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Criadora do happy hour e de muitos rituais do casual dining, a rede americana aposta no Brasil em 2017 sob o comando do Grupo Bar

‘A sexta-feira só precisava ter uma hora a menos de trabalho para ganhar uma hora a mais de comemoração’. Esse foi o pensamento que estimulou Alan Stillman a abrir em Nova York, em 1965, o que chamava de um ‘bar de solteiros’. Era o início do TGI Fridays e do termo happy hour. À época, o americano não imaginava que estava para realizar um verdadeiro marco, criando o primeiro espaço mundial de ‘casual dining’, rodeado de muitos rituais que inspirariam milhares de pessoas nos anos e décadas seguintes.

O Fridays nasceu como um bar de energia contagiante, em que as pessoas podiam beber ótimos drinks – preparados em meio aos ‘bartenders flairs’ – enquanto comiam petiscos e ribs altamente qualificados, com atendimento literalmente diferente. Enquanto os clientes olhavam o cardápio, o garçom ajoelhava-se para manter seu olhar à altura dos demais à mesa, conhecido por aqui como ‘olho no olho’. “Um dos princípios do Fridays é oferecer igualdade e democracia. Não importa se você está trabalhando ou à lazer, todos que estão em seu espaço devem se divertir e trocar experiências”, conta Claudio Loureiro Nunes, um dos sócios do Grupo Bar, que acaba de anunciar-se como responsável pela marca no país a partir de 2017. No inicio do ano, o grupo brasileiro, também dono do Brexó Bar e Cozinha, Gràcia Bar, Sarau SP e do novíssimo Biri Nait, abre a loja Fridays no Itaim, na Av Cidade Jardim, 56. A marca chega primeiro a São Paulo, no inicio de janeiro, em soft opening, para posteriormente ser replicada em outros pontos da capital, bem como do país. “Nosso plano é de 50 lojas em 10 anos, sendo nos três primeiros apenas três lojas para testar mercado em São Paulo.“, conta Rafael Limonta, sócio de Cláudio nesse desafio, tanto para o Grupo Bar, quanto para o próprio Fridays. “Estamos animados e ansiosos para reintroduzir o Brasil na experiência TGI Fridays”, diz Silvia Flores, gerente de marketing do TGI Fridays Internacional. “Temos um grande parceiro de franquia que vai nos ajudar a levar a energia e a diversão típicas do Fridays à vida de nossos clientes.”, se referindo à vibração que tanto identifica a marca. Os momentos dos parabéns cantados em alto e bom som? Sim, nasceram com a marca americana.

Ao longo do tempo, o Fridays realizou muitas outras criações, tornando-o conhecido por simbologias únicas. É o caso do prestígio aos funcionários. Da década de 60 até hoje, cada colaborador vai ganhando ao longo do tempo pins, que são diferentes tipos de broches – mais de 200 categorias – com suas devidas relevâncias e significados de reconhecimento, tendo se tornado um verdadeiro objeto colecionável e para ser exibido orgulhosamente nos uniformes. Com tudo isso, entre outros detalhes, Alan ganhou notoriedade, muitos fãs e gente querendo fazer o mesmo em suas cidades e países. Em 1985 então, abriu a primeira loja internacional, na Inglaterra, e dez anos depois, em 1995, eram 23 os países em todo o mundo que ofereciam Fridays. Hoje, são mais de 500 lojas americanas e 400 internacionais, distribuídas em 60 países. A do Brasil, em 2017, vem completar novamente esse mapa da marca.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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