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Rio Innovation Week, com Richard Branson e cofundador da Apple, vai discutir vocação do Rio como polo de inovação

O Rio de Janeiro vai receber o mais completo evento de Inovação e Tecnologia já realizado na América Latina. O Rio Innovation Week acontecerá entre os dias 13 e 16 de janeiro de 2022, no Jockey Club Brasileiro. A agenda já tem confirmados mais de 500 palestrantes, além da presença de 1.000 startups e 190 expositores.
“A Rio Innovation Week representa uma iniciativa inestimável, estamos totalmente engajados para fazer do Rio de Janeiro um futuro polo de tecnologia e inovação da América Latina. E assim estimular mais negócios, emprego e renda em território fluminense”, diz Fábio Queiróz, um dos idealizadores e presidente do Conselho Organizador do evento.
O Rio Innovation Week já tem como nomes confirmados o fundador do grupo Virgin, Richard Branson, autor de diversos livros que tem negócios da música à aviação e fez voo espacial, e o cofundador da Apple, Steve Wozniak.
Também participarão do evento a general manager da IBM, Katia Vaskys, e o prefeito de Miami, Francis Suarez, que debaterá com Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, os desafios de transformar uma cidade em polo de inovação, incentivando a geração de novos negócios e a instalação de empresas focadas em novos modelos de atuação. Já Richard Branson conversará com o Ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações do Brasil, Marcos Pontes.
O evento contará com a participação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Rio de Janeiro (SECTI RJ). O MCTI é responsável pela Vila da Ciência e vai apresentar projetos de inovação de suas 27 entidades vinculadas. Já a SECTI RJ apresenta o Salão de Inovação com os principais projetos da UERJ, FAPERJ, CECIERJ, UEZO e UENF.
A agenda de palestras contará ainda com profissionais como Camila Farani, investidora anjo do Shark Tank Brasil; Rony Meisler, sócio CEO da Reserva; Bruno Stefani, Global Innovation Director da Ambev; João Kepler, CEO da Bossanova Investimentos; Andrés de Léon, CEO da HyperloopTT; e Natalia Bayona, Diretora de Inovação da UNWTO — Organização Mundial de Turismo.
Os ingressos são vendidos com exclusividade na plataforma Sympla site oficial.
Um dos espaços do RIW é o Conecta, voltado para discutir inovação e tecnologia para o varejo e que é realizado pela Associação de Supermercados do Estado do Rio (Asserj) e pela Base Produções. Segundo Fábio Queiróz, que é um dos idealizadores do RIW e presidente da Asserj, a proposta do Conecta é focar na convergência entre o varejo tradicional e o digital. Profissionais do setor podem se inscrever gratuitamente até o dia 10 de janeiro no site oficial.
O Rio Innovation Week seguirá todos os protocolos de segurança indicados pelos órgãos competentes, incluindo a exigência do uso de máscara, a disponibilização de álcool gel e o distanciamento social. Será exigido na entrada do evento, de visitantes moradores ou não do Rio de Janeiro, o comprovante de vacinação contra a COVID-19. Serão aceitos comprovantes digitais, como o aplicativo do Conecte SUS, ou físicos, como a carteira de vacinação ou o comprovante assinado emitido no momento da vacinação.
O evento é realizado por Base Produções, LER Cultural, Sai do Papel, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.
Eventos
Oktoberfest Summit 2026 promete imersão inédita nos bastidores da maior festa alemã das Américas

