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Nova plataforma on-line dá suporte a empreendedores no setor de eventos

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De barbearias a oficinas de carros antigos, empreendimentos transformam seus negócios para serem palco de eventos criativos

Um espaço confortável, uma vista agradável, um ambiente tranquilo ou apenas um lugar para ser feliz. Esses são alguns dos critérios que muitas vezes estão entre as prioridades para quem quer realizar um evento surpreendente. O desafio maior está em atender todos os desejos e anseios em um só lugar, sem cair na mesmice.

Observando essa demanda, muitos espaços que nasceram com um propósito passaram a repensar o modelo de negócio e apresentar seus locais também para a realização de eventos. Em uma relação ganha-ganha, esse movimento abriu uma oportunidade para os realizadores de eventos encontrarem um lugar inspirador, ao mesmo tempo que deu aos empreendedores a chance de ampliarem seus horizontes e aumentarem a receita.

Colocar mais lugares que existem na cidade, mas não estão na mente do realizador de eventos ou divulgados com força, desde museus, galeria de artes, coberturas de prédios ícones, vinícolas e até oficinas de carros antigos. E claro, espaços que nasceram para a atividades e que são descolados, charmosos, especiais.

Ao inaugurar um albergue, além de pensar nas instalações dos quartos, cozinha e banheiros, um empresário paulista investiu em áreas amplas para o convívio social dos hóspedes, lugar despretensioso, mas repleto de charme e alma. Foi assim que nasceu por exemplo um criativo espaço para eventos, ideal para encontros descolados, festas entre amigos ou reuniões corporativas. A barbearia em estilo vintage também ganhou fama por ir muito além de um lugar para dar um trato na barba, cabelo e bigode, consolidando assim outro caso de sucesso na geração de negócios na área de eventos. A lista é ampla, e passa por praças, confeitarias, coberturas de prédios ícones da cidade, museus e oficinas de carros antigos.

Mas muito além da ideia, do investimento e do esforço do empreendedor, encontrar os canais certos de distribuição e vendas é o grande desafio. Nesse cenário, nasce a e-Spotter (e-spotter.com) uma plataforma on-line que tem como propósito reunir esses espaços inusitados e apresentar para aqueles que buscam realizar um evento impactante. Em uma ponta, a ferramenta promove e amplia a exposição dos espaços gratuitamente.

No outro lado, atua como um buscador eficiente e apurado para a comunidade de produtores e organizadores de eventos que buscam locais que surpreendam seus convidados. A plataforma vai ao encontro com as necessidades atuais, com um sistema simples de busca, onde o promotor do evento pode filtrar suas necessidades, como localização, estilo do evento e número de convidados. Assim que escolhe o local desejado, o espaço cadastrado recebe a solicitação e caso queira entrar em contato com o potencial cliente, paga então uma taxa fixa pela informação.
“A e-Spotter chega ao mercado para fortalecer os novos empreendedores, ampliando seu alcance de divulgação e captação de clientes, além de ser um parceiro da comunidade de produtores, organizadores de eventos e pessoas que buscam locais para surpreender seus convidados”, afirmou Ana Donato, idealizadora da e-Spotter.

A e-Spotter estreia oficialmente no Brasil em abril. A atuação será inicialmente em São Paulo, onde atualmente estão os spot finders, nome dado aos “caça-espaços” que atuam em busca dos lugares inspiradores que constituirão a plataforma. O objetivo é apresentar lugares que já atuam como espaços para eventos na cidade, mas que muitas vezes não estão na mente do organizador ou com pouca divulgação, podendo ser desde galeria de artes até vinícolas.

Espaços que nasceram para a atividade de eventos e que são descolados, charmosos e especiais também fazem parte da seleção da plataforma.

“Acreditamos que o local em que o evento acontece é chave para torná-lo inesquecível. Por isso, apresentamos espaços fora do comum com atmosferas que transitam pelo lúdico, artístico, provocador e, principalmente, inspirador”, finaliza Ana.
Saiba mais: e-spotter.com
Facebook: facebook.com/e.spotterBR

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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