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Marketing de influência vs. publicidade: Entenda as principais diferenças

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Fundador do Grupo Comunique-se explica por quê influenciador não é garoto-propaganda

Se antes as celebridades dominavam as ações publicitárias, nos dias atuais novas personalidades estão no centro das atenções: os influenciadores. Eles contam com público fiel e usam sua relevância para levar informações, interagir e, claro, influenciar o consumidor em seus canais de comunicação – Youtube, blogs, Instagram, Medium, LinkedIn Pulse, Snapchat, entre outros. Nesse cenário, as marcas se perguntam: publicidade e marketing de influência são a mesma coisa? A resposta é não, e quem explica é o fundador do Grupo Comunique-se (www.comunique-se.com.br), Rodrigo Azevedo.

Segundo ele, o ponto-chave para diferenciar as duas estratégias está justamente no influenciador. “Uma marca pode usar marketing de influência como parte de uma ação publicitária. Colocar um YouTuber famoso (influenciador) como um mero garoto-propaganda não é a mesma coisa. Mais do que a sua imagem, ele coloca a audiência que foi capaz de formar a serviço da marca com quem se relaciona. Essa é a grande diferença”, afirma.

Como exemplo prático, o fundador do Comunique-se cita Whindersson Nunes, com mais de 19 milhões de inscritos em seu canal no Youtube, e Sérgio Rocha, criador do canal Corrida no Ar, focado em praticantes de corrida de rua, com cerca de 80 mil inscritos. Eles atraíram Bob’s e Adidas, respectivamente. “Essas empresas não queriam meramente explorar figuras conhecidas em um canal aleatório, e sim falar com os públicos desses influenciadores, com a linguagem deles, do jeito deles, no timing deles”.

A definição de marketing de influência

De acordo com o site Flockler, cerca de 51% dos profissionais de marketing acreditam que obtêm melhores resultados quando o relacionamento com o influenciador começa com a confiança. “A recomendação é que o influencer esteja envolvido em todas as etapas do processo criativo, seguindo diretrizes da marca, mas também com liberdade e contribuição criativa para a produção de um conteúdo autêntico, aumentando a empatia com o público e a capacidade de alcance”, comenta Rodrigo.

Não confunda com jabá

Sempre que se fala em remuneração para quem produz conteúdo, o tema “jabá” vem à tona, mas ela não caracteriza essa prática velha e condenável. Segundo Rodrigo, “os próprios influenciadores encontram meios originais e transparentes de fazer conteúdo pago sem que isso prejudique sua credibilidade perante o público”, diz.

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NovaDAX distribui criptomoedas na Stock Car

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A sétima etapa da temporada de 2022 da Stock Car aconteceu no Autódromo de Interlagos, em São Paulo e agitou o mundo dos criptoativos. A NovaDAX – exchange global de negociação de criptomoedas e patrocinadora oficial da Stock Car, marcou presença com uma ação de live marketing, seguindo tendências de players internacionais ao apostar no automobilismo de maneira inovadora e imersiva.

“As ações de live marketing são importantes para criar awareness da marca e produtos, ao mesmo tempo em que aproximam o público e desenvolvem uma conexão mais próxima com os clientes”, diz Aloizio Manoel, trainee marketing da NovaDAX.

Os convidados tiveram a oportunidade de interagir com uma máquina de vento com distribuição gratuita de papéis que presentam valores reais em criptomoedas, ao mesmo tempo em que recebiam informações valiosas sobre as soluções da corretora de criptoativos, que tem se destacado no mercado brasileiro.

A ação foi idealizada e produzida pela Agência Folzke, que aposta na nova economia da geração Z.

“A NovaDAX é um retrato da nova economia, da era tech em que estamos vivendo e irá se intensificar ainda mais com a geração Z. Tudo isso está em total sintonia com a missão da Folzke e nos inspira a criar soluções cada vez mais criativas e imersivas”, conclui Gabriel Folzke, diretor da agência Folzke.

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Budweiser apresenta projeto artístico que impede a demolição de quadras de basquete de rua pelo Brasil

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As quadras de basquete de rua fazem parte da vida das pessoas. Elas estão nos bairros, nos centros, na infância e na juventude e, por isso, acabam se tornando mais do que um lugar para se jogar basquete. Mas se por um lado a quadra é sinônimo de lazer, cultura, música e senso de comunidade, ela também é um espaço altamente visado pelo mercado imobiliário. Afinal, são 420m2 de um terreno plano que poderia dar lugar para novos estacionamentos e prédios.

Infelizmente, quando uma quadra é destruída, não se perdem apenas 420 m2, mas toda a cultura que está a sua volta e, por isso, a Budweiser, parceira da NBA e uma das porta-vozes do basquete no Brasil, decidiu agir. A marca encontrou uma brecha na Lei de Tombamento Brasileira nº 25/1937, que diz: “um lugar de interesse público com valor artístico é considerado patrimônio público e não pode ser demolido”.

Intitulada “Quadras Indestrutíveis”, a iniciativa criada pela agência Africa contempla a realização de um projeto artístico, com relevância cultural ao local, em uma quadra de rua. Com o projeto realizado, é possível entrar com um pedido de tombamento*. Para isso, a Budweiser resumiu o processo em cinco passos, descritos no site Quadras Indestrutíveis : 1) Escolha uma quadra pública de basquete; 2) Encontre um tópico relevante para a cultura local; 3) Selecione um artista; 4) Budweiser conecta o artista, a quadra e você; 5) Entre com o pedido de tombamento.

“Esse é um projeto extremamente relevante, que dá poder para as pessoas exigirem o que é delas por lei. Cada dia que passa é mais comum vermos quadras abandonadas, sem cuidado ou iluminação. As pessoas não merecem esse descaso, elas merecem cultura e lazer,” comenta André Mota, gerente de estratégia da marca Budweiser na Ambev.

O projeto piloto, realizado com sucesso em uma quadra em Natal, RN, mostrou o potencial de transformação da iniciativa. A Budweiser convidou um artista local, que criou uma arte homenageando um dos principais jogadores brasileiros de basquete, também nascido na cidade, Oscar Schmidt. Após a realização da obra, o pedido de tombamento foi feito e levado para o secretário de cultura junto ao prefeito. Hoje, a quadra já é considerada um patrimônio cultural e não pode ser demolida. Daqui em diante, ela servirá apenas para lazer, entretenimento, cultura e até como ponto turístico na cidade.

Pelo site, já foram registradas cerca de 16 quadras, que agora estão no processo para receberem um artista e serem transformadas. Na Mooca, tradicional bairro da cidade de São Paulo, SP, uma quadra acaba de ser finalizada.

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