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“Fazer marketing não é receita de bolo”, afirma especialista da maior rede de fast food do Brasil

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Jorge Lima é sócio da Relp! Aceleradora de Restaurantes e atende Gendai, China in Box e outras franquias do ramo

Entender a alma do negócio é um dos passos primordiais para trilhar o caminho bem sucedido no mundo do comércio. A possibilidade de mensurar e perceber os movimentos do varejo são essenciais para alavancar qualquer empresa.

Atentos a necessidade dos clientes o cenário atual vem cada vez mais se aprimorando no que diz respeito a análise de mercado para garantir o sucesso.

“Fazer marketing não é receita de bolo, qualquer planejamento de comunicação deve ser executado de maneira estratégica, sempre respeitando o enfoque de cada segmento para gerar bons frutos”, explica Jorge Lima, publicitário e especialista em Gestão Empresarial.

Ainda, pensando nisso, Lima reuniu informações valiosas para quem busca alçar voos maiores e manter a casa cheia, ou melhor, o restaurante cheio. O publicitário também é sócio das empresas: Relp! Aceleradora de Restaurantes que atende as marcas China in Box e Gendai, além disso,  já esteve à frente de outras corporações como: Delivery Mall, Ow Brownie e Burburim Digital & Guerrilha, onde contribui com foco principal nas áreas de estratégia, marketing e gestão.

Veja abaixo, as dicas pontuais e relevantes para o marketing de restaurantes:

1 Posicione sua marca
É fundamental você ter um posicionamento claro, definir bem o seu conceito, criar uma identidade que faça você não ser mais um na multidão e construir uma  marca sólida com valor de mercado.

2 Planejamento
Você precisa saber onde quer chegar para ficar mais claro o que precisa ser feito para que o alvo seja alcançado. Nesse processo, você vai analisar: Como fazer isso? Com quem? Quanto vai custar? Qual retorno será obtido?

3 Estabeleça orçamento
Dessa forma, você poderá provisionar suas ações e não ser pego de surpresa ou até mesmo menosprezar ações importantes que acabam não se tornando prioridades porque não tem verba destinada.

4 Selecione fornecedores com know how
O barato pode sair muito caro. Entender e saber explorar ferramentas de marketing exige capacidade técnica. Abra os olhos, peça indicação, avalie os resultados e não somente a estética, procure pessoas que tenham sinergia com seu negócio.

5 Crie métricas e acompanhe
Estabelecer indicadores, metas e acompanhá-las é a forma mais saudável e menos desgastante de se trabalhar em equipe. Números não tem emoção!

“Vale lembrar que, entender da operação de restaurante, ficha técnica, produção, cmv, controle de estoque etc são características indispensáveis para o profissional que cuida do marketing de restaurante. Sair do holofote e colocar a touquinha na cabeça. Ter uma visão de negócios é o fundamental, o resto qualquer profissional de marketing pode fazer”, finaliza Lima.

Tendo todos esses pontos estabelecidos e executados de maneira consciente, o empreendimento e, principalmente os clientes só tem a ganhar.

Porém, é preciso muito mais que uma ótima estratégia de marketing para alavancar seu restaurante. Operações, finanças, delivery e planejamento são partes que se completam e, a partir delas, é possível saber como está o desempenho do seu  negócio.

A Relp! Aceleradora desenvolveu uma ferramenta para que você descubra como anda o desempenho em apenas 6 minutos, acesse:  https://relpaceleradora.com/prediagnostico/

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Silmara Reis Salles – Os caminhos acertados das ações de Mobile Marketing

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Por Silmara Reis Salles – Head of Sales Brasil dá Logan 

Assim como ocorreu com praticamente tudo, também o Mobile Marketing, que por definição é o conjunto de ações capazes de impactar os usuários em dispositivos móveis, foi afetado pela Covid-19, mas, neste caso, houve um crescimento do setor, afinal, devido as restrições, as pessoas que já utilizavam o celular, não somente como um meio de comunicação, mas como uma ferramenta de entretenimento e compras, passaram a ter o aparelho como centro de tudo.

Essa transição fez com que o consumo de horas atrás da telinha aumentasse em 20% ao ano, uma média diária de mais quatro horas no celular, conforme dados da App Anie. A rotina mudou, as aulas presenciais passaram a ser EAD, a ida ao restaurante virou pedido por APPs, as academias passaram a oferecer videoaulas na sala de casa e as reuniões presenciais de trabalho tornaram-se calls, tudo isso tendo o celular, como grande ferramenta.

O novo cenário impôs alguns ajustes nas estratégias de Mobile Marketing. As Campanhas de Geolocalização, por exemplo, onde o foco é chamar o consumidor para um ponto de venda e em seguida medir o número de visitas, somaram-se a esse kpi outros como ter o direcionamento para uma loja online na base do histórico de geo behaviour, ou para um canal de atendimento da marca, por meio de novos formatos de engajamento via APP de mensagens, o que vem chamado de Social Commerce.

Com tecnologias inovadoras é possível obter dados a partir de uma ferramenta de clusterização que divide a população em vários grupos. Isso nos permite criar uma audiência real, de mais de 165MM de devices no Brasil, onde podemos segmentar conforme o target da campanha pelo Device ID do aparelho em algumas categorias: App Behaviour, Geo Behaviour, interesses, idade, gênero, classe social, marca de aparelho e conexão.

