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Temporada de Férias: curso intensivo de Storytelling, Branded content e Transmídia na Faculdade ESPM

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Em janeiro, uma oportunidade de aperfeiçoamento profissional nas férias estará à disposição de comunicadores, empresários e publicitários no Brasil. A 18ª edição do curso intensivo “Inovação em Storytelling: do Branded Content à Transmídia” é uma chance de qualificar profissionais da área em um cenário de mudanças midiáticas e tecnológicas.

O curso é oferecido pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) em São Paulo-SP, e comandado pelos especialistas Fernando Palacios e Martha Terenzzo .O transmídia é cada vez mais importante para a produção e divulgação de conteúdo. A quantidade de tecnologias disponíveis para o acesso torna essa técnica indispensável. Ainda mais com o avanço da sociedade da informação.

Através das diversas plataformas, ou meios, a mensagem pode chegar com maior qualidade ao público e garantir o alcance necessário.No entanto, a forma como essas mensagens são transmitidas é essencial. A quantidade de meios aumenta também a dispersão e o desafio torna-se conseguir prender a atenção das pessoas.

Para isso, o storytelling traz o que é necessário. O treinamento nesse campo se une às diversas tecnologias na ampliação do público e na criação de maior familiaridade com o tema. Por exemplo, uma campanha pode ser melhor compreendida por alguém acostumado com as redes sociais tanto no acesso via celular, quanto no acesso via computador. As diversas plataformas de redes sociais como SnapChat, Twitter e Facebook, podem, cada uma à sua maneira, chegar ao público final com qualidades específicas garantindo a eficiência da ação.

Os especialistas acabaram de lançar o primeiro “ Guia Completo de Storytelling” no Brasil, Em dez capítulos, os especialistas mostram conceitos, técnicas e cases dostorytelling. Também é apresentada base teórica distribuída em temas que mostram como os exemplos se aplicam ao dia a dia e às marcas. Os profissionais lembram que, embora as pessoas estejam acostumadas a contar e ouvir histórias, sendo atividade diária, não existe fontes sólidas sobre o assunto no Brasil.

O curso é direcionado para empreendedores interessados em inovação para seus negócios, publicitários e comunicadores em busca de aperfeiçoamento em suas habilidades, executivos que pretendem se tornar mais atrativos em suas apresentações, acadêmicos e escritores que queiram se aprofundar e inovar, além de pessoas que queiram ampliar sua capacidade comunicativa.

“As edições de janeiro sempre contam com alunos de diversos estados e backgrounds. As férias permitem esse planejamento. O networking para os participantes se torna muito rico e muitos projetos nasceram junto com os cursos”, explica o professor Palacios.

O investimento de R$ 1.499,00 dá acesso às quase 20 horas de carga horária do curso. As aulas acontecem entre os dias 30 de janeiro e 4 de fevereiro de 2017, de segunda à sexta-feira, das 19h30 às 22h30 e aos sábados das 9h às 13h. As inscrições para o curso podem ser feitas até o dia 29 de janeiro clicando aqui.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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