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Holding Clube inicia adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)

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A Holding Clube, maior grupo de marketing de experiência do país, já está em fase de avaliação de processos para a adequação à nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), sancionada em 2018 e que entra em vigor em agosto de 2020.

Com o objetivo de garantir a transparência no uso de dados de clientes e público final, a lei chega para regulamentar a coleta e armazenamento de informações pessoais, como nome, e-mail e CPF. Na prática, isso quer dizer que todos os dados pessoais serão coletados e armazenados mediante autorização do proprietário, que também poderá excluir seu cadastro de forma simples e imediata.  

Para se adequar às novas regras, a Holding Clube irá adaptar seus processos internos, designando uma área responsável pelas informações sigilosas e garantindo que sejam armazenadas de forma segura e eficiente.

A adequação à nova lei começou com o Banco de Eventos, primeira agência do grupo, e será seguido por todas as outras empresas Holding Clube. Todo o processo será dividido em três etapas, sempre sob orientação de advogados e especialistas da área. A primeira fase será de avaliação dos processos internos, com uma análise criteriosa de todas as operações e atividades que envolvam dados de terceiros. Em seguida, a implementação das novas regras contará com a adoção de medidas corretivas, tais como ajustes de contratos, termos de responsabilidade e revisão de processos.

Por fim, os funcionários da agência passarão por um treinamento específico, que abordará medidas preventivas, técnicas internas e jurídicas para assegurar o cumprimento de todas as normas e regras da LGPD.

Para Fabio Brandão, vice-presidente da Holding Clube, a antecedência para se adequar à nova lei é uma forma de garantir segurança aos clientes e preservar a qualidade dos projetos realizados por todas as agências do grupo. “Seremos fortemente fiscalizados, tanto pelos clientes, como pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados. Por isso, é essencial esta fase de adaptação, garantindo eficiência para a realização dos trabalhos e assegurando que estaremos com todas as normas rodando até mesmo antes do prazo estipulado”, afirma.

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Agências

Ampla conquista a conta da Margarina Primor

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A Ampla – agência com sede em Recife (PE) e escritórios em Vitória (ES), Aracaju (SE) e Maceió (AL) – acaba de conquistar a conta da Margarina Primor, líder no segmento de margarinas de consumo nas regiões Norte e Nordeste. A agência cuidará de toda a comunicação e campanhas on e off-line da Margarina Primor. A marca pertence à Seara, da JBS.

“A Ampla será uma parceira estratégica da Primor na região. Vamos apoiar a marca no fortalecimento de sua liderança, além de reforçar para o consumidor a inovação e a qualidade dos produtos Seara”, explica Queiroz Filho, co-presidente da Ampla.

A Seara também possui as marcas Delícia, Doriana, Delicata, Gradina, Salada, Ricca, Cremosy e Cukin, e ocupa, atualmente, a segunda posição no mercado brasileiro de margarinas, com 35,5% de participação.
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Agências

WWF-Brasil e Loop Brands firmam parceria para gestão de contratos de licenciamento

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Num mundo cada vez mais consciente, no qual as pessoas estão mais atentas ao desperdício, reciclagem, reuso e consumo sustentável, o WWF-Brasil licencia seu icônico panda  – uma das marcas mais reconhecidas e queridas no mundo – com o objetivo de comunicar suas mensagens de conservação em prol do meio ambiente para um maior público possível, com produtos sustentáveis e que expressem as causas defendidas pela organização e que são endossadas pelos consumidores.

A agência escolhida para o gerenciamento da marca é a Loop Brands, já reconhecida no segmento de causas relacionadas com saúde, meio ambiente e relações sociais. A empresa será responsável pela prospecção e gerenciamento dos contratos de licenciamento de produtos que visem um mundo mais sustentável, com maior respeito à biodiversidade e menor desperdício e pegada de carbono.

Os produtos que estamparão a marca WWF no Brasil possuirão caráter educativo e de comprometimento ativo. Eles trarão mensagens de conservação como forma de expressão daqueles que se identificam com a causa ambiental. O objetivo é proporcionar às pessoas o sentimento de pertencimento e oportunidade de externar opiniões, trazendo informações novas que as estimulem a reflexão sobre o planeta e suas responsabilidades com o meio ambiente.

Para evitar a geração excessiva de lixo, toda a produção será amigável com o meio ambiente, desde a embalagem que deve gerar o mínimo possível de resíduos, incorporando materiais reciclados ou reutilizáveis até o produto em si, que deve ser inteligente, com design consistente, durável, com função e propósito, feitos de materiais sustentáveis ou alimentados por energias renováveis.

A iniciativa ocorre num momento de expansão da consciência ambiental em que boa parte dos consumidores são totalmente favoráveis ao marketing de causa, conforme sinaliza a pesquisa Ipsos 2019. Na mesma análise, 34% das pessoas disseram ter adquirido no último ano, produtos que destinaram parte do seu valor a causas sociais, culturais ou ambientais. Para Murilo Hinojosa, sócio-fundador da Loop Brands, o anúncio de licenciamento da marca chega em boa hora. “os consumidores valorizam e estão dispostos a adquirir produtos fabricados da maneira ambientalmente correta”.

Gabriela Yamaguchi, diretora de sociedade engajada do WWF-Brasil afirma que “mais que uma parceria, a ação representa um esforço de adequação às tendências de comportamento e engajamento da sociedade. Trata-se de mais uma iniciativa do WWF-Brasil para a mudança da atual trajetória de degradação do nosso planeta. A cada ano, o mundo despeja cerca de 8 milhões de toneladas de plástico nos oceanos, as paisagens naturais têm sido alteradas e muitas espécies de plantas e animais estão em risco de extinção. Precisamos mudar a forma como consumimos e nos engajar mais com a causa ambiental”, ressalta.

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