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Teads e Grupo Estado fecham parceria estratégica

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O acordo possibilita a expansão do ecossistema de Green Advertising, garantindo maior viewability para anunciantes

O Grupo Estado, um dos publishers mais tradicionais do país, e a Teads, inventora dos formatos em vídeo outstream e marketplace nº1 em vídeos no mundo (segundo a ComScore), anunciam uma parceria exclusiva. As empresas se unem, a partir do segundo trimestre, para ampliar a distribuição de publicidade em vídeo nativo no veículo – um dos principais meios de informação do país.

Com a utilização do formato inRead, publicidade entre parágrafos editoriais, a Teads espera contribuir para ampliar o inventário monetizado do grupo, bem como expandir a possibilidade dos anunciantes impactarem seus públicos-alvo. A tecnologia da empresa realiza uma entrega contextualizada, além do formato proporcionar um engajamento efetivo com as marcas.

Com esta parceria, o Grupo Estado e a Teads seguem ampliando a bandeira do green advertising no Brasil, oferecendo um formato de vídeo nativo não invasivo para o usuário, reduzindo os níveis de fraude, aumentando as taxas de viewability (formato visto em tela) e praticando o ‘no reselling’. “As parcerias exclusivas com publishers premium agregam valor para nossa empresa perante o mercado. Depois de firmar esses acordos com a Editora Abril e Lance no início deste ano e trazer o Grupo Estado para nosso portfólio, tivemos um crescimento de 45% do nosso inventário”, comenta Fabricio Proti, diretor executivo da Teads no Brasil.

A aliança entre Teads e o Estadão irá englobar os principais portais da empresa, como o Estadão Online, Paladar, E+ e Jornal do Carro. Sendo um dos grandes veículos do país, O Estado de S. Paulo agrega ao inventário da Teads, categorias como notícias, economia, negócios, cultura, auto, esporte e gastronomia. Paulo Arruda, Diretor de Publicidade Digital do Grupo Estado, reconhece a importância da parceria. “Buscamos sempre melhorar nossos serviços para os leitores, nas área de conteúdo, funcionalidades e publicidade. Esta aliança nos permite aprimorar a oferta de publicidade do nosso inventário, além de melhorar a qualidade da publicidade online, valorizando a experiência do usuário ao navegar pelos nossos conteúdos”, comenta.

Crescimento orgânico
Em relação a 2015, a Teads registrou alta de 300% e o seu negócio programático continua evoluindo em paralelo à crescente demanda de compra de publicidade automatizada. Por esta razão, a companhia espera outros acordos de exclusividade que contemplarão novos publishers. “Prevemos novos acordos de exclusividade, que trarão mais conteúdo premium, novas categorias e alta cobertura geográfica em todo Brasil”, comemora Fabricio.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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