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Grupo Boticário fala sobre sustentabilidade em suas operações na 8ª Greenbuilding Brasil Conferência Internacional e Expo

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Grupo participa da abertura do evento apresentando resultados de suas operações com a certificação LEED

Comprometido com um futuro cada vez mais sustentável, o Grupo Boticário pratica ações de ecoeficiência em suas unidades operacionais e em seus canais de vendas, garantindo soluções com melhores impactos sociais e ambientais. Recentemente, empreendimentos da empresa receberam a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), o mais importante reconhecimento mundial para construções sustentáveis. Os resultados desses projetos serão apresentados pelo Grupo na 8ª Greenbuilding Brasil Conferência Internacional e Expo, principal evento de construção sustentável da América Latina, realizado em São Paulo.

“Acreditamos que é possível alcançar o crescimento econômico em equilíbrio com a sociedade e o meio ambiente. Por isso, nossos empreendimentos foram construídos considerando soluções sociais e ambientais, unindo o bem-estar de nossos colaboradores, ações para a comunidade e redução ou eliminação dos impactos junto ao meio ambiente”, conta Omar Rodrigues, coordenador de Sustentabilidade do Grupo Boticário.

Na Bahia, a fábrica de Camaçari tornou-se a primeira do Brasil no setor de cosméticos a obter o selo no ano passado. Inaugurada em 2014, ela foi construída contemplando tecnologias e práticas inovadoras que a fazem uma das mais sustentáveis do país, com sistemas de eficiência energética, redução de consumo de água e reaproveitamento de materiais. Possui potencial de redução do consumo de energia de 18%. Além de ter uma estação de tratamento e reúso de águas, com potencial de redução de 75% do consumo de água nas áreas administrativas. Cerca de 75% dos resíduos de obra da fábrica também foram reciclados ou reutilizados.

O Centro de Distribuição em São Gonçalo dos Campos (BA), certificado em 2015, foi o primeiro da região Norte e Nordeste a obter a certificação. O espaço possui um potencial de reduzir até 23% do consumo de energia e 80% do consumo de água, à medida que a iluminação natural e a água de chuvas são reaproveitadas. Em relação aos resíduos de obra 83,06% foram reciclados.

Ambas instalações contam com iluminação eficiente com sensores de presença; telhado branco que reflete a luz do sol e não deixa passar calor para o ambiente interno, reduzindo o consumo de ar condicionado; placas solares para aquecimento de água, o que garante um maior conforto para seus usuários.

A loja da marca quem disse, berenice? no Shopping Cidade São Paulo, na capital paulista, também conquistou o título sendo a primeira loja de cosméticos com certificação LEED no varejo brasileiro. Com poucos ajustes em seu projeto, o espaço recebeu, em 2016, o nível máximo da certificação internacional LEED Retail CI, o Platinum. A construção conta com materiais mais sustentáveis, desde o mobiliário ao sistema de iluminação com luminárias de LED. Toda a iluminação da loja é controlada por sensores de presença, além de contar com programação de horários de ativação. O local conta também com sensores de CO2 que, de acordo com a ocupação, podem reduzir a vazão de ar ou acionar o sistema de renovação, gerando economia em refrigeração.

A certificação dessas unidades faz parte da estratégia de sustentabilidade do Grupo Boticário que foca no crescimento da organização, contribuindo para a sociedade e para o meio ambiente. “Para nós é um orgulho saber que nossas práticas em sustentabilidade são reconhecidas com uma certificação tão relevante e podem inspirar outros empreendimentos”, complementa Rodrigues.

O tema sustentabilidade é tratado no Grupo Boticário com visão de longo prazo e metas que vão até 2024, com foco em matérias-rimas e embalagens (ciclo de vida dos produtos e logística reversa); ecoeficiência (produção e cadeia de valor) e canais de venda (pontos de venda), além de um olhar transversal que permeia toda a cadeia de valor.

As iniciativas da empresa contribuem continuamente para o crescimento do negócio, o desenvolvimento da sociedade e a preservação do meio ambiente, considerando os desafios futuros. O Grupo Boticário acredita na construção de um mundo melhor e por isso cria oportunidade para transformar positivamente a sociedade.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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