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MTV lança campanha de um ano: #PqMulher

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Campanha de um ano de duração conta com participação de organizações como Think Olga, Blogueiras Negras, Women’s Music Event (WME) e Minas Programam

‘Coletivo Sala’, formado pela MTV com publicitárias voluntárias, recruta novos talentos e irá criar novas peças e ações para serem veiculadas ao longo dos próximos meses

 

A MTV dá início a uma campanha que pretende aquecer as discussões sobre questões femininas durante um ano, sob o mote #PqMulher. O conceito, traduzido em hashtag – que irá reger todas as iniciativas desenvolvidas até março de 2018 – procura encorajar o público a refletir e, sobretudo, a participar da conversa completando a frase com insights como ‘#PqMulher pode’, ‘#PqMulher lidera’, ‘#PqMulher ganha menos?’, ‘#PqMulher quer se divertir’, ‘#PqMulher precisa ser ouvida’, ‘#PqMulher é sexo frágil?’, etc.

“A MTV acredita no poder de uma hashtag para promover uma conversa verdadeira e autêntica sobre igualdade de gênero com a geração mais engajada e equipada de todos os tempos”, explica Tiago Worcman, Vice-Presidente Sênior de Programação e Conteúdo MTV LATAM/MTV BRASIL. “Limitar o debate sobre questões femininas a apenas um dia, ou mesmo a um mês, é muito pouco para tudo o que deve ser discutido e compartilhado. Por isso estruturamos a campanha com uma série de iniciativas que irão perdurar até o próximo Dia da Mulher, em 2018, ou quem sabe até extrapolar”, completa Isabella Simão, Redatora de Criação da MTV Brasil.

Para dar força às meninas – e também convidar os caras a entrar na conversa com mais consciência – a MTV preparou uma série de iniciativas que contam com o apoio de organizações feministas e um coletivo de publicitárias que se voluntariaram em nome da causa:

 

MTV NEWS ESPECIAL

O break jornalístico da MTV – até hoje focado exclusivamente no universo musical – passa a abrir espaço para pautas que abordem questões de gênero. Com peças de um minuto veiculadas ao longo da programação diária do canal, a ideia é trazer os mais diversos pontos de vista e ângulos sobre o empoderamento feminino e a igualdade entre os sexos que estimulem a audiência a continuar o debate nas redes sociais com a tag #PqMulher.

As seis primeiras edições, que entram no ar neste dia 8, contam com a participação da Preta Rara (rapper conhecida por suas letras de protesto e criadora do movimento #EuEmpregadaDoméstica), Juliana de Faria, criadora do Think Olga (organização feminista que abriu discussões importantes sobre a violência contra a mulher com a #MeuPrimeiroAssédio, hashtag que viralizou no Brasil em 2016), Xan Ravelli (dona do canal/blog Soul Vaidosa, que fala sobre as dificuldades da maternidade jovem para mães negras), Claudia Assef e Monique Dardenne, criadoras do WME – Women’s Music Event (plataforma que visa fortalecer a atuação das mulheres na indústria musical), Ariane Cor, Bárbara Paes e Fernanda Balbino, criadoras do Minas Programam (coletivo voltado a mulheres da área de TI na luta contra o machismo) e Dani (do NX Zero) e Lucas (da banda Fresno), que são pais de meninas e falam sobre a paternidade na ótica do equilíbrio de gêneros.

FALA PRETA
Em parceria com a organização Blogueiras Negras, a MTV irá disponibilizar conteúdos em vídeos e textos de até 140 caracteres feitos por mulheres negras e para mulheres negras. As peças serão veiculadas na programação da MTV na TV e nas redes sociais já a partir deste mês.

‘LUGAR DE MULHER É’
Para deixar claro o que já deveria ser óbvio, a MTV também irá veicular na TV e em suas redes sociais uma série de peças que procuram conscientizar o público sobre a liberdade de escolha da mulher na sociedade contemporânea.

COLETIVO SALA
Para fortalecer ainda mais a #PqMulher e aproveitar toda a versatilidade de assuntos que a hashtag pode abranger, a equipe de Ad Sales da MTV montou um coletivo de design e comunicação formado só por mulheres. De forma voluntária, elas irão se juntar em reuniões periódicas para criarem novas peças gráficas e conteúdo para a campanha, que serão veiculadas nas redes da MTV ao longo do ano.

Inicialmente, participam da iniciativa as publicitárias Agatha Kim (Planejamento na Havas Worldwide), Juliana Ronchesel (pesquisa), Beth Bilé (diretora de arte), Juliana Mello (designer e diretora de arte) e Suzana Jahnel (designer). O desafio agora é crescer o coletivo para que ele seja cada vez mais inclusivo. Ou seja, a ideia é que cada mulher que queira e possa contribuir com o projeto se junte ao time, voluntariamente. Para isso, basta mandar uma mensagem para [email protected]

“O patriarcado ‘ferrou’ todo mundo, homens e mulheres. O papel da sociedade agora, é cuidar dessa ferida, que é de todos, com o máximo de empatia e amor. O coletivo está a serviço disso”, finaliza Suzana Jahnel.

Além das peças que serão desenvolvidas pelo coletivo e que serão veiculadas pela MTV ao longo do ano, diversas outras iniciativas da campanha #PqMulher já estão previstas pela MTV para abril e maio, como uma ação em parceria com Youtubers para a criação de vídeos sobre problemas virtuais que impactam a vida real das mulheres (violência e assédio virtual, pornô como vingança, mulheres e a tecnologia, liberdade de expressão, nudes não consensuais, etc.) e uma série de peças gráficas com o tema ‘Não Significa Não’, sobre o poder de escolha da mulher.

#PqMulher é uma iniciativa pan-regional da MTV Brasil e MTV Latinoamérica.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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