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Grupo Boticário lança ferramenta para calcular o impacto de produtos enxaguáveis

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Registrada pela empresa, a metodologia quantifica os impactos de matérias-primas que são prejudiciais ao sistema hídrico

Para o Grupo Boticário, sustentabilidade é a uma forma de fazer negócios e  materializar o seu propósito. Por isso, a empresa investe continuamente em iniciativas inovadoras que contribuam com a diminuição dos impactos negativos no meio ambiente e no desenvolvimento de produtos para o mercado da beleza de forma sustentável.

Com base nessa premissa e em comemoração ao Dia Mundial da Água (22 de março), o Grupo Boticário anuncia o lançamento do I.A.R.A. (Índice de Avaliação de Risco Ambiental), uma ferramenta que permite calcular o impacto de produtos enxaguáveis como shampoos, condicionadores e sabonetes no ambiente aquático. Com essa metodologia é possível quantificar os impactos de matérias-primas que podem ser prejudiciais ao sistema hídrico e, assim, subsidiar os pesquisadores que desenvolvem novas fórmulas a substituir ou a reduzir a concentração de ingredientes para que o produto gere menor impacto na água.

“Temos a sustentabilidade e a inovação com um dos nossos principais pilares. Investimos continuamente em capital intelectual e recursos para reforçar nosso compromisso com o meio ambiente. Seja no desenvolvimento de um novo produto, suas formulações ou embalagens, cada etapa produtiva é monitorada minuciosamente para possibilitar a utilização de recursos mais sustentáveis”, afirma Paulo Roseiro, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Boticário.

No último ano, 56% dos produtos enxaguáveis com novas fórmulas já foram desenvolvidos com menor impacto na água, em comparação com a versão anterior do produto ou com a média de sua categoria. Até 2024, a companhia prevê que 100% dos produtos enxaguáveis lançados com novas fórmulas tenham menor impacto na água, por meio de uma combinação de ingredientes com menor potencial de acúmulo em espécies aquáticas, maior potencial de biodegradação e/ou menor toxicidade para a vida dos ambientes aquáticos. 

A busca por produtos que impactem menos o meio ambiente está em linha com a atuação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, que se dedica a conservar a biodiversidade brasileira. Entre as iniciativas desenvolvidas pela Fundação nos ecossistemas aquáticos estão editais para apoio financeiro a ações no ambiente costeiro-marinho, proteção de espécies aquáticas ameaçadas de extinção e pagamento por serviços ambientais para produtores rurais que tenham nascentes em suas propriedades. “Preservar esse recurso e conservar espécies e ecossistemas é fundamental para a manutenção da vida na terra. Por isso, pautamos nossa atuação em duas frentes, buscando produtos e processos cada dia mais ecoeficientes e conservando a natureza em todos os biomas”, finaliza Paulo Roseiro.

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Free Free e Dzarm lançam collab inspirada no Outubro Rosa

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Free Free, plataforma e Instituto que trabalham pela liberdade física, emocional e financeira de mulheres, através de iniciativas que aceleram a equidade de gênero, a inclusão e a transformação social, lança uma collab em parceria com a marca Dzarm. Com o lema “A Nossa Liberdade é Pink”, as peças são inspiradas no Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer de mama, e apresentam estampas divertidas e mensagens cheias de significado, que podem ser usadas em diferentes ocasiões.

O projeto é uma iniciativa do Free Free Fashion, que trabalha a moda como ferramenta de cura e libertação. Com calças, vestidos e blusas, todos na cor rosa, a coleção busca trazer força e inspiração, celebrando o poder das mulheres e ressignificando o pink. “Nós acreditamos que a moda tem um grande poder de suporte, recuperação e resgate na vida das mulheres. O rosa não é uma cor frágil. Ele traz força, alegria e bom humor. Vesti-lo nesse momento que está todo mundo cansado e de luto significa ter coragem. O pink é superpower!”, afirma Yasmine McDougall Sterea, CEO e fundadora do Free Free.

Para combater o medo, a desinformação e a falta de acesso a consultas e exames, a DZARM e o Free Free estão doando 100 consultas médicas para o Horas da Vida, instituição sem fins lucrativos que atua promovendo a inclusão e o acesso gratuito à saúde para pessoas em situação de vulnerabilidade social. O projeto conta também com o apoio do laboratório Femme, que realizará doações de mamografias, reforçando a importância do diagnóstico precoce na luta contra o câncer de mama. Além de parte das vendas serem revertidas para os cursos e projetos de impacto do Free Free.

Entre as participantes do projeto estão Yasmine Sterea, Stella Yeshua, Leticia Nascimento, Rosa Saito, Stella Yeshua, Mônica Alcântara e Ana Arietti. Através da moda, todas elas transformaram suas vidas e formas de se expressar e de lidar com o corpo.

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Plataforma de conexão Portland usa o Intercâmbio Criativo Brasileiro como ferramenta de inovação

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A diversidade cultural representa o conjunto de costumes e tradições, que vão desenhando os comportamentos e valores em diferentes regiões. Uma porta se abriu durante a pandemia e veio para ficar, é um caminho sem volta em que os “hubs” estão na nuvem, o home office permite que diferentes culturas se conectem e, consequentemente, tragam novas perspectivas, visões e criatividade para os projetos.

E, falando de Brasil, por conta do seu extenso tamanho territorial, e sua diversidade abundante, notamos o quão grande é o seu potencial de troca de experiências e conhecimento.

Uma empresa é formada por seus funcionários em que, cada um deles, possui uma identidade cultural, uma história de vida. Logo, cada empresa é reflexo de quem a compõe. E, pensando assim, é importante que nesse “microambiente” sejam levadas em conta essas diferenças, para ser uma troca saudável e receptiva.

Exemplo desse intercâmbio de visões diferentes é a Portland, uma plataforma de conexão de diferentes realidades que atua para a reconstrução de um mercado mais humano e um mundo mais criativo.  Na 5ª temporada em 2021, expandiu sua rede em formato Webinar para além da diversidade étnica e social, considerando outros recortes demográficos que potencializaram a pluralidade das conexões.

A agência abriu seu processo seletivo à distância quebrando as barreiras do espaço físico, possibilitou a conexão com pessoas que, apesar de estarem longe, estão na mesma sintonia que a empresa. O resultado foi a inscrição de mais de 800 candidatos de todo o Brasil, que tiveram a oportunidade de mostrar o seu lado mais criativo para vagas conectadas pela Portland.

Com candidatos Portlanders mais diversos, os resultados elevaram: “Conseguimos ampliar as nossas visões para outros horizontes que possibilitaram a construção de projetos ainda mais humanos e, consequentemente, criativos. Foi possível integrar pessoas de diferentes lugares do Brasil trazendo as pessoas como protagonistas e representantes de diferentes recortes da diversidade, o que tem deixado nossos processos mais ricos e os resultados mais genuínos”, diz Bruno Höera, fundador da agência.

A mudança radical de comportamento no trabalho, de uma maneira geral, possibilitou ainda mais esse intercâmbio. A pandemia trouxe um protagonismo das áreas de RH das empresas e das agências que surgiu por conta da urgência das empresas precisarem entender as realidades de cada um de seus funcionários, identificando as suas necessidades particulares para um home office suficientemente estruturado e uma equipe mais acolhedora e empática.

Para a Portland, a diversidade é uma ferramenta de inovação e esse é um dos fatores que fazem do Brasil um país tão criativo. A pluralidade de pessoas em uma empresa permite um ambiente melhor de trabalho, mesmo que virtual, aumentando a produtividade e a rentabilidade das corporações. É uma conta simples, mas que apenas ficou óbvia quando o discurso ficou batido o suficiente para ser transformado em ações. E, muitas dessas ações validaram na prática o que estava difícil da teoria explicar.

A próxima temporada de recrutamento da Portland tem previsão de acontecer no verão – porque o sol é para todes. A ideia é ir mais além e trazer outra visão de diversidade. Em sua 6ª temporada, a diversidade etária não só será uma das pautas, mas também uma prática. “Na questão geracional, sabemos que atualmente há duas grandes lacunas na inclusão de pessoas: jovens que não têm experiência e não conseguem entrar no mercado; e ainda as que têm muitos anos de praia, mas não conseguem uma recolocação, principalmente por conta do preconceito em relação à atualização e uso de ferramentas e tecnologias – o que obviamente é um grande mito. A maturidade coloca os nossos processos e projetos em um outro patamar de entrega”, reflete Höera.

Se olharmos por outro lado, realmente existe um mercado inteiro a ser explorado. Enquanto muitas marcas focam suas comunicações na juventude, o Brasil vai aumentando a faixa etária da média da sua população. É, a partir daí, que a economia prateada vai ganhando espaço e relevância. Um grupo multicultural – seja de ideias, vivências ou idade – é de extrema importância, pois resulta em um ambiente mais agradável e dinâmico.

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