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Neo QLED são as TVs Samsung ideais para os gamers avançarem de level

Game não é mais sobre apenas jogar. Game é cultura, game é uma plataforma social, é música, entretenimento, conteúdo ao vivo, online e em constante evolução. É com base nessa nova era que a Samsung apresenta a sua nova linha de televisores Neo QLED com recursos inovadores para levar o consumidor gamer ao Neo level do gameplay, independentemente se ele joga no PC ou em consoles. A nova geração de TVs ajuda a priorizar aquele momento de imersão, em que as distrações devem ficar em segundo plano. Por isso, as novas TVs Neo QLED são mais que apenas televisores com funções para jogos, elas são uma experiência gamer que foca exatamente no que o jogador precisa para ter uma experiência Neo Level.
Feita para gamers No momento do jogo, é importante ter uma visão ampla, detalhada e precisa do campo de batalha. Por isso as TVs Neo QLED trazem telas Ultra-Wide² para os jogos de PC, que permitem uma visão mais espaçada do gameplay. Com essa configuração, o jogador pode escolher proporções mais largas – 21:9 ou 32:9, por exemplo –, que permitirão a ele ver segredos e inimigos de maneira mais vantajosa que os demais jogadores. As Neo QLED também trazem uma tela rica em detalhes, com maior nível de brilho e contraste graças aos Mini LEDs. Para entender melhor essa inovação, saiba que no lugar de um LED convencional agora cabem aproximadamente 40 exclusivos Mini LEDs Samsung. Isso garante uma tela mais fina, imagens mais brilhantes e maior precisão na iluminação do painel. Para os gamers, os Mini LEDs farão com que o nível de brilho e contraste alcancem um novo patamar para que os mínimos detalhes, até em cenas mais sombrias, não passem despercebidos.
Fluidez sem quebras A experiência Neo level da linha Neo QLED conta com a tecnologia FreeSync Premium Pro, que não deixa nenhuma quebra de imagem acontecer durante a partida. A fluidez na jogabilidade também passa pela taxa de atualização a 120Hz e pela tecnologia Motion Xcelerator Turbo+, que vão permitir um visual muito mais imersivo no seu game. As TVs Samsung Neo QLED ainda contam com um Menu de Jogo³ intuitivo, que permite consultar o input lag, FPS, HDR e outras informações importantes para que os gamers realizem ajustes que fazem a diferença na partida.
Som em Movimento E essa imersão gamer não fica só na imagem. As TVs Samsung Neo QLED elevam o som para uma experiência Neo Level com a tecnologia de Som em Movimento, que acompanha o movimento dos objetos em cena, trazendo anda mais dinamismo para o gameplay. Com a tecnologia Som em Movimento fica fácil identificar de qual lado da tela o seu próximo alvo vai sair: se o inimigo chega pela esquerda ou pela direita, o som vai se mover com ele, permitindo que o jogador tenha uma resposta ainda mais rápida e precisa durante a partida.
10 anos de garantia contra burn in Além da imagem nítida e fluída e um som que acompanha a imagem na tela, a Samsung expande a experiência Neo level oferecendo 10 anos de garantia contra burn in nos televisores Neo QLED. Algumas TVs absorvem as imagens estáticas que aparecem na tela por muito tempo, como placares ou mapas de jogos – ícones quase sempre presentes de maneira fixa. O resultado disso é o burn in, que são manchas permanentes na tela. O burn in ocorre quando imagens estáticas são reproduzidas em uma TV, em média por duas horas, e eventualmente o televisor absorve este conteúdo gerando manchas definitivas na tela. Mas, com as TVs Samsung Neo QLED, o jogador tem a melhor imagem para jogos e uma garantia de 10 anos contra esse efeito. É a Samsung proporcionando uma experiência Neo level.
