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Instagrafite cria “The Good Gallery” no metrô Consolação para lançamento da série “The Good Doctor” do Sony Channel

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Do Instagram ao negócio criativo, o hub internacional de arte contemporânea cria exposição com ação interativa para unir as diferenças

Para o Instagrafite, em 2011, o Instagram foi o primeiro impulso criativo como galeria digital de arte urbana.  Como referência e inspiração internacional, o perfil foi um start para revelar a visão artística e empreendedora da dupla de publicitários Marcelo Pimentel (Diretor de Arte) e Marina Bortoluzzi (Planner).

Com mais de 1 milhão de seguidores e com o Brasil, USA, México, Itália, Inglaterra e Canadá, entre os principais países de audiência, desde 2015, os fundadores criativos e curadores transformaram o perfil do Instagram em um dos maiores hubs de mídia de arte pública do mundo.

Enquanto algumas empresas começam a olhar para a conexão entre arte e inovação, o Instagrafite já fala fluente a língua da arte pública e de rua, sabendo que para o novo, arte é tão importante quanto a tecnologia. E faz isso usando a arte como meio para o playground on e offline. 

Além de mídia, como uma creative strategist think-tank, respira ideias disruptivas, tem experiência em curadoria, produção, gerenciamento de projetos e consultoria na área artística. Sua linguagem flui desde pinturas em empenas e murais, instalações, esculturas, arte interativa e multimídia, à arte digital, videomapping, entre outros conceitos visuais que podem incorporar as mais inéditas manifestações da arte. Hoje é uma plataforma independente de produção de arte urbana com atuação global, fazendo intercâmbios de artistas do Brasil e de muito países.

Prova disso é a conquista do Grand Prix em parceria com a agência AKQA e Nike, na categoria Media Lions no Festival Internacional de Criatividade de Cannes. Para autenticar seus sneakers envolvendo a cultura urbana, a campanha contou com o Instagrafite para transformar os muros de São Paulo em lojas da marca:

https://www.youtube.com/watch?v=dDG7aVFRVpY

Esse é o tipo de intervenção que faz um cross de arte e mídia, real e virtual: na curadoria da dupla do Instagrafite, os artistas Ignoto, Presto, Locones, Ana K, Muretz, Kueia, Loucos e Mari Mats marcaram o lançamento do novo modelo do Air Max nos pés de seus revividos personagens emblemáticos, que haviam sido apagados recentemente da cidade. Era preciso ir até os grafites e, pelo aplicativo da marca no celular, desbloquear a compra no e-commerce da empresa usando a ferramenta de geolocalização. Mais de 80 milhões de pessoas foram impactadas pela ação nas redes sociais.

A novidade em campanha agora é para o Sony Channel. Para a estreia da primeira temporada da série The Good Doctor a ser transmitida pelo canal, com a cocriação da Agência Portland e a curadoria do Instagrafite, simularam uma galeria de arte inédita, a The Good Gallery, no metrô Consolação, São Paulo. O manifesto “As diferenças nos tornam únicos” reforça a importância da diversidade para sermos mais fortes, transformar o mundo e ampliar as percepções do pensamento. A ação será expandida para o México com a mesma dinâmica, sob a tutela, curadoria e produção do Instagrafite, ainda no mês de setembro. A série The Good Doctor, será lançada dia 2 de setembro, às 21h, no Sony Channel.

Para furar a bolha, e com inspiração na temática do seriado, a curadoria encontrou artistas que representam a diversidade em suas singularidades, técnicas e estilos: Priscila Barbosa, desenvolve um trabalho que investiga diferentes corpos de mulheres e nossas relações com eles; Bruno Malfatti, retrata o curioso contraste entre o estranho e o típico, entre o trágico e o cômico; Pegge, tem foco nas vivências urbanas do jovem negro periférico de São Paulo, aos 12 anos, perdeu parcialmente a visão; Paloma Partes, suas ilustrações dialogam com pautas feministas e representam mulheres com bastante diversidade, sua arte é reflexo da sua vivência como mulher com deficiência; Rafael ODRUS, grafiteiro surdo que prega a valorização das pessoas negras, da cultura surda e das comunidades periféricas; Karen Fidelis aka Kueia, conhecida pela criação de personagens cômicos, é uma das maiores especialistas em realismo na arte de rua brasileira,  sendo seu personagem mais icônico a Kueia, que retrata a própria artista que é autista, com Síndrome de Asperger.

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um.a e Pearson Educacional lançam no Brasil a versão ACELERA do programa MDI – Mestre Diversidade Inclusiva

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No universo das empresas, a diversidade em seus diversos desdobramentos – étnica, social, religiosa, cultural, etária, de gênero e orientação sexual – tem se constituído como um poderoso valor corporativo para melhorar o clima organizacional, potencializar talentos, provocar inovação e, assim, alavancar os resultados dos negócios.

 

Os números demonstram essa potencialidade. Um relatório da consultoria McKinsey apontou que empresas que apostam em diversidade de gênero têm probabilidade 15% maior de ter lucratividade do que seus concorrentes. O percentual sobe para 35% quando se inclui a diversidade étnica e cultural. E quando falamos de inovação os números mostram que, ao abraçar as diferenças, uma empresa multiplica em 70% suas chances de ir além e evoluir.

 

Apesar das perspectivas favoráveis, promover a diversidade nas empresas está longe de ser tarefa fácil. Embora 94% das 500 maiores do país já tenham um programa de diversidade, as iniciativas utilizadas atualmente, por mais relevantes que sejam, não têm se mostrado eficientes para sensibilizar ou engajar colaboradores. O fato de elas se mostrarem simpáticas à causa não basta para transformar a realidade.

 

É partindo desse cenário que a um.a, em parceria com a Pearson, aproveitando o 9º Fórum online | Inclusão da Diversidade, promovido pela ABRH-SP, de 19 a 21 de outubro de 2021, lança o programa MDI EAD Corp. (Mestre Diversidade Inclusiva on-line). Trata-se de um formato reduzido do Programa MDI, lançado em 2019, cujo objetivo é acelerar a atitude e a ação das pessoas em prol da diversidade e da inclusão.

 

O programa tem foco no mundo corporativo e oferecerá a empresas de todos os portes e segmentos a possibilidade de usar as lentes da diversidade e da inclusão para enxergar a realidade diversa em que elas estão inseridas. A partir dessa visão clara, será possível criar processos vencedores para atrair e incluir as diferenças no ambiente de trabalho e na estratégia dos negócios.

 

“As empresas são um retrato da sociedade. O que aprendemos na vida manifestamos no ambiente de trabalho. O contrário também é verdadeiro. As empresas têm um grande poder de transformação social. Quando capacitamos um profissional no mundo corporativo, logo percebemos os benefícios desse treinamento em todas as conexões sociais que ele frequenta. Se pensarmos bem, as empresas, com seus treinamentos, workshops, congressos e tantos outros eventos que compartilham conhecimento, representam as maiores educadoras de adultos e compõem a maior universidade do planeta”, afirma Ronaldo Ferreira, sócio-fundador do programa.

 

Por isso, é extremamente importante que as empresas se transformem em lugares seguros, para que seus colaboradores possam exercer o direito humano de ser quem eles são. Este é o papel do MDI: despertar a consciência das organizações, respeitando e celebrando as diferenças, para que os colaboradores das empresas de todo o país foquem seus esforços e gastem suas energias em ajudar na construção de um futuro melhor para todos. A Diversidade é o futuro porque tem o poder de potencializar talentos e otimizar recursos.

Com uma carga horária obrigatória de 7 horas, o MDI EAD Corp. está dividido em quatro módulos (Introdução, Cultura Corporativa, Grupos de Identidade e Atitude Inclusiva), criados pela Pearson com a mais moderna metodologia de ensino de adultos. O MDI EAD Corp. traz, ainda, cerca de 6 horas de conteúdo extra, para que os participantes possam escolher e, de maneira opcional, se aprofundar nos temas de maior interesse.

 

A versão ACELERA do Programa MDI atua a partir da atitude dos colaboradores e colaboradoras das empresas. É a partir de cada pessoa que o Programa provoca a criação de uma cultura mais diversa e inclusiva no mundo corporativo.  O MDI mostra que o ser humano é plural, não singular. Que todos ganhamos com a inclusão das diferenças porque a diversidade é vida real. Por isso, independente de fazer parte dos grupos minorizados, somos partes do processo.

 

O Programa de Capacitação Mestre Diversidade Inclusiva alerta, principalmente a liderança das corporações, de que só é possível surfar nos bons frutos da diversidade se ela estiver presente no dia a dia das empresas. A partir dessa consciência, as pessoas são encorajadas a saírem de suas bolhas. São conectadas e provocadas por diferentes realidades, sendo motivadas de forma mais humanizada a incluir criando mais oportunidades e eliminado privilégios. Tudo isso usando boas práticas, observadas em outras empresas do mercado.

 

Segundo a Pearson, o objetivo de acelerar o processo de capacitação do programa é o de conseguir mais espaço na concorrida agenda dos gestores das organizações. Com uma carga horária reduzida – mas com acesso livre a vários conteúdos de interesse dos participantes –, a gigante de educação espera ampliar ainda mais a rede de apoio de empresas mais diversas e inclusivas, que estão abrindo caminho e fazendo a diferença no mercado.

 

Saiba mais sobre o programa de capacitação MDI acessando www.goMDI.com.br. Durante o 9º Fórum | Inclusão da Diversidade, o programa será ofertado com um bônus desconto de R$ 150,00 por participante/aluno.

 

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V3A lança a GTG, empresa de games e eSports

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V3A lança a GTG, empresa de games e eSports

Atenta ao franco crescimento da indústria de games e eSports, no Brasil e exterior, a V3A anuncia a criação da GTG, nova empresa que passa a ser responsável pelos projetos de games e eSports da companhia e tem como sócio o investidor Kevin Tang, diretor da Câmara de Comércio Brasil China. A GTG, fruto da sigla de Good To Game, já nasce com um portfólio de projetos proprietários de alto impacto, como o Prêmio eSports Brasil, em sociedade com a Player 1, e o WESG Latam, a maior competição multiplataforma de eSports da América Latina. Dalmo Castello Filho é o CEO da nova empresa, que faz parte do pilar de Ventures (projetos proprietários) comandada por Victor Vocos, co-CEO da V3A.

Além dos projetos já existentes, a GTG terá uma divisão pronta para atender marcas que desejam se conectar ao mundo gamer através de ativações, eventos, conteúdo e projetos taylor made.

Victor Vocos fala sobre o que a criação da GTG representa para o mercado e a V3A.  “Para aproveitar as oportunidades que o mercado de games oferece, não basta entender o mercado, você tem que fazer parte dele.  A GTG é uma empresa gamer, com uma equipe gamer, que conhece o ecossistema e cria os elos mais autênticos entre as marcas e a comunidade. A GTG é uma empresa B2G ‘Business to Gamer’ , conectando marcas ao mundo gamer através das nossas plataformas proprietárias e também, como agência, inovando com os nossos clientes.

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