja uma interconexão entre fábricas e consumidores e seja possível armazenar, processar e comunicar uma quantidade elevada de dados.

Continue lendo

Artigos

Ricardo Dias – O setor de eventos e sua relevância para a economia nacional

Publicado

em

A Associação Brasileira de Eventos dá sequência a um trabalho, cujo propósito é tornar o setor de eventos cada vez mais estruturado, profissional, forte e ético.

Quando o setor de eventos irá retomar as atividades presenciais?

A resposta é que ainda não chegou o momento de trabalharmos com capacidade de público típica dos eventos. Como presidente da Associação Brasileira de Eventos – Abrafesta, sempre reforço a importância da conscientização por parte da população e a adoção das medidas de segurança pela preservação da saúde. Devemos seguir cumprindo o nosso papel, pois quanto antes conseguirmos controlar a contaminação por coronavírus, antes retomaremos as nossas atividades. Pedimos reflexão e entendimento neste momento.

Aproveito para fazer um balanço do trabalho da Abrafesta diante de um cenário que, de fato, ainda é delicado.

Em 2020, a Abrafesta também apoiou ações com intuito de dar voz e ajuda ao setor, como por exemplo: a Passeata com Cases, um movimento que evidenciou o importante papel da categoria, reunindo mais de 1.500 profissionais da área técnica de eventos; o movimento ComerAmorAção que arrecadou cestas básicas para ajudar os mais vulneráveis do mercado; entre outros.

Não temos medido esforços para orientar os associados, profissionais e empresários do setor sobre rumos, possibilidades e negociações; como lidar com cancelamentos ou adiamentos de eventos neste cenário desolador. A Abrafesta segue exercendo seu papel associativo e cooperativo, abrindo novas regionais em estados, como RJ, MG, RS, RN, AC, DF, CE e MT, ajudando a reformular processos, apontar caminhos e soluções para o setor em todo o território nacional. O cancelamento ou adiamento de eventos interrompeu uma cadeia de, no mínimo, 50 segmentos. Estamos falando de um setor que gerava a média de 8 milhões de postos de trabalho antes da pandemia.

Houve ainda avanços junto ao poder público, como a participação da criação dos protocolos de retomada, pleitos às prefeituras de diferentes cidades em todo o país, como também diálogo junto aos Estados e Governo Federal com frente para retomada, créditos e subsídios. Em 3 de maio, o Presidente da República finalmente sancionou o PERSE (PL 5.638/2020), porém a aprovação não ocorreu na íntegra e passou por alguns vetos que, segundo Carlos da Costa, secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, foram necessários porque o Governo Federal não conseguiu estabelecer como se daria a compensação tributária, conforme exige a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Aguardaremos uma reunião em breve onde serão discutidas soluções para os pontos vetados.

Vale ressaltar que o setor de eventos movimentava anualmente R$ 250 bilhões em eventos corporativos e R$ 17 bilhões em eventos sociais antes da pandemia. Hoje, passados mais de 300 dias desde o início da pandemia, o setor apresenta o seguinte panorama: só 8% dos eventos estão operando; 32% mudaram o modelo do negócio; 60% pararam completamente; Grande parte dos profissionais do setor migraram para outros serviços e/ou profissão e há queda de faturamento de 98% do setor em território nacional.

Mesmo diante de dados nada otimistas, a criatividade dos profissionais do setor tem sido admirável, com novos formatos, como os eventos híbridos, festas em casa e festas online, por exemplo. Mas isso ainda é insuficiente! Chamo sempre a atenção do poder público para com o setor de eventos, pois, infelizmente, seus profissionais estão entre os 30 milhões de desocupados e trabalhadores de baixa renda no Brasil.

Somos inovadores, trabalhadores e merecemos ver o setor de eventos voltar a brilhar.

Ricardo Dias – Presidente da Associação Brasileira de Eventos  (Abrafesta)

Continue lendo