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Alan Ceppini: Grandes empresas apostam em marketing de entretenimento

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Com estratégias inovadoras e cada vez mais ousadas, a ferramenta tem cativado um público cada vez mais exigente e que busca novas experiências

Mesclar e utilizar ferramentas e conceitos dos mercados do marketing e do entretenimento para impactar, seduzir e envolver pessoas. Essa tem sido a estratégia utilizada por grandes empresas brasileiras que buscam se destacar em seus segmentos e, principalmente, mostrar para seu público alvo que estão identificados com seus valores, linguagens e, até mesmo, estilo de vida.

De acordo com Alan Ceppini, diretor executivo da WDCOMM, empresa especializada em marketing de entretenimento, o conceito faz com que o público seja transportado para o universo da marca sem exageros e curtindo uma experiência única. “O resultado é um encontro despretensioso capaz de gerar uma conexão mais forte do que qualquer estratégia convencional de marketing”, detalha Ceppini, que trabalha em diferentes segmentos com inúmeros clientes/projetos, entre eles ELO, 99 Taxis, Land Rover, Cyrela, Veuve Clicquot, Bergerson, TAG Hauer, Positivo, Renault, Schweppes, Coca Cola, Ford, Schin e TIM.

Um dos primeiros cases de marketing de entretenimento no Brasil foi o projeto “TIM na Estrada”, idealizado pela Pepper e customizado pela WDCOMM para o conceito indoor, onde a TIM entrou em uma turnê com grandes nomes da música sertaneja, em 2012. Durante 3 anos, artistas como Chitãozinho & Xororó, Fernando & Sorocaba e Zezé di Camargo & Luciano, Michel Teló e muitos outros excursionaram por diversas unidades do Wood´s Bar espalhadas por todo Brasil, levando todo o clima da marca para diferentes cidades. “Durante os shows, eram realizadas diversas ativações de live marketing, distribuição de brindes e habilitação de novos planos. Além disso, a marca conseguiu criar uma conexão muito forte com o seu público, extraindo o máximo do marketing de entretenimento por meio de uma experiência marcante”, comenta Ceppini.

A tradicionalíssima casa de champanhe francesa Veuve Clicquot também apostou no marketing de entretenimento ao ligar sua marca a uma Copa tradicional de hipismo, um esporte exuberante e luxuoso, dando origem a Copa Veuve Clicquot de Hipismo, realizada no Paraná. Além de toda a programação esportiva, o evento trouxe diversas ações especiais ligadas a marca francesa como um lounge exclusivo da marca para clientes VIPs. Com o mesmo conceito, a Toyota esteve presente no Country Festival, principal festival sertanejo do Sul do Brasil. “Participar do Country Festival foi indescritível. Conseguimos gerar contatos com novos clientes, fidelizar clientes antigos com ações de marketing de relacionamento e gerar novos leads. Analisando o retorno de investimento, tivemos um nível de performance bem superior a investimentos em mídias tradicionais”, comenta o Marcio Takeda, brand manager regional da Toyota.

Para Alan Ceppini, o modelo ainda é novo no país e nos próximos anos deve ser muito explorado pelas empresas brasileiras. “As pessoas estão cansadas do convencional, e o marketing de entretenimento consegue apresentar uma opção muito interessante para que as empresas possam impactar um público cada vez mais exigente e que busca novas experiências. Atendendo essas expectativas, as marcas terão mais facilidade para entrar na vida das pessoas com mais sutileza e de maneira muito mais produtiva”, completa o especialista.

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A revolução do entretenimento: TV vs. Redes Sociais

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*Rafaella Antunes

Quem poderia imaginar que um dia as redes sociais se tornariam um adversário digno da tradicional televisão? Nos últimos anos, temos sido testemunhas de uma verdadeira batalha entre essas duas formas de entretenimento, com a internet e os smartphones como palcos dessa disputa.

Voltando ao começo, quando a televisão se tornou popular, ela dominava como a principal fonte de diversão. As famílias se reuniam diante do aparelho para assistir a programas populares, novelas, notícias e eventos esportivos. Parecia que nada poderia substituir a magia que a telinha proporcionava. No entanto, com o avanço da tecnologia e o surgimento das redes sociais, esse cenário começou a mudar.

Hoje em dia, é raro encontrar alguém que não tenha uma conta em pelo menos uma plataforma, como Facebook, Instagram, Twitter, TikTok e tantas outras. Essas redes sociais tornaram-se uma parte essencial do nosso dia a dia, permitindo que compartilhemos momentos, conversemos com amigos, sigamos nossos ídolos e marcas favoritas e, claro, consumamos conteúdo.

E foi aí que a televisão começou a perceber a concorrência. As pessoas passaram a buscar cada vez mais por conteúdo personalizado, que estivesse alinhado com seus interesses e disponível a qualquer momento. E as redes sociais, com sua capacidade de fornecer um conteúdo segmentado e interativo, entregaram exatamente o que estavam procurando. Curiosamente, mesmo com essa nova preferência pelo conteúdo online, o Brasil é o país com o maior consumo de TV aberta na América Latina, assistindo em média 4 horas e 54 minutos por dia, com uma participação de audiência de 68% no ano passado, de acordo com estudo da Kantar Ibope Mídia realizado em maio de 2023.

A disputa entre a televisão e as redes se intensificou ainda mais com o surgimento dos influenciadores digitais, que se tornaram verdadeiras celebridades nas plataformas. Essas personalidades conquistam uma legião de seguidores e ditam tendências, influenciando a maneira como as pessoas consomem entretenimento. Muitos jovens, por exemplo, preferem assistir aos vídeos de seus youtubers favoritos do que ligar a TV.