O bom é que a tecnologia mobile por ser adotada em todos os segmentos empresariais, desde que, claro, não sejam ignorados alguns pontos importantes. Uma boa ação de Mobile Marketing tem que ter bem definidos os principais KPIs – Key Performance Indicator – de cada campanha, para podermos trabalhar os targets de forma mais precisa, visando a experiência do usuário com a marca da melhor maneira, fazendo com que ao final da ação esse usuário esteja engajado com a marca e traga mais resultado à campanha.

Há também alguns pontos de atenção que não podem ser ignorados e, ainda que pareçam óbvios, por vezes, não são considerados:

•Delimitar a frequência de entrega, envios constantes sem novas atrações podem ser tornar invasivos ou uma publicidade spam;

•Entregar conteúdo relevante para o usuário, criando experiências únicas;

•Respeitar a privacidade do usuário, considerando a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais;

•Buscar empresas que tenham auditoria de reportes

É certo que as ações de customer experience se auto reforçam pelos resultados que trazem, porém as companhias precisam treinar seus funcionários para que eles possam fornecer as experiências desejadas com consistência. Além disso, já devemos pensar sobre a infraestrutura da comunicação, principal driver de desenvolvimento e crescimento ao longo dos anos, com ênfase nas novas tecnologias, como a chegada da 5G, uma banda larga mais potente, para que haja uma interconexão entre fábricas e consumidores e seja possível armazenar, processar e comunicar uma quantidade elevada de dados.

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Ricardo Dias – O setor de eventos e sua relevância para a economia nacional

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A Associação Brasileira de Eventos dá sequência a um trabalho, cujo propósito é tornar o setor de eventos cada vez mais estruturado, profissional, forte e ético.

Quando o setor de eventos irá retomar as atividades presenciais?

A resposta é que ainda não chegou o momento de trabalharmos com capacidade de público típica dos eventos. Como presidente da Associação Brasileira de Eventos – Abrafesta, sempre reforço a importância da conscientização por parte da população e a adoção das medidas de segurança pela preservação da saúde. Devemos seguir cumprindo o nosso papel, pois quanto antes conseguirmos controlar a contaminação por coronavírus, antes retomaremos as nossas atividades. Pedimos reflexão e entendimento neste momento.

Aproveito para fazer um balanço do trabalho da Abrafesta diante de um cenário que, de fato, ainda é delicado.

Em 2020, a Abrafesta também apoiou ações com intuito de dar voz e ajuda ao setor, como por exemplo: a Passeata com Cases, um movimento que evidenciou o importante papel da categoria, reunindo mais de 1.500 profissionais da área técnica de eventos; o movimento ComerAmorAção que arrecadou cestas básicas para ajudar os mais vulneráveis do mercado; entre outros.

Não temos medido esforços para orientar os associados, profissionais e empresários do setor sobre rumos, possibilidades e negociações; como lidar com cancelamentos ou adiamentos de eventos neste cenário desolador. A Abrafesta segue exercendo seu papel associativo e cooperativo, abrindo novas regionais em estados, como RJ, MG, RS, RN, AC, DF, CE e MT, ajudando a reformular processos, apontar caminhos e soluções para o setor em todo o território nacional. O cancelamento ou adiamento de eventos interrompeu uma cadeia de, no mínimo, 50 segmentos. Estamos falando de um setor que gerava a média de 8 milhões de postos de trabalho antes da pandemia.

Houve ainda avanços junto ao poder público, como a participação da criação dos protocolos de retomada, pleitos às prefeituras de diferentes cidades em todo o país, como também diálogo junto aos Estados e Governo Federal com frente para retomada, créditos e subsídios. Em 3 de maio, o Presidente da República finalmente sancionou o PERSE (PL 5.638/2020), porém a aprovação não ocorreu na íntegra e passou por alguns vetos que, segundo Carlos da Costa, secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, foram necessários porque o Governo Federal não conseguiu estabelecer como se daria a compensação tributária, conforme exige a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Aguardaremos uma reunião em breve onde serão discutidas soluções para os pontos vetados.

Vale ressaltar que o setor de eventos movimentava anualmente R$ 250 bilhões em eventos corporativos e R$ 17 bilhões em eventos sociais antes da pandemia. Hoje, passados mais de 300 dias desde o início da pandemia, o setor apresenta o seguinte panorama: só 8% dos eventos estão operando; 32% mudaram o modelo do negócio; 60% pararam completamente; Grande parte dos profissionais do setor migraram para outros serviços e/ou profissão e há queda de faturamento de 98% do setor em território nacional.

Mesmo diante de dados nada otimistas, a criatividade dos profissionais do setor tem sido admirável, com novos formatos, como os eventos híbridos, festas em casa e festas online, por exemplo. Mas isso ainda é insuficiente! Chamo sempre a atenção do poder público para com o setor de eventos, pois, infelizmente, seus profissionais estão entre os 30 milhões de desocupados e trabalhadores de baixa renda no Brasil.

Somos inovadores, trabalhadores e merecemos ver o setor de eventos voltar a brilhar.

Ricardo Dias – Presidente da Associação Brasileira de Eventos  (Abrafesta)

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