Experiência Neo Level Tela Ultra-Wide, Som em Movimento, taxa de atualização de 120hz, menu de jogo dedicado e 10 anos de garantia contra burn in são algumas das características das TVs Neo QLED que fazem o jogador ter uma experiência Neo level que só a Samsung sabe fazer. “O público gamer é composto por heavy users que, em sua maioria, é exigente e tem muitos aficionados por tecnologia. E isso é ótimo, porque apresentam feedbacks a todo momento e nos fazem elevar o nível de excelência. Ficamos atentos a todas as novidades desse universo dos jogos e acreditamos que com as Neo QLEDs nós atingimos um patamar incrível para a nova geração de consoles e PCs,” disse Guilherme Campos, Gerente Sênior de Produto das áreas de TV e Áudio da Samsung Brasil.
Campanha “Explore o Neo Level” | |
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E para conversar com o mundo gamer, a Samsung está criando a campanha Neo Level, que ajudará este público a atingir um novo patamar dentro da experiência de jogo. Desenvolvida pela Druid, as peças irão reforçar as características que colocam a Neo QLED em um patamar com diferencial competitivo para quem é fã de jogos. Também irá reforçar os recursos que tornam a experiência de jogar única – seja no PC ou no console. O filme destaca os recursos que transformam a experiência do gamer a um Neo Level e será veiculado em TV por assinatura. A campanha digital também é coordenada pela Druid e a Spark lidera o trabalho com os influenciadores que serão anunciados em breve. “A Campanha Neo Level deixa claro para os consumidores que a Samsung entende o público gamer e as inúmeras exigências presentes neste mercado. Independente se o gamer prefere jogar no console ou no PC, a Samsung tem o televisor perfeito para este momento de imersão. Estamos sempre atentos ao que é necessário para levar o jogo ao Neo level”, explicou Bertha Fernandes, gerente sênior de marketing da divisão de consumer electronics da Samsung Brasil.
Equipe Técnica – Produção Filme Neo QLED Samsung CEO: Claudio Lima Direção de Arte e Motion: Renan Godoy Direção de Arte: Ayrton Bena Redator: Marlon Zanatti Gerente de Projetos: Raoni Correa Executiva de Contas: Victoria Pedroso COO: Evandro Guimarães |
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85% dos compradores confiam mais em uma marca quando a IA a recomenda

Imagine um cliente em potencial perguntando ao ChatGPT qual é a melhor empresa para resolver o problema dele — e a sua marca nem aparecer na resposta. Esse cenário já é realidade para milhares de negócios todos os dias.
Durante duas décadas, estar bem posicionado no Google era sinônimo de ser encontrado. Hoje, esse jogo mudou de forma silenciosa, mas profunda: consumidores e compradores corporativos não abrem mais dez links para comparar opções — eles perguntam diretamente a uma IA e recebem uma resposta pronta, com marcas já pré-selecionadas.
E os números a seguir comprovam que essa mudança não é hype passageiro, e sim um comportamento já consolidado, tanto no mercado de consumo quanto no universo B2B.
O novo funil: a IA decide quem entra na lista
No universo corporativo, o impacto é ainda mais direto. Segundo a pesquisa The Answer Economy: How AI Search Is Rewiring B2B Software Buying, da G2, metade dos compradores de software (51%) já inicia sua pesquisa em um chatbot de IA com mais frequência do que no Google — um salto expressivo frente aos 29% registrados um ano antes.
Mais importante: os chatbots de IA se tornaram a principal fonte de influência sobre quais fornecedores entram na lista final de avaliação, à frente de sites de review, sites institucionais e indicações pessoais. De acordo com essa mesma pesquisa, 85% dos compradores passam a ver uma empresa com mais credibilidade quando ela é mencionada por uma IA em uma resposta, e 69% já trocaram o fornecedor que tinham em mente inicialmente após a orientação de um chatbot.
Outros levantamentos do setor reforçam esse padrão: em boa parte dos casos, o fornecedor que vence a disputa já estava na lista inicial de considerados pelo comprador desde o primeiro dia da jornada — o que mostra que a etapa de descoberta, cada vez mais mediada por IA, é decisiva muito antes de qualquer conversa com um vendedor.