Em seu 18º ano de existência, o YouTube se consolida como líder na transmissão de vídeos em todas as telas, com mais de 76 milhões de espectadores apenas na TV Conectada. Os brasileiros são a prova da relevância dessa plataforma, com sete em cada 10 acreditando que prestam mais atenção ao conteúdo do YouTube do que em outras plataformas de vídeos, segundo pesquisa da Offerwise. A Kantar também indica que a plataforma é a mais assistida pela Geração Z, oferecendo a eles acesso a conteúdos que não encontram em nenhum outro lugar.

Diante desse novo panorama, a telinha teve que se reinventar para não perder mercado. Muitas emissoras investem agora em conteúdo interativo, promovem discussões nas redes sociais sobre seus programas e disponibilizam episódios para streaming em suas próprias plataformas. Além disso, o streaming ao vivo se tornou uma estratégia para oferecer acesso em tempo real a eventos e programas de TV.

Em suma, a batalha entre a televisão e as redes sociais mudou completamente o rumo do entretenimento. Embora a primeira ainda tenha seu público fiel, é inegável que as redes sociais e a internet trouxeram uma nova forma de consumir conteúdo, mais personalizada e flexível. No final das contas, somos nós, espectadores, usuários e estrategistas de marketing e de mídia que saímos ganhando.

“Puxando a sardinha” para o meu campo de atuação, essa evolução também mostra que uma abordagem de mídia holística, contemplando canais digitais e offline, é a chave para maximizar o impacto e a lembrança da marca. O efeito “sobreposição de públicos” gerado por essa combinação é simplesmente poderoso, sendo sempre considerado nos planos de maior envergadura que desenvolvemos na BKR.

Ampliar meios e integrar diferentes tipos de mídia é garantir visibilidade constante, direcionamento preciso, uma dose de urgência para impulsionar vendas, mantendo a identidade de marca coerente. Isso se reflete em maior exposição, mais conversões e na construção de uma base sólida de imagem para os nossos anunciantes.

* Rafaella AntunesDiretora De Mídia daBKR

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Marketing Estratégico: o segredo para vendas complexas

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*Danilo Superbi

Em um cenário econômico desafiador, como o que vivemos atualmente, o marketing estratégico se torna ainda mais crucial para o sucesso das vendas complexas. Com alta taxa de juros, redução de investimentos e incentivos econômicos, os clientes se tornam mais criteriosos na hora de tomar decisões de compra. Eles estão mais propensos a pesquisar, comparar opções e exigir um maior retorno sobre o investimento.

Nesse contexto, o marketing estratégico desempenha um papel fundamental para as empresas que buscam se destacar da concorrência e conquistar a confiança dos clientes. Ao construir uma marca forte e comunicar de forma eficaz os benefícios dos produtos ou serviços, as empresas podem aumentar significativamente as chances de sucesso nas vendas complexas.

Um estudo recente realizado pela Intelligenzia, consultoria especializada em marketing B2B, revela que 72% das empresas B2B planejam aumentar seus investimentos em Marketing em 2024. Esse dado reflete a crescente percepção do valor estratégico do Marketing para o sucesso das vendas complexas. Afinal, em um ambiente altamente competitivo, onde os clientes têm acesso a uma infinidade de informações e opções, a capacidade de se destacar e comunicar de forma eficaz os diferenciais de uma empresa é um fator determinante para o fechamento de negócios.

Além disso, o marketing estratégico pode ajudar as empresas a reduzir custos e aumentar a eficiência das vendas complexas. A automação de tarefas, por exemplo, permite que as equipes de vendas se concentrem em atividades mais estratégicas, como o relacionamento com os clientes e a identificação de oportunidades de cross-selling e upselling. A centralização de dados, por sua vez, possibilita uma visão mais abrangente do funil de vendas, permitindo que as empresas identifiquem gargalos, otimizem processos e aloquem recursos de forma mais inteligente.

No entanto, é importante ressaltar que o marketing estratégico para vendas complexas vai além da simples aplicação de táticas e ferramentas. É preciso uma abordagem integrada, que envolva diferentes áreas da empresa, como vendas, marketing e atendimento ao cliente, para garantir uma experiência consistente e de qualidade em todas as etapas do processo de compra. Afinal, em vendas complexas, a jornada do cliente é longa e envolve múltiplos pontos de contato, desde a geração de leads até a pós-venda.

Diante desse cenário, as empresas que investem em marketing estratégico têm a oportunidade de se diferenciar da concorrência, conquistar a confiança dos clientes e impulsionar o crescimento em um ambiente econômico desafiador. O Marketing de Conteúdo, por exemplo, é uma estratégia eficaz para educar o mercado, posicionar a empresa como referência e nutrir leads ao longo do funil de vendas. Já o Account-Based Marketing (ABM) permite uma abordagem personalizada e direcionada a contas estratégicas, aumentando as chances de conversão em vendas.

Por fim, o marketing estratégico se torna uma ferramenta indispensável para as empresas que desejam se destacar e crescer em um cenário econômico desafiador. Ao construir uma marca forte, comunicar de forma eficaz os benefícios dos produtos ou serviços e adotar uma abordagem integrada, as empresas podem aumentar as chances de sucesso nas vendas complexas, reduzir custos e impulsionar o crescimento em um ambiente altamente competitivo.

*Danilo Superbi – CEO da DASS Consultoria

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