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Marcelo Braggion – Preste atenção no que você está escrevendo hoje!

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Brasileiro vê em média 1,8 mil anúncios on-line por mês. E por que só uma pequena minoria se destaca nesta avalanche de conteúdo e ofertas? Grandes nomes do marketing digital revelaram o que está por trás de uma “copy irresistível”

Quando você acorda, o que você faz? Provavelmente, antes mesmo de levantar da cama, já está lá com o seu celular para ler as principais manchetes pelas redes sociais, checar o seu aplicativo de mensagens e, sem perceber, já viu um monte de anúncios mesmo os que fez questão de fechar rapidamente.

Lá no seu inconsciente, logo no início do dia, ficaram dezenas de chamadas convidando você para um mundo de ofertas. E isso que você ainda nem ousou olhar seus e-mails, imagina quando começar. Está se identificando?

Aqui no Brasil os copywriters mais requisitados do momento decidiram revelar as técnicas e segredos dos textos magnéticos que prendem e conquistam cada vez mais consumidores do multi-milionário mercado do marketing digital.

“As suas headlines são adequadas ao tema da sua ideia? O que significa a regra do um? Você consegue descrever a sua oferta em uma frase? Como utilizar um gatilho mental? Como se constrói uma carta de vendas milionária?”

Estas e outras centenas de questões foram respondidas por Marcelo Braggion, sócio e proprietário da MR Lançamentos, na segunda edição da Imersão Copy Experience, que aconteceu do dia 06 ao dia 09 de dezembro, em São Paulo. “O trunfo do copywriter é prender o leitor”. Braggion, o nome por trás de “copys” milionárias no Brasil, conduziu este encontro com muita intensidade. Compartilhou abertamente teoria, prática e análise dos maiores cases mundiais e nacionais. Dos participantes, anotações e mais anotações para não perder uma sequer fala do mestre.

Durante o encontro, convidados de peso estiveram presentes como o Growth Hacker, José Vinagre, especialista em Inteligência Comportamental do Brasil, que em 2018 foi responsável direto por milhões em faturamento para seus clientes. No evento, Vinagre falou sobre sua técnica de “marketing artesanal” e que criatividade é pura prática. “Quando você inova a concorrência nunca chega até você. O mercado precisa se adaptar as novas formas de comunicação e como performar com cada uma delas. Os chatbots não são uma ferramenta de conversão. Chatbot é condução. Você precisa controlar o caminho do cliente, através da conversa automatizada. É isso que eu faço”, revela o expert, que mostrou exemplos de mudanças nas estruturas de chatbots que aumentaram em até 6x o faturamento com sua técnica.

Gestor e sócio da Empiricus, Renato Torelli também esteve na imersão falando sobre a formação dos copywrites e sobre sua inusitada trajetória. Ele foi o primeiro profissional da empresa a ser contratado exclusivamente para escrever cartas de vendas, antes era dono de uma editora de Histórias em Quadrinhos. Torelli, que lidera uma equipe de copywriters, disse o quanto a humildade do profissional e dedicação faz a diferença para avançar tanto internamente na empresa como na criação de copys espetaculares.

O show business do mundo das copys foi trazida pelo executivo americano Rocky Vega da Agora Inc., – maior empresa de publicações digitais do mundo com mais de dois milhões de clientes e co-autor do Big Black Book, a Bíblia do Negócio de Conversões e Vendas em Marketing Digital. Rocky, que agora irá morar no Brasil, fez questão de falar o quanto o mercado nacional tem potencial e que nós, brasileiros, devemos ter orgulho da potência econômica que temos.

Foram 40 participantes, 36 horas de imersão, além de vídeos, filmes e grandes cases nacionais e internacionais do mercado milionário do marketing digital. Sedentos para colocar tudo em prática, veja o que alguns empreendedores digitais na categoria de infoprodutos falaram do evento:

“Foi um dos cursos mais proveitos que fiz na minha vida. Incrível também ter essa palestra e networking com estes profissionais que são referências no Brasil e no mundo. O evento superou todas as minhas expectativas. Eu tinha um conhecimento básico de copy e fui surpreendido de uma forma muito positiva. Quero correr agora para aplicar tudo no meu trabalho“.
Matheus Lacerda, Analista de Redes Sociais da Hotmart, de Belo Horizonte, MG.

“O treinamento foi incrível, tive vários insights e aprendizados em todos os dias. Sinto que ele foi muito bem amarrado, a sequência de explicações casaram muito bem. O Marcelo tem uma didática muito boa de passar o conhecimento enorme que ele tem. Além disso, o curso trouxe convidados de peso que passaram ótimas estratégias. Minha maior sacada foi entender que precisamos conversar com os problemas filosóficos do cliente e aprofundar em suas emoções”.
Regiane Marinhuk, Gerente de Marketing Digital da Nith Treinamentos, de Florianópolis, SC.

“Eu não tinha noção de que seria tão bom! A todo momento era conteúdo de muito valor. As sacadas que pegava eu aplicava na hora e já via o resultado. Eu estava enroscado com as ideias e na imersão eu tive total clareza de como deixar tudo melhor. Muito material ainda pra consultar pós-evento. Tudo que deram foi prático e quero continuar aplicando tudo nas próximas semanas, meses… O networking que fiz também foi incrível. O que fiquei chateado é de não ter levado um amigo meu, quando eu contar como foi ele vai se arrepender”.
Victor Savioli, empresário do setor de educação financeira e fundador da consultoria Oxygen Training & Consulting, de São Paulo SP.

“Eu divulgo a minha marca e meus cursos através das redes sociais. Faço lançamento de novas turmas a cada dois meses, já temos mais de 3 mil alunos e para fazer as matrículas usamos muito texto, vídeos e e-mails. Com a Copy Experience foi ótimo, aprendemos as técnicas de como se comunicar melhor com o nosso cliente, de como pensar com ele. Tenho certeza que 2019 será ainda melhor o nosso ano no mercado”.
Ligia Travensolo, Professora e fundadora do Francês com a Ligia, de Ribeirão Preto, SP.

Você duvida que o poder do texto é capaz de vender milhões em poucos dias? Desafie os especialistas citados nesta pauta que estão disponíveis para entrevista. Eles poderão compartilhar informações e conteúdo exclusivo deste mercado para a sua MATÉRIA.

Sobre a MR Lançamentos:
A MR Lançamentos é uma agência expert em lançamentos e desenvolvimento de negócios digitais. Nasceu em 2016 a partir da união de duas agências que já atuavam no ramo digital há 8 anos. Com foco nos objetivos do cliente e comprometimento em trazer o resultado desejado, a empresa já obteve grandes conquistas em um curto espaço de tempo. Atualmente a MR é uma agência “medalha de ouro” no Google Partners e premiada por diversas vezes no Fórmula de Lançamento, o maior evento de empreendedorismo digital do Brasil, por ter alcançado “7 dígitos de faturamento em 7 dias” para diferentes clientes.
http://mrlancamentos.com.br/

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Luiz Fernando Ruocco – O e-mail marketing vai morrer

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Já vivemos o auge e, agora, é hora de entender as novas maneiras de nos conectar com o cliente

Quem trabalha com marketing há algum tempo sabe que o e-mail já foi uma das principais origens de receita, se não a principal, em diversos setores. Vivenciamos o ápice desse tipo de comunicação durante alguns anos.

Mas isso está acabando agora. Explico o porquê.

E-mail marketing, que alguns chamam erroneamente de CRM (Customer Relationship Management, ou Gestão de Relacionamento com o Cliente), é somente uma de várias formas de desenvolver o relacionamento com o usuário. Era uma maneira de comunicação muito utilizada na década passada e os resultados vieram, muito positivos. Todo mundo usava e funcionava.

Hoje, olhamos para a futura geração de consumidores e vemos que eles mal acessam o e-mail, quando têm um. Cadastram-se nos aplicativos com seus números de celulares ou pelas redes sociais em que estão sempre logados.

Os meios de comunicação mudaram e, com isso, a forma com que os usuários se comunicam com as marcas também.

O surgimento de apps disruptivos e super apps têm em comum um ponto claro: a remoção de atrito do usuário com o serviço/produto que ele quer usar/comprar. Por que, então, não estamos removendo os atritos de comunicação com nossos clientes?

O novo CRM — o sistema de gestão, de fato, não apenas um de seus braços de atuação — deve partir do pressuposto de que quem escolhe como e onde falar com a marca é o usuário. E é preciso analisar essas escolhas constantemente.

Hoje, existem empresas que oferecem diversas opções de contato e interação com a marca, mas não possuem a integração desses dados e muito menos o entendimento do lugar, hora e produto a ser ofertado para essa base tão importante.

O primeiro paradigma que temos que quebrar aqui é que os programas de CRM não são um banco de dados. CRM deve ser um sistema de coleta de informações de alguns touchpoints do usuário com a empresa, sejam eles a venda física, o cadastro em uma newsletter, uma landing page de pré-promoção, os cadastrados do site etc.

Dito isso, precisamos entender como combinar os dados que coletamos com essas ferramentas e trabalharmos, aí sim, em banco de dados, tudo dentro da LGPD (Lei Geral da Proteção de Dados).

O novo CRM é literalmente o que a sigla traduz: é a gestão do relacionamento com o cliente, é estar presente de forma integrada com todos os touchpoints.

Alguns empreendimentos já saíram na frente em soluções de CRM. Hoje em dia, empresas estão lançando produtos de integração de CRM para que seja possível manter um relacionamento unificado com o consumidor.

Então, se você tem um varejo ou um negócio que necessita de relacionamento com o consumidor, comece imediatamente a pensar em integração. É o futuro pós-email.

Luiz Fernando Ruocco é Sócio e Diretor de Operações da agência de marketing digital ROCKY, Coordenador de Mercado no ITI MBA da Universidade Federal de São Carlos (UFScar) e mentor de negócios na Liga Ventures.

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Joel Amorim – Marketing de influência: como o BBB se transformou num grande aprendizados para as marcas

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*Por Joel Amorim

O marketing de influência não é uma estratégia nova, mas ganhou contornos diferentes nos últimos anos, sobretudo em 2020. Associar a imagem de uma marca a uma personalidade, a fim de gerar visibilidade, já era uma prática corriqueira e se popularizou com as celebridades criadas nas redes sociais, os chamados influencers. Fato é que, no ano passado e em meio a uma pandemia, vimos surgir a ‘fadiga influencer’, já prevista e muito debatida, e pudemos acompanhar casos desastrosos que nos levam a crer que influenciar pessoas não é uma tarefa simples e que nem todos conseguem cumprir com a proposta. Um exemplo claro e bastante recente é o que acompanhamos no Big Brother Brasil 21.

O comportamento de alguns participantes assustaram e de maneira nada positiva. Como um padrão atual, a prática do cancelamento se faz onipresente e surte efeitos severos naqueles que, expostos, apresentam aos brasileiros todas as suas facetas. É preciso se atentar, contudo, que essa prática não é atual e sempre existiu, mas o que a difere agora é a força que a internet dá para tais julgamentos. O boicote e banimento social como represália a um ato condenável e inaceitável socialmente tende a ganhar traços mais perversos nas redes sociais, quando, sem um rosto, a pessoa se sente livre para condenar o outro, extrapolando os modos, em casos mais extremos, para ameaças.

Se para o social já sabemos os contornos que se dá a prática do cancelamento, no âmbito financeiro tem sido mais recente, a exemplo, do caso do BBB 21, da Karol Conká, que perdeu patrocínios e contratos por conta de comportamento, chegando a ser suspensa em festivais de música. Cobrada pela conduta dos influenciadores, as empresas estão sendo cada vez mais demandadas a se posicionarem, não “passando pano” para os erros alheios. A pergunta que fica é (e não só nesse caso da rapper, mas para o contexto geral): as empresas sabem a quem estão se associando? Elas sabem por qual razão estão se vinculando aquela pessoa?

É preciso existir, em ambas partes, portanto, uma sinergia do influenciador com o produto ou marca. Conectar-se com as pessoas erradas ou de forma equivocada pode sim ter um respaldo muito negativo e de alto custo para ambas. O grande X desta questão é como continuar utilizando o marketing de influência de maneira que os consumidores se identifiquem e continuem sendo influenciados. Às vezes, para evoluirmos, precisamos dar um passo para trás para, assim, conseguirmos dar mais dois para a frente. Repensar essa relação com o consumidor é fundamental para reerguer o propósito principal do marketing de influência. Uma saída é apostar em quem de fato nos influencia no nosso dia a dia, durante toda nossa vida, que são as pessoas com quem convivemos.

Um bom pré-requisito para escolher alguém que vá representar a marca é que a pessoa tenha interesse pela categoria e ela própria busque participar da campanha, por intenção própria. Isto, acredite, já modifica a regra do engajamento. Imagine a situação: aquele que busca por determinado assunto tem mais vontade de dividir com seus amigos a experiência que teve. O resultado é que se cria uma ‘ponte’ entre as marcas e consumidores reais, ou seja, pessoas comuns, com opiniões e percepções reais, que podem gerar maior credibilidade diante de um público que anda tão desacreditado de pessoas que recebem para falar em tom de publicidade sobre determinado produto ou serviço.

Pode até soar, aos ouvidos dos mais desavisados, que essa estratégia não tem fundamento, mas não faltam pesquisas que indicam que quanto mais estreita a relação entre internauta e influenciador, maior a confiança nas recomendações pessoais e resenhas online. Já em 2016, uma pesquisa da PwC apontou que 80% dos consumidores tendem a comprar um item com base nas sugestões de amigos, já que a relação de proximidade é fundamental para a decisão de compra.

São pessoas comuns e reais, que vão construindo um sólido número de seguidores de forma orgânica, tornando-se verdadeiramente influentes que constroem relações maduras e confiáveis entre os consumidores e a marca. O aprendizado que fica com essa experiência é que é possível apostar numa transformação digital por meio de ações que unem expertise com ganhos financeiros através de uma inteligência de mercado que une pessoas reais e genuinamente influentes com empresas que buscam potencializar o reconhecimento de marca e aumentar as vendas acelerando processos em que, no final, os dois elos se favorecem.

Com mais de 25 anos de experiência em empresas multinacionais, gerenciou setores de marketing, dos quais 13 anos foram na Henkel, onde esteve também na Alemanha na área de cosméticos. Adquiriu também vasta experiência internacional na LATAM em FMCG / CPG de J&J e Kraft Foods, Atualmente é Diretor Administrativo da The Insiders para a América Latina.

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Eugênio Neto – Eventos 4.0

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Por Eugênio Neto

Durante quase 30 anos trabalhei na produção de eventos presenciais de pequeno, médio e grande porte fornecendo toneladas de equipamentos e serviços de alta tecnologia em vídeo, som, luz e transmissões em Santa Catarina, região Sul e Sudeste do país. Um mercado que o universo corporativo fomenta há décadas e que, segundo a Associação Brasileira de Empresas e Eventos (ABEOC), movimentava anualmente mais de 200 bilhões antes da pandemia crescendo, até 15% até o ano até 2019.  Um cenário aparentemente perfeito, mas com uma fragilidade pontual: necessidade de público. E, sem o público, os eventos se reinventaram e está sendo formatado em tempo real um novo cenário pro setor no país e o evento 4.0 já é realidade.

Desde feiras, congressos, simpósios, até treinamentos de colaboradores ou shows exclusivos para clientes VIP, a alta tecnologia já tinha um papel fundamental nos projetos presenciais. Os aspectos sensoriais, como luz, som, e imagem já ocupavam cifras expressivas no planejamento de eventos, podendo chegar a mais de 50% do investimento total. E se antes essa tecnologia impressionava grupos reunidos, do dia pra noite ela precisou impressionar e captar a atenção do público de office, ou de empresas com salas à porta fechada. Com a mudança brusca na realidade do setor dos eventos por conta da pandemia, a popularização do virtual evidenciou a tecnologia e a inovação como aliadas indispensáveis na geração de experiências encantadoras para o público separado por telas. E talvez essa tenha sido a maior revolução no setor que chegou a representar 4,3% do PIB Nacional e teve 98 bilhões de prejuízo em 2020.

Em maio de 2020, há mais de 60 dias sem eventos e com um setor inteiro em xeque, em parceria com a Fábula otimizamos os equipamentos de alta tecnologia como painel de LED, som, luz, sistemas de edição, câmeras, refletores e etc., e mudamos nosso serviço, viramos a chave. Passamos a oferecer estúdios 360º modulares, com orçamento elástico. Em nove meses, já eram 5 centros de operação, três em Santa Catarina e dois em São Paulo, mais de um milhão de espectadores de 150 clientes atendidos. Alguns poderão até dizer que foi sorte nossa, mas o fato é que os eventos 4.0 tornaram-se realidade na nossa frente, sem avisar, e contou muito o fato de estarmos preparados, não pra o que viria, mas para a própria mudança em si. Com muitos altos e baixos, com processos experimentais de retorno das atividades, e sem muita perspectiva de uma retomada volumosa, o mercado de eventos, – que somou quase 500 mil demissões no último ano, – vai precisar da força daqueles dispostos a se transformar profissionalmente. Mais de 100 pessoas trabalham direta ou indiretamente nos estúdios da Fábula Live, e seriam mais, se mais profissionais estivessem capacitados. E agora que já é futuro, são muitas as oportunidades para novos caminhos neste setor que nunca deixou de se reinventar.

Eugênio Neto

Fundador Neto Eventos, sócio Fábula Live, e diretor de engajamento da ADVB SC

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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