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Folha Top of Mind revela as marcas mais lembradas pelo brasileiro em 64 categorias

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Evento premiou as principais marcas do Brasil. Levantamento este ano foi o mais abrangente da história do Prêmio

Uma realização da Folha de S.Paulo e do Instituto Datafolha, o prêmio Folha Top of Mind 2016 anunciou no Tom Brasil, em São Paulo, as marcas mais lembradas pelos brasileiros neste ano. Cerca de 1.000 pessoas estiveram presentes e viram equipes ligadas a mais de 60 marcas subirem ao palco para receberem o elefante dourado, símbolo de um “Um prêmio de peso. E de memória”. Das 64 categorias, mais de 10 marcas ganharam mais de um prêmio. Na edição da Folha circula uma revista especial com os resultados do 26º Folha Top Of Mind.

O grande título da noite, o de Top do Top foi entregue a Coca-Cola, Omo, Nike, Samsung e Nestlé, eleitas as marcas mais relevantes na cabeça do consumidor, independente de categoria. “Para ser um Top of Mind é preciso ter uma mescla em diversos aspectos, como qualