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Mariana Campelo e Ana Paula Tavares: O marketing tradicional expirou. Acorde para era digital!

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Experiência do cliente é a preocupação da vez quando o assunto é transformação digital. Para se diferenciar da concorrência é essencial que o consumidor esteja feliz com o serviço ou produto que a sua empresa oferece no mercado. Para que sua estratégia seja eficiente, é primordial conhecer o seu público e fazer campanhas direcionadas a cada perfil. Análise dos dados ainda é um assunto muito falado, mas pouco usado de maneira eficaz. As empresas que começarem a se dedicar a este trabalho estarão bem à frente dos concorrentes, ganhando vantagem competitiva e aumentando sua participação no mercado.

Afinal, o que o cliente quer? Atendimento personalizado que demonstre a preocupação da marca com ele, em oferecer ofertas direcionadas para o seu perfil, é um ponto bastante valorizado no relacionamento entre consumidor e marca. O primeiro passo para se diferenciar é conhecer profundamente o comportamento do consumidor. E a mídia digital é uma forte aliada para ajuda-lo nesta missão. O marketing e a sociedade foram transformados pela internet e mídias digitais. Para os consumidores, isso significa escolhas muito mais amplas de produtos, serviços e preços. As redes sociais mudaram a maneira como as pessoas compram, vendem, se relacionam e vivem, assim como a mobilidade, que fornece diversos meios de acesso, seja por desktops ou dispositivos móveis. Essa realidade faz com que os clientes priorizem empresas que prestam um atendimento diferenciado, onde, quando e na hora que precisarem.

O marketing digital, com suas mídias digitais e as novas plataformas tecnológicas, criaram oportunidades para as marcas expandirem mercados, oferecerem novos produtos e serviços, e usarem novas técnicas de comunicação online. Então, este é o momento de você desenvolver habilidades e utilizar o poder da internet para adquirir vantagem competitiva e melhores resultados. As redes sociais agora não são apenas um passa tempo, mas objeto de estudo e ferramenta de trabalho dentro da área de marketing. Uma boa atuação no meio digital pode ser o segredo para prosperar ou, até, simplesmente sobreviver.

Um exemplo disso é o Facebook, maior rede social do mundo com 1.6 bilhão de contas ativas. A cada uma hora são postados 136 mil fotos e vídeos, além de mais de 510 mil comentários. O Brasil é o terceiro país em número de usuários, com 99 milhões de contas ativas. Ou seja, 8 em cada 10 brasileiros internautas têm conta no facebook, o que comprova que seus potenciais clientes estão nesta rede. 93% dos profissionais de marketing mais respeitados no Brasil e no Mundo utilizam o Facebook em suas campanhas. 70% dos usuários ativos estão conectados em pelo menos uma página de negócios, gerando semanalmente 645 milhões de visualizações e 13 milhões de comentários nela.

Os dados mostram que na era digital é necessário se adaptar, pois o marketing tradicional expirou. E nasceram diversas novas oportunidades para as empresas ganharem mercado. Análise de dados, estruturados ou não, usada de forma estratégica, é o novo ouro do mercado.

E se sua marca não estiver investindo nisso, é hora de acordar – e se colocar no lugar do seu cliente. O que você prioriza na hora de escolher um produto ou serviço? Como você quer ser atendido? Como você quer ser tratado? Nessa hora é essencial que se coloque do outro lado do balcão, ofereça o atendimento diferenciado e personalizado que o consumidor tanto almeja.

 

Sobre a Aporama

Fundada em 2014, a Aporama Marketing Digital é uma consultoria e agência internacional de marketing digital e negócios estratégicos, com o objetivo de fomentar o crescimento e a inovação das empresas inseridas num contexto de hiper conectividade e convergência digital. A Aporama trabalha com empresas que buscam criar, ampliar e otimizar a sua presença no ambiente digital, atuando desde o briefing e concepção da estratégia, até a execução e otimização dos canais digitais.

A Aporama acompanha os clientes de maneira personalizada em todas as etapas do marketing digital estratégico. Seja através da concepção da estratégia, criação de plataformas digitais, treinamentos de líderes ou monitoramento diário, a Aporama constrói uma aliança estratégica com os clientes.

Com sede no Rio de Janeiro e filiais em São Paulo, Londres e Paris, a Aporama tem cerca de 30 clientes ativos entre o Brasil e Europa.

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Viagens corporativas devem crescer em 2022

Publicado

em

*Por Leonardo Bastos 

O Brasil foi um dos países que mais sofreram com a pandemia. Para se ter uma ideia, o índice do IPCA, medido em outubro pelo IBGE, ficou em 1,20% – o pior resultado desde 1995. Com este cenário, os economistas estão prevendo que 2022 será um ano de recessão, ou seja, retração do mercado, e consequentemente isso fará com que as empresas fiquem mais “travadas”, focadas em retenção de custos.

Mesmo com essa previsão para o ano que vem, quase metade dos viajantes corporativos esperam voltar a viajar muito em breve. Desde o início da pandemia de Covid-19, o segmento de viagens corporativas apresentou retração à medida que os eventos foram cancelados e as empresas iniciaram um plano de trabalho home office, e utilização de soluções digitais para realização de reuniões de negócios. Passada a fase mais crítica, o setor apresenta recuperação. Uma pesquisa do Kayak mostra que as viagens corporativas retornarão até o fim deste ano para 23,9% dos entrevistados, enquanto 22,1% acreditam que isso acontecerá no início de 2022. Ao todo, mil brasileiros foram ouvidos durante o estudo.