O live marketing brasileiro ganha um reforço de peso em seu calendário de 2026. Após o êxito de sua estreia, que mobilizou cerca de 500 profissionais e entusiastas, o Oktoberfest Summit teve seu lançamento oficial realizado na última segunda-feira. Com o mote “Celebrar a tradição, construir o futuro”, o evento retorna com a promessa de elevar o nível das experiências imersivas entre os dias 20 e 22 de outubro, ocupando espaços icônicos como o Teatro Carlos Gomes e o Parque Vila Germânica, em Blumenau.
Nesta edição, o foco se volta para as engrenagens que fazem o espetáculo acontecer. A grande novidade reside na abertura dos bastidores da gastronomia e dos desfiles, pilares fundamentais da identidade do evento. Segundo Guilherme Benno Guenther, diretor geral da Oktoberfest Blumenau, o público terá em mãos um conteúdo sem precedentes. “Os participantes terão acesso a detalhes técnicos desses dois temas, que são grandes diferenciais e um dos maiores ativos culturais e comerciais da festa. Informações que nunca foram compartilhadas em mais de 40 anos de história”, destaca o executivo.
A organização, que projeta atrair 600 participantes este ano, aposta no conceito de “learning by doing” (aprender fazendo). Muito além de palestras convencionais, o Summit se posiciona como uma plataforma de networking e educação corporativa dentro do ecossistema de entretenimento. Para Gelson Walker, CEO da Tô Indo Viagens e Eventos e organizador oficial do encontro, a proposta é entregar uma visão 360 graus do evento. “O Summit é muito mais do que um congresso. Durante três dias, promovemos uma verdadeira imersão, com visita guiada pelos bastidores do Parque Vila Germânica e do Camarote Spaten, além da possibilidade de ter acesso a cases inspiradores, que fazem a Oktoberfest ser o sucesso que ela é. Educação, networking e entretenimento em um só lugar”, afirma Walker.
Para os profissionais do live marketing que buscam entender como escala e cultura se encontram em um projeto de alto impacto, as inscrições já estão abertas através do site oficial (www.oktoberfestsummit.com.br). O evento reforça seu compromisso com a capacitação técnica, garantindo certificação a todos os presentes.
Eventos
Super Bowl 2026 quebra recordes com comerciais de US$ 10 milhões e consolida a “Economia da Atenção”

O Super Bowl 2026 entrou para a história não apenas como a final mais aguardada da NFL, mas como o detentor do intervalo comercial mais caro da televisão mundial. Com data marcada para o próximo dia 8 de fevereiro, o preço de uma inserção de apenas 30 segundos alcançou a impressionante faixa entre US$ 9 milhões e US$ 10 milhões. O valor estabelece novos recordes globais e reforça o evento como o espaço publicitário mais disputado do planeta, evidenciando uma transformação estrutural no mercado: a revalorização extrema dos grandes eventos ao vivo.
Em um cenário de mídia cada vez mais pulverizado e orientado por métricas de performance automatizadas, o Super Bowl permanece como um dos raros momentos de atenção massiva e simultânea — um ativo que se tornou escasso em 2026. Para Bruno Almeida, CEO da US Media, o salto nos valores, que até pouco tempo giravam entre US$ 6 milhões e US$ 7 milhões, reflete uma mudança de prioridade das marcas. “O Super Bowl é um dos poucos ambientes em que as marcas não competem apenas por cliques ou conversões imediatas, mas pela atenção plena do público. Em um mundo de múltiplas telas e estímulos constantes, isso se tornou extremamente valioso”, analisa o executivo.
Este movimento não é isolado e sinaliza o retorno do conteúdo “ao vivo” ao centro das estratégias globais, abrangendo também a Copa do Mundo, Olimpíadas e Fórmula 1. A capacidade desses eventos de combinar alcance, contexto e emoção em tempo real permite um impacto de marca com menor dispersão. Segundo Almeida, o crescimento dos preços é um sinal claro de que a publicidade entrou definitivamente na era da economia da atenção. “Eventos ao vivo entregam algo que nenhum algoritmo, isoladamente, consegue garantir: relevância cultural e presença simultânea em larga escala”, afirma.
No entanto, em 2026, o sucesso de uma campanha de Super Bowl não termina quando o cronômetro para. O diferencial competitivo das marcas agora reside na estratégia de reverberação pós-jogo. Especialistas apontam que tratar o intervalo apenas como o ápice da estratégia é um erro estratégico comum; na prática, ele funciona como um gatilho para uma narrativa que deve se desdobrar em vídeos digitais, redes sociais, mídia programática e parcerias com criadores de conteúdo.
A diversificação de canais, incluindo aplicativos de segunda tela como o Onefootball, torna-se essencial para capturar a audiência que passa a reinterpretar as mensagens após o pico de exposição. Como define Bruno Almeida: “O retorno real vem da capacidade de sustentar a mensagem no pós-evento, adaptando a narrativa a diferentes plataformas, públicos e momentos de consumo”. Em um ano marcado por grandes competições esportivas, a lição do Super Bowl 2026 é clara: o impacto custa caro, mas a longevidade da mensagem é o que garante o ROI.