O consumidor final também mudou de hábito
O mesmo movimento aparece do lado do consumidor comum. Um estudo do IAB, divulgado no fim de 2025, constatou que visitas de compradores de alta intenção a sites de varejo quase triplicaram depois de uma interação com IA, e um em cada três desses consumidores clicou direto de uma plataforma de IA para o site do varejista.
Outros levantamentos recentes do setor de e-commerce apontam que mais da metade dos consumidores já escolheu uma marca que não conhecia a partir de uma sugestão de IA — e considerou a experiência positiva.
Dados de mercado também mostram que o tráfego vindo de plataformas de IA já converte melhor do que o tráfego tradicional, invertendo uma tendência observada até pouco tempo atrás. Ou seja, quem chega a um site guiado por uma recomendação de IA está mais propenso a comprar.
No mercado brasileiro, segue a mesma tendência global. Uma pesquisa da Branddi, realizada em janeiro de 2026 com 500 consumidores de todo o país, revelou que 54% dos brasileiros já compraram algum produto ou serviço a partir de recomendação de uma IA, sendo que 34% repetiram esse comportamento mais de uma vez.
Ainda assim, buscadores tradicionais como o Google continuam sendo a principal fonte de consulta antes da compra, citados por 72% dos entrevistados — um sinal de que a IA se soma à jornada, mais do que substitui os canais já existentes.
Apesar do crescimento acelerado da influência da IA, os estudos deixam claro que ela ainda não substitui o julgamento humano na etapa final da compra. Um levantamento recente sobre o comportamento do consumidor brasileiro mostra que a maior parte ainda afirma que a inteligência artificial não interfere diretamente na decisão final — ela é útil principalmente para comparar preços e localizar produtos, mas o “sim” final ainda costuma ser humano.
Como as agências podem ajudar as marcas a virarem “recomendação” da IA
Boa parte das respostas que as IAs generativas entregam ainda depende, direta ou indiretamente, da forma como o Google e outros mecanismos de busca enxergam a autoridade de um site. Isso significa que o trabalho clássico de link building — construir backlinks relevantes vindos de portais de imprensa, sites especializados do setor e plataformas de avaliação — continua sendo uma das bases mais sólidas para uma marca ser reconhecida como referência.
Quando um site recebe menções de fontes confiáveis e tematicamente conectadas ao seu negócio, ele envia um sinal de credibilidade que tanto o algoritmo de busca quanto os modelos de IA usam para decidir quem merece ser citado como recomendação.
Para Felipe Cardoso, CEO da Rank Certo, agência especializada em autoridade externa para SEO e buscas com IA, esse cenário muda o papel das estratégias de visibilidade digital. Se antes o objetivo principal era conquistar posições no Google, agora as marcas também precisam construir sinais externos suficientes para serem compreendidas, citadas e recomendadas por sistemas de inteligência artificial.
Para as agências, isso abre uma frente de trabalho estratégica: em vez de buscar apenas volume de links, o foco passa a ser a relevância e a autoridade da fonte — parcerias com veículos de imprensa, presença ativa em sites de review do setor, conteúdos técnicos citados por terceiros e menções em páginas já bem posicionadas.
Quanto mais o perfil de links de uma marca se parecer com o de fontes que os modelos de IA já consideram confiáveis, maior a chance de ela ser mencionada tanto nos resultados tradicionais do Google quanto nas respostas de ferramentas como ChatGPT, Gemini e Perplexity — exatamente o momento em que o consumidor está formando sua lista de opções.
O que isso significa para as empresas
Na prática, isso configura um novo tipo de funil de vendas: a IA domina a fase de descoberta e formação da lista de marcas consideradas, mas a decisão final ainda passa por validação humana — muitas vezes reforçada por sites de avaliação, que segundo a pesquisa da G2 são citados por 45% dos compradores como o sinal que mais gera confiança dentro de uma resposta de IA.
Esse cenário deu origem a uma nova disciplina de marketing, batizada de GEO (Generative Engine Optimization) ou AEO (Answer Engine Optimization): o trabalho de estruturar conteúdo, dados de produto e presença em sites de review para que uma empresa seja efetivamente citada — e recomendada — quando alguém pergunta a uma IA qual é a melhor opção do mercado.
Os dados são consistentes em diferentes países, setores e metodologias: a inteligência artificial já não é apenas uma ferramenta de busca, mas um agente ativo de recomendação, capaz de decidir quais empresas chegam até o consumidor.
Para as marcas, não basta mais aparecer bem no Google. É preciso aparecer bem na resposta que a IA está dando, porque é ali que a decisão de compra começa a ser formada.
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Sponsors Day 2026 debate amadurecimento do setor e a transição do patrocínio para ativo estratégico de negócios

O mercado global de patrocínios atravessa uma profunda reestruturação estrutural. As marcas deixaram de priorizar a mera exposição de logotipos e a busca por visibilidade isolada para focar em projetos integrados, capazes de gerar relacionamento profundo, reputação corporativa, engajamento comunitário e resultados comerciais mensuráveis. O diagnóstico foi o principal destaque da nova edição do Sponsors Day, evento promovido pela Associação Patrocínio Brasil (APBR) em São Paulo, que reuniu diretores de agências, gestores de propriedades e especialistas em mídia.
Sob o tema “O Mundo do Patrocínio”, o encontro traçou um panorama sobre a evolução do setor no Brasil e no exterior. O cenário atual é impulsionado pela profissionalização das estratégias, pelo crescimento dos aportes financeiros e pelo fortalecimento das leis de incentivo fiscal. A análise histórica apresentada reforçou a mudança no papel dos anunciantes, que hoje utilizam o patrocínio como uma ferramenta central de posicionamento de longo prazo.
A apresentação de abertura foi liderada pelo presidente da APBR, Adauto Gudin, e pelo vice-presidente de Marketing da entidade, Roque A. Horta de F. Mendes. Os executivos apontaram que a curadoria dos projetos patrocinados está diretamente atrelada à cobrança interna por entregas de ROI (Retorno sobre o Investimento) mais consistentes.
Nesse contexto, o debate destacou a importância de as marcas mapearem de forma clara seus territórios estratégicos de atuação — divididos em pilares como esporte, cultura, impacto social (ESG) e negócios —, garantindo aderência à identidade corporativa.
Outro ponto focal do evento foi a eficiência das ativações. Os painelistas enfatizaram que o investimento em uma propriedade só gera valor real quando desdobrado em estratégias de live marketing, produção de conteúdo proprietário e experiências imersivas que capturem a atenção do público antes, durante e após a realização do evento.
A mensuração de resultados também ocupou espaço central nas discussões do Sponsors Day. O painel técnico detalhou a urgência de adotar indicadores que extrapolem os relatórios quantitativos tradicionais de equivalência de mídia. As marcas passam a auditar dados qualitativos baseados em pesquisas de saúde de marca (brand health), curvas de reputação, nível de influência digital, net promoter score (NPS) e geração de valor reputacional.
O encerramento do encontro abriu espaço para reflexões sobre temas regulatórios que devem pautar os orçamentos de marketing nos próximos anos, como governança, compliance, a aplicação de dados em conformidade com a LGPD e a integração real de metas de ESG às campanhas de marcas. Adauto Gudin resume o atual estágio de maturação do mercado nacional. “O patrocínio está passando por um processo de amadurecimento. As marcas estão cada vez mais atentas à capacidade de gerar conexão, reputação, resultado e valor de longo prazo, e isso exige uma atuação mais estratégica, profissional e integrada aos objetivos de negócio.”
Ao promover debates dessa magnitude, a APBR busca qualificar as relações comerciais entre marcas e propriedades esportivas ou culturais. A meta é garantir que o ecossistema brasileiro de publicidade continue evoluindo para se consolidar não apenas como um motor de comunicação e entretenimento, mas como um ativo gerador de desenvolvimento econômico sustentável para o país.










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