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Rede Leve Pizza lança aplicativo de pedido para atrair consumidor

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Franquia disponibiliza ao cliente possibilidade de pedir pizzas por APP e pelo site

A comodidade e a economia de tempo são critérios que fazem parte da rotina de muitos brasileiros. A tecnologia vem de encontro agradando aqueles que não abrem mão desses dois quesitos. O sistema delivery que já era bem procurado, ganhou ainda mais adeptos a partir do momento em que facilitou o processo de pedidos por meio de aplicativos. Pedir comida nunca foi tão fácil e gerou tanta lucratividade!

Segundo dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL), o ritmo de crescimento/faturamento no número de pedidos via aplicativos de delivery é de R$1 bilhão a cada ano, um crescimento superior a 12%. Em 2015, as cifras superaram R$9 bilhões e a expectativa é fechar 2017 acima dos R$10 bilhões.

Novos players no mercado

Diversas empresas vêm se rendendo a essa tecnologia. A Rede Leve Pizza, é uma delas. A rede de franquia que, assim como o próprio nome sugere, atua no mercado com a venda de pizzas pré-assadas – recentemente lançou o APP para android: “Rede Leve Pizza Pedido Online” (Também pelo site e em breve para IOS). Nele, o cliente tem à disposição o cardápio que conta com mais de 70 sabores entre pizzas salgadas e doces. E além de pedir por delivery, pode optar pelo agendamento da retirada da pizza no balcão da pizzaria.

Lançado recentemente, o app é fácil de usar e bem organizado. Gratuito, após o cadastro, basta alguns cliques no smartphone e o aplicativo já relaciona um mapeamento no qual o cliente informa sua localização e é direcionado à unidade mais próxima. É como se estivesse frente a frente com um atendente, o consumidor escolhe suas pizzas, pode acrescentar ingredientes extras, aproveitar os combos e promoções do dia, pedir bebidas e outros produtos oferecidos.

Com a comodidade, o diretor executivo da franquia, Tiago Azem, espera bons resultados! A expectativa da estratégia é clara: evidenciar e fortalecer a marca e aumentar o faturamento das unidades. Até o fim do ano, Azem acredita que aconteça um aumento em torno de 10 % nas vendas e, consequentemente, no faturamento.

O empreendedor relata que a imersão nesse “universo” é inevitável, já que se trata de uma evolução constante. “As pessoas já não usam mais o telefone, são raras as exceções. Hoje em dia tudo é resolvido pelo celular. Esse é o novo hábito de consumo da sociedade, então nos adequamos a ele”, explicou.

A tendência de fato é real. Um estudo realizado pela Forbes Insights (divisão da Forbes dedicada a pesquisas) mostra que a adoção de apps por parte de empresas já estabelecidas vem mostrando resultado. Foram ouvidos 302 executivos de diversos países. Três em cada quatro informaram que o orçamento para o desenvolvimento e a implementação dos apps continua crescendo, e 60% atribuíram o aumento do número de clientes aos conteúdos exclusivos oferecidos pelas ferramentas em smartphones.

Os principais benefícios identificados pelos empresários depois da adoção de aplicativos foram: a melhora da comunicação com o cliente (83%) e o atendimento ao público (79%). Também se destacaram a capacidade de facilitar transações (69%), como compras e consulta de pedidos e o envolvimento com a marca (67%).

Flexibilidade de compra

Com as plataformas digitais, os canais de vendas se diversificaram atraindo consumidores que buscam por experiências confortáveis. A Rede Leve Pizza que atua nessa frente com aplicativos como o (Facebook, whattsapp, Instagram), e agora com o APP, também utiliza o site específico apenas para pedidos. “Quando se fala em soluções digitais as empresas devem desenvolver comunicação, não só para celulares que é o principal meio, mas para outras plataformas comuns ao dia a dia dos clientes: como tablets e notebooks, pois são ambientes em que nossos clientes estão diariamente familiarizados a utilizar, trazendo muito mais comodidade e ampliando a capacidade de atendimento”, finalizou.

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Linx lança canal no Clubhouse sobre varejo e tecnologia

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A Linx, especialista em tecnologia para o varejo, anuncia seu novo canal na rede social do momento: o Clubhouse. Uma das primeiras marcas B2B a aderirem à moda dos debates e rodas de conversa ao vivo por áudio, o objetivo da empresa é abrir mais um espaço de diálogo sobre estratégias para o varejo e tecnologia.
Para Anna Karina, diretora de marketing da Linx, a presença no Clubhouse é uma forma importante de conversar sobre o setor. “O varejo muda o tempo todo e está em processo intenso de digitalização. Nesse contexto, conversar e debater é essencial para entendermos as preocupações dos varejistas e apoiá-los para o futuro”, explica. “A criação do canal vem para fortalecer nosso posicionamento de conteúdo. Estamos animados para adaptar o novo formato de uma forma leve, mas relevante, para o nosso cliente”, reforça a diretora. A Linx já conta com diferentes canais de conteúdo proprietário, incluindo o Papo Linx, com uma grade de lives semanais no Youtube sobre temas importantes e cases de sucesso.
Com o Clubhouse, o foco é aproximar clientes e especialistas do setor e contribuir para o avanço tecnológico do varejo. A programação semanal na rede será segmentada em três principais editorias: Painel/Debate, momento de conversa descontraída com participação de parceiros e clientes para falar sobre temas em alta, como tendência do varejo; #LinxVoices, com executivos da Linx e convidados aprofundando discussões importantes do LinkedIn e outras redes sociais, além de temas quentes do mercado; e MasterClass, em salas para compartilhar conhecimentos e promover momentos de trocas de experiências. Todos os conteúdos terão de 20 a 30 minutos de duração, mantendo o conceito de agilidade trazida pela plataforma.
Na semana de estreia oficial do canal da Linx no Clubhouse, a empresa promoverá uma conversa sobre Growth Marketing no dia 03 de março, às 18h30. Anna Karina receberá a convidada Kika Agostini, digital strategy and growth marketing lead da ResMed para a América Latina para falarem sobre estratégias, ferramentas e tendências do Growth Marketing. “É um tema inerente à atuação de qualquer marca que busca crescimento robusto e exponencial no mercado. Ótimo tema para inaugurarmos nossas salas de conversa na rede social mais comentada nas últimas semanas”, finaliza Anna Karina.
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Agência3 assina projeto digital sobre sustentabilidade para DOW

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Diálogos Mais Sustentáveis é uma plataforma de conteúdo criada pela Agência3 para DOW, empresa líder em ciência dos materiais, com o objetivo de discutir os desafios mais críticos que envolvem a sustentabilidade na América Latina e propor ações de impacto positivo. A ideia é que seja um espaço de compartilhamento de informações e de parceria com a sociedade para a construção de um mundo mais sustentável. A Dow oferece produtos e soluções de base científica para mercados importantes como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor.

A agência fornecerá conteúdo digital para reforçar a comunicação com vários públicos e dar visibilidade ao projeto, reforçando o compromisso da marca com a sustentabilidade. Entre as metas da empresa estão a redução das emissões anuais de carbono até alcançar a neutralidade em 2050, investir em tecnologia para reciclagem de plásticos e até 2035 oferecer 100% de produtos reutilizáveis ou recicláveis nas aplicações de embalagens.

“A intenção é, por meio do nosso hub de conteúdo, abrir um espaço de conversa que amplie o conhecimento para reforçar as mudanças em nome da sustentabilidade”, diz Willian Rocha, Diretor de Conexões da Agência3.

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Estácio é o novo cliente da Raccoon

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A agência de marketing digital Raccoon assume a conta da Estácio, um dos maiores players de educação superior no Brasil, com uma enorme presença nacional. Entre outras ações, o escopo de trabalho da agência envolve gestão, performance (mídias pagas, web analytics e design) e criação de conteúdo digital (conteúdo, CRM, CRO, SEO e Front End). A parceria entre as empresas teve início em dezembro de 2020.

De acordo com André Palis, sócio-fundador da Raccoon, a conta da Estácio era um desejo antigo da empresa e um enorme desafio para a equipe. “Trata-se de um projeto bastante profundo. O segmento educacional é muito concorrido, os players do setor têm uma presença forte e intensa no ambiente online, de modo que o nível de trabalho tem que ser bem elevado”, afirma.

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