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Plataforma de geração de conteúdo com 2 milhões de usuários no mundo chega ao Brasil

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Firework, que tem o propósito de se tornar uma TV móvel pessoal, pretende alcançar 5 milhões de usuários no país

Com o objetivo de ser a casa dos criadores de vídeos que estão em transição de produções amadoras para conteúdos profissionais e impactar usuários que querem ver conteúdos de qualidade e de forma rápida, a plataforma Firework já está disponível para download no Brasil. Considerada uma TV móvel pessoal, ela foi desenvolvida por Vincent Yang; Jerry Luk, um dos primeiros funcionários do LinkedIn; e Cory Greiner, com experiência no início do Snapchat; no Vale do Silício em 2017. Em pouco tempo, a rede social de vídeos alcançou mais de 2 milhões de usuários no mundo, sendo que em apenas cinco meses já registrava 1 milhão de pessoas navegando pelo aplicativo ainda em versão beta.

A ideia da Firework é ser uma plataforma de vídeo interativa para inspirar mentes criativas a se expressarem, conectarem e interagirem por meio de vídeos curtos e dinâmicos, de 6 a 30 segundos, em um feed que traz opções de conteúdos como, por exemplo, de esporte, viagem, música, tendências de moda e beleza e dança. Como a linha do tempo de vídeos é organizada por inteligência artificial, os conteúdos são personalizados de acordo com o gosto de cada usuário mostrando sempre os mais relevantes, aumentando o número de impacto e alcance.

“No começo, a Firework tinha a proposta de incentivar as pessoas no dia a dia a criarem conteúdos de uma forma mais amadora, mas, com o tempo, fomos conduzindo os usuários a gerar conteúdos de qualidade. Isso se deu porque ainda existe uma associação negativa entre vídeos virais e produções de qualidade questionável. A Firework veio para mostrar que os vídeos curtos podem ser interessantes e que a pessoa pode se entreter com algo rapidamente em qualquer momento do dia”, esclarece o represente do app no Brasil, Lucas Alves.

Como exemplo, a empresa mantém um Programa de Embaixadores com o objetivo de dar espaço aos pequenos e médios criadores, e a chance para que eles monetizem seus conteúdos de forma mais democrática. “O formato é aberto para todos os usuários da plataforma, colocando menos barreiras de ingresso e, com isso, facilitando a monetização. Para participar, é necessário apenas enviar três vídeos para a nossa equipe, que avaliará os critérios de qualidade e selecionará os embaixadores oficiais”, explica Alves.

A tendência do aumento de brasileiros consumindo vídeos na web – 83% assistem vídeos na internet com conteúdos que não estão na TV, de acordo com pesquisa da Provokers com 1.500 entrevistados – foi fator determinante para a escolha do Brasil como um mercado de trabalho para a Firework. “O brasileiro tem um apelo muito grande por redes sociais, tanto é que ocupa a terceira posição mundial em usuários do Facebook e Instagram, e gosta de vídeos curtos. Acreditamos que, no período de seis meses a 1 ano, podemos chegar a 5 milhões de usuários brasileiros. A vinda para o Brasil é essencial para nosso crescimento”.

A Firework está com processo de patente de sua própria tecnologia, Reveal, em que é possível ajustar o vídeo de acordo com a posição do celular sem ter a visualização prejudicada. Isso beneficia também o criador, dando opções de novas maneiras de contar histórias sem restrições de ter de optar por filmar nas posições vertical ou horizontal. Para os espectadores, permite que eles tenham maior interação com o conteúdo apresentado.

Além dos materiais produzidos organicamente pelos usuários, o app mantém parcerias com estúdios para produção de conteúdos, que podem ser apenas um vídeo ou até mesmo séries de acordo com o projeto. Até hoje, a Firework já trabalhou com nomes como Flo Rida, Dexter Darden, Miss USA Olivia Jordan, a estrela da Disney Jordyn Jones, Frankie Grande e outros.

“No Brasil os estúdios estão em São Paulo e no Rio de Janeiro; já nos Estados Unidos, em Hollywood. Os estúdios chegam com uma proposta de conteúdo, fazemos uma avaliação de relevância e dos critérios de qualidade para verificarmos se estão dentro das políticas da Firework. Com o projeto aprovado, investimos, na maioria das vezes, com recursos próprios e oferecemos a nossa estrutura de roteiristas, cinegrafistas e outros profissionais”, finaliza Alves.

Firework Creator Fund

A plataforma no Brasil também participará da Firework Creator Fund, programa que destina US$ 1 milhão no apoio à criatividade e às artes, oferecendo as ferramentas necessárias. O modelo brasileiro ainda não está formatado e será anunciado nas próximas semanas.

Google Play Awards 2019

Uma novidade é que o Google anunciou no blog oficial da empresa os indicados da edição de 2019 do Google Play Awards 2019. A premiação anual elege os melhores aplicativos e jogos da Play Store, a loja oficial de apps para Android.

A Firework foi indicada e está concorrendo na categoria de aplicativos ‘Mais Inventivos’.

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Casas de apostas patrocinam vários clubes brasileiros

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Casas de apostas patrocinam vários clubes brasileiros

No Brasil nada menos que 14 dos 20 clubes da Série A do Brasileirão e vários de outras divisões já ostentam as marcas de casas de apostas em seus uniformes

Que o Brasil é o País do futebol todos já sabem, apesar dos problemas relativos ao esporte em uma Nação emergente e com clubes enfrentando dificuldades financeiras. A paixão do povo, porém, segue forte e fiel por seus times de coração.

Com tanto amor pelo futebol e uma gigantesca população o mercado brasileiro tem sido um alvo preferencial de casas de apostas de todo o mundo. O segmento movimentou quase R$ 7 bilhões em nosso país em 2019 por meio de mais de 200 bookmakers nacionais e internacionais, que já contam com milhões de apostadores no Brasil, não apenas entre os fãs do futebol como de outras modalidades como basquete, vôlei ou automobilismo, por exemplo, além dos jogos eletrônicos que tanto agradam aos jovens de cassinos virtuais. Empresas como a gigante Bet365, maior do mundo no ramo de apostas virtuais e com sede no Reino Unido, além de terem milhões de usuários – no caso deste bookmaker são 20 milhões em todo o planeta -, também têm firmado parcerias com clubes de futebol e fechado contratos de patrocínio muito vantajosos para as agremiações.

No Brasil nada menos que 14 dos 20 clubes da Série A do Brasileirão e vários de outras divisões já ostentam as marcas de casas de apostas em seus uniformes. Desde o poderoso e milionário Flamengo – atual bicampeão nacional – até emergentes como o RB Bragantino, muitos times já firmaram parcerias com bookmakers.

Na Região Nordeste, cada vez mais forte no plano nacional, clubes como o Fortaleza – tricampeão cearense – também já têm patrocínios de casas de apostas. A tendência é acordos do gênero crescerem ainda mais nos próximos anos. E as parcerias não serão apenas pontuais, mas do tipo Master, envolvendo milhões de reais que, obviamente, são muito bem-vindos aos cofres dos públicos. As casas de apostas como a Bet365, com mais tempo de mercado e licenciamento de qualidade e segurança, também investem pesado em publicidades como placas em estádios de futebol, divulgação por rádio e televisão e patrocínio de competições nacionais ou internacionais. A líder mundial do segmento tem um forte investimento no Stoke City, da Inglaterra.

Um fato que facilitou bastante a expansão das parcerias entre casas de apostas e clubes no Brasil foi a legalização a atividade, ocorrida no final de 2018, com aprovação no Congresso Nacional. Apostar pela internet é legal, seguro e potencialmente lucrativo e, obviamente, ter um parceiro como uma empresa internacional com tamanho conceito e lucratividade só pode ser bom para clubes com as finanças combalidas como muitos dos brasileiros.

É bom lembrar que para alguém apostar é necessário ter no mínimo 18 anos de idade e preencher um cadastro com informações pessoais no próprio site da empresa. As melhores casas de apostas oferecem bônus de boas-vindas aos iniciantes e têm um sofisticado sistema de cotações (odds) que funcionam como uma verdadeira bolsa de apostas. Nos sites também há informações sobre o desempenho de clubes e atletas, o que facilita na hora de fazer uma aposta.

Enfim, os bookmakers chegaram ao Brasil para ficar e cada vez mais veremos suas marcas nos estádios de futebol do País, em campanhas publicitárias pela televisão ou na internet e em outras mídias. Apostar agora é bem mais simples: basta ter um simples aparelho móvel como um smartphone, por exemplo, e internet de qualidade para começar a diversão. No Brasil já há quem ganhe mais de R$ 5 mil mensais, provando que é possível ter a atividade como uma ótima fonte de renda.

Autor: J.P. Júnior

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Anitta entra para o Conselho de Administração do Nubank

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Anitta entra para o Conselho de Administração do Nubank

A fintech se junta à Anitta para ampliar os negócios nas classes mais baixas e aprimorar os produtos da empresa. Saiba mais detalhes!

Nubank anunciou nesta segunda-feira (21), a chegada de um novo membro ao Conselho de Administração da empresa, e não é nada menos do que Anitta! A cantora, que já esteve em cargo executivo Ambev em 2019, agora assume uma nova posição no maior banco digital independente do mundo. Ela vai atuar no aprimoramento dos produtos e serviços da fintech e estará em contato com outros seis conselheiros e a diretoria para discutir decisões.

“Anitta tem profundo conhecimento do comportamento dos consumidores nesses mercados que tem explorado e tem muita experiência em estratégias de marketing vencedoras. Essas competências foram chave para a convidarmos para o Conselho”, destaca David Vélez, CEO e fundador da empresa.

Anitta incorpora a equipe da Nubank para ampliar o alcance da fintech às classes mais baixas e ela conhece bem as dificuldades desse público ao procurar por um banco que atenda às suas necessidades.

“É muito chato e constrangedor não conseguir ter acesso a produtos financeiros. Muita gente na América Latina sempre viveu de emprego informal. Como essas pessoas vão ter histórico de crédito? Fiquei impressionada ao ver o trabalho do Nubank em fazer com que milhões de pessoas se sintam incluídas, podendo ter uma vida financeira melhor”, explicou a cantora.

Para o banco digital, aliar-se à maior e mais influente artista do Brasil significa contar com sua expertise em construção de marcas. Anitta é uma empreendedora extremamente bem sucedida que usou sua visão estratégica para expandir a carreira não só na América Latina e nos Estados Unidos, mas globalmente.

Anitta está reinventando a cena cultural nos últimos anos e compartilhamos do mesmo DNA de inovação. É uma empresária de sucesso que vai nos ajudar a aprimorar ainda mais os produtos para nossos clientes”, afirma Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank.

O comunicado sobre a nova integrante foi feito pelo Nubank pelas redes sociais e pelo blog da empresa:

 

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