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Novo projeto cria reinterpretação de personagens Marvel por artistas da periferia

Com base nos valores de diversidade, equidade e inclusão, a The Walt Disney Company Brasil apresenta “O Poder É Nosso”, a primeira iniciativa da Marvel desenhada por um time brasileiro, e criada internamente por um grupo multidisciplinar da empresa no Brasil e pelo grupo de afinidade T’Challa, composto por funcionários pretos da companhia.
Para iniciar o projeto, a Marvel, então, convidou 5 artistas negros de diferentes partes do país para criarem releituras dos personagens: Pantera Negra, Tempestade, Miles Morales, Mulheres de Wakanda e Falcão, com seus próprios estilos artísticos e bagagem cultural junto da mentoria da estilista Jal Vieira. Os artistas selecionados são: Negritoo, Crica, Massai, Luna B e DGOH, e suas artes foram transformadas em um guia de estilo para licenciamento de produto, que originou – inicialmente – numa coleção exclusiva com a C&A. Ao todo, serão mais de 40 itens desde vestuário, calçados e acessórios para crianças, jovens e adultos, disponíveis em mais de 70 lojas da rede e e-commerce a partir do dia 23 de agosto.
“Vivemos em um país em que mais da metade da população se autodeclara preta e apenas 28% delas estão no mercado formal de trabalho. Pensando em dar visibilidade à esta realidade, escolhemos para o lançamento do projeto a esfera das artes, já que a Marvel é um grande player da indústria do entretenimento”, explica Luiza Queiroz, head de marketing da área de Consumer Products, Games and Publishing na The Walt Disney Company Brasil.
O projeto também conta a história de cada artista e como cada um encontrou seu poder no mundo da arte, através de minidocumentários já disponíveis no Youtube da Marvel Brasil. Os conteúdos em vídeo foram roteirizados, dirigidos e produzidos pela Pujança, produtora audiovisual de mulheres negras e LGBTQIA+, contando com o apoio também da agência de marketing New Vegas. Além disso, a agência especializada em arte Dionisio.Ag foi a responsável pela curadoria dos artistas e pela produção e entrega das artes digitais.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