E pensando nesse momento da economia brasileira, junto com a necessidade das empresas pensarem em viagens corporativas, nada mais correto do que pensar em uma política de viagens. Por permitir criar regras e diretrizes bem estabelecidas em relação a compras de serviços de viagens, é uma ótima estratégia de economia e melhoria de processo. Através dela a empresa conseguirá definir o teto de gasto com diárias de hotéis, ou por exemplo, a antecedência de compra de uma passagem aérea. Grande parte dos custos de viagens estão associados à antecedência de compra e a políticas não controladas, além de ter uma política bem desenhada, é importante ter sistemas que dê aderência a mesma.

Alguns tópicos que devem conter em uma política de viagens são: objetivo da política, quem se destina a política, papéis e responsabilidades, tipos de viagens, canais de compras autorizados, regras de aéreo, regras de hospedagem, regras para locação de veículos, regras para reembolso de despesas de viagens, adiantamentos, prestação de contas e fluxo de aprovação.

Como implementar a política de viagens?

Há algumas estratégias que são utilizadas para facilitar a implementação e aderência a política. Entre elas estão:

  • Alinhar com o RH e implementar um processo para highlight dos principais tópicos da política no onboarding dos funcionários;
  • Implementar um processo regular de comunicação de boas práticas – uma agência pode ajudar os clientes enviando SMS e E-mail para os colaboradores, com os principais pontos da política;
  • Flyer no café ou TV Corporativa;
  • Lista de distribuição no whatsapp;
  • Além disso, ter um sistema de viagens que permita a gestão da política criando alertas ou até mesmo bloqueando caso seja uma política mais restritiva, é 70% do caminho.

A principal vantagem da política é sem dúvidas a economia e a melhoria de processo. Já tivemos um case de economia de 18% só com a implantação de uma política de viagens. Além disso, o fato de você deixar claro para o colaborador desde o princípio o que pode, e o que não pode dentro da política, isso diminui o atrito em um caso, por exemplo, de prestação de contas, onde o colaborador gastou R$ 50,00 para o café, e o permitido era R$ 30,00.  Dificilmente o colaborador irá lembrar de todos os itens da política, por esse motivo para que tenha o benefício da relação empresa e colaborador, é necessário um sistema que faça esse gerenciamento.

Portanto, já é possível entender como a política de viagens corporativas bem aplicada nas empresas, pode ajudar na redução de custo de uma corporação. Além disso, é preciso contar com a ajuda de uma agência que revise constantemente: os acordos comerciais com as companhias aéreas e locadoras de veículos, reestruturação de hotéis e negociação de tarifas, revisão da política de viagens, análise histórica de compra, entender quanto que a empresa deixou de economizar e porquê. Fazendo esses passos, a empresa terá um desdobramento de vários planos de ações que serão realizados em conjunto, tenho certeza, trará economia imediata.

*Leonardo Bastos, é CEO na Kennedy Viagens Corporativas

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Marketing de Experiência é relevante e memorável

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em

*Por Jorge Nahas

Marketing de Experiência não é uma tendência, mas sim um imperativo para o  século XXI. Na era da tecnologia, da modernidade líquida, precisamos criar momentos concretos, reais,  que se passem longe de uma tela e façam os corações baterem mais rápido. Dentre os preceitos, estão: promover marcas por meio de sensações e de relacionamento; fazer com que elas participem da vida do consumidor de forma integrada, interessante e emocionante; criar novos hábitos de consumo; investir onde seu público-alvo gasta seu tempo de lazer; proporcionar experiências emocionantes e divertidas ligadas ao DNA da empresa, produto ou serviço e permitir que as pessoas expressem seus valores através do consumo. Essa prática vem marcando presença com força no mercado corporativo, mostrando-se um elemento altamente eficaz para demonstrar reconhecimento pelos colaboradores ou fortalecer relacionamentos com clientes. Muito melhor do que presenteá-los com artigos comuns, que podem ser encontrados em qualquer loja, é oferecer-lhes uma experiência única, customizada conforme seus interesses.

A missão é quebrar a rotina e proporcionar momentos diferenciados como: sentir novas sensações, tocar os céus em um maravilhoso voo de balão, mergulhar em uma praia paradisíaca, explorar a natureza, desafiar a velocidade, ou simplesmente passar um  dia em um dos spas mais luxuosos do país.

A CLT hoje abre um cenário bastante favorável ao Marketing de Experiências, pois permite que empresas premiem livremente seus colaboradores sem incidência de reflexos trabalhistas, da contribuição previdenciária e do FGTS, o que traz impactos bastante positivos. O maior deles é a transformação cultural das empresas, que podem investir mais em incentivos, premiações e bonificações, como as experiências.

Isso favorece o estabelecimento de um sistema meritocrático mais justo e favorável, pois a premiação será paga caso o funcionário entregue resultados e cumpra as metas estabelecidas. Assim, há uma relação ganha-ganha, em que ambos os lados, empresas e colaboradores, se esforçam mais para surpreender e sair da zona de conforto.

Lembramos que uma boa experiência se torna um momento inesquecível e pode transformar a vida. Um produto, não. Quando um colaborador é presenteado com uma viagem de curta duração, por exemplo, tem a chance de sair da rotina, conhecer um lugar novo, experimentar novos sabores.

 Associando sua marca a momentos de prazer, alegria e renovação, a empresa consegue transmitir seus valores e engajar ainda mais seus colaboradores, que contam com uma razão adicional para realizar um bom trabalho, ou até mesmo encantar sua base de clientes, alimentando um relacionamento próximo e duradouro. Isso gera um valor imensurável, infinitamente maior do que o investido para proporcionar a vivência em questão. Por isso, afirmo sem pestanejar: O Marketing de Experiências é a tendência do momento!

*Jorge Nahas é CEO da empresa O Melhor da Vida.

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