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Parceria entre restaurantes Piselli e Orfeu Cafés Especiais gera doações para a organização Arcah

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Parte da renda gerada por venda de blend exclusivo será revertida à instituição Arcah – Associação de Resgate à Cidadania por Amor à Humanidade

O novo blend desenvolvido com exclusividade por Orfeu Cafés Especiais e os restaurantes Piselli é mais do que um café único e de alta qualidade para os entusiastas dessa bebida. Por uma iniciativa da marca e do restaurateur Juscelino Pereira, parte da renda gerada com a venda do produto será revertida para a Arcah – Associação de Resgate à Cidadania por Amor à Humanidade – uma organização que promove a reintegração efetiva de pessoas em situação de alta vulnerabilidade social.

Fundada em 2012, a Arcah tem como objetivo resgatar a cidadania por meio do desenvolvimento pessoal e social de indivíduos em situação de rua, por meio de seus projetos. A iniciativa de um grupo de amigos é mantida com doações de empresas e pessoas físicas. “Nós da Arcah, atuamos como uma ponte entre a população em situação de rua e aqueles que desejam ser agentes de transformação dessa realidade. Por isso, é um prazer contar com duas marcas tão admiradas para dar apoio ao nosso trabalho de ressignificação da vida de muitas pessoas”, comemora Rodrigo Leite, presidente da organização Arcah.

Os interessados nesta novidade e em contribuir com o projeto podem adquirir o café nas versões em pó, cápsulas ou torrado e moído nos restaurantes Piselli e Piselli Sud, além do site de Orfeu – www.cafeorfeu.com.br. Cada item reverterá R$ 1 real para a associação.

“Estou muito feliz com esta parceria. Não podia ter feito melhor escolha para realizar mais um sonho que tinha desde a minha infância no interior de São Paulo, que é ter uma marca própria de café. Além disso, contribuir com a Arcah, que desenvolve um trabalho tão sério, faz com que eu fique plenamente realizado”, explica o Juscelino Pereira, sócio do Piselli.

Para Orfeu Cafés Especiais, a parceria com um profissional da gastronomia tão admirado aliada a um trabalho social tornou o projeto ainda mais grandioso. “Quando o Juscelino nos contou sua ideia, abraçamos prontamente. Para um café feito de forma artesanal como é Orfeu, as pessoas são primordiais. Nosso olhar para o bem-estar de quem está com a gente é natural. Sentimos que este novo blend é uma extensão disso”, conta Amanda Capucho, diretora geral de Orfeu Cafés Especiais.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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