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Heineken faz um chamado verde na TV

Todos os dias mais de 57 milhões de aparelhos de TVs são ligados no Brasil. Qual o impacto desses eletrodomésticos no consumo de energia? Pensando nisso, a Heineken criou uma ação inovadora que foi ao ar na noite do último domingo, 17 de abril, às 21h15. Conhecida pelas propagandas icônicas e bem humoradas, pela primeira vez a Heineken levou aos principais canais da TV aberta do país, como Globo, Record e Band, um anúncio criado apenas com telas sem luz. O filme Blackout, de 45’, criado pela agência Publicis Brasil, é um ato simbólico que faz parte da campanha que tem como objetivo chamar a atenção para a utilização de fontes renováveis de energia, e dar visibilidade ao Programa Heineken Energia Verde, que vai facilitar o acesso à energia verde para consumidores de todo o país.
A novidade integra a plataforma de sustentabilidade e cultura da marca, GREEN YOUR CITY, lançada em 2021, na qual a marca firmou compromissos em três pilares: cidades mais verdes, economia circular e consumo responsável. Além do filme, a campanha inclui peças para redes sociais, banners digitais, entre outros.
“Como marca, queremos olhar não apenas processos internos, mas temos como objetivo também expandir a mensagem de sustentabilidade a toda a cadeia, incluindo os consumidores, tendo a energia renovável como agente de transformação e mostrando que um futuro mais verde pode começar com pequenas ações, dentro de casa. A campanha de lançamento dessa nova fase do Programa Heineken Energia Verde é um convite para que as pessoas se engajem e participem ativamente desse processo de construção de um mundo mais equilibrado”, afirma Gabriel D’Angelo Braz, diretor de marketing da marca Heineken® no Brasil.
FICHA TÉCNICA BLACKOUT:
HEINEKEN
Melina Domingos
Beatrice Jordão
Gabriel D’Angelo Braz
Nabil Nasser
PUBLICIS BRASIL
Global Cco: Bruno Bertelli
Global Creative Coordination: Guy Lewis
Cco: Domenico Massareto
Diretor De Criação Executivo: Dani Ribeiro E Fabio Astolpho
Diretor De Criação: Arturo Marenda
Diretor De Criação Associado: Andre Leotta E Isadora Greiner
Criação: Arturo Marenda, Andre Leotta, Isadora Greiner, Elias Carmo E Rodolfo Monteiro
Community Manager: Bruna Pasquini
Rtv: Renata Sayão E Giuliano Springhetti
Atendimento: Gabriela Borges, Joanna Alencar, Mariana Corrales, Marina Roge E Cassia Brandão
Projetos E Tecnologia: Marcio Bueno, Renata Carvalho E Bianca Ferreira
Head De Planejamento: Juliana Elia
Planejamento: Catarina Melo, Daniela Altenfelder, Victoria Franco E Barbara Pires
Mídia Publicis: Mauricio Almeida, Ana Sanchez, Jussara Bezerra, Fernando Brito E Carla Tassi
Pós Produção: Public Post
Coordenação De Pós Produção: Douglas Souza Tecco E Marcello Sampaio
Montagem, Motion E Finalização: Renne Perez E Marco Teixeira
Produtora De Som: Satelite Áudio
Direção Musical: Kito Siqueira, Roberto Coelho, Hurso Ambrifi
Atendimento: Fernanda Costa, Renata Schincariol, Thiago Alonso
Produção Musical: Kito Siqueira, Roberto Coelho, Hurso Ambrifi, Mike Vlcek, Thiago Colli, Charly Coombes, Koitty.
Finalização: Carla Cornea, Ian Sierra, Vithor Moraes, Renan Marques, Arthur Dossa
Coordenação De Produção: Camila Guedes e Bruna Isidore
Assistente De Produção: João Piccoli
Locutora: Giselle Lima
IPROSPECT — DIGITAL MEDIA
Executive business director: Caroline Bassi
Business manager: Gioconda Ferraz
Business supervisor: Ana Melo
Media Strategy Director: Lucas Callile
Media Manager: Cleberson Luque
Media Analyst: Arthur Fialho, José Teixeira e Marina Miranda
Programmatic Media Manager: Tiago Holanda Bezerra
Programmatic Media Supervisor: Alda Chávez
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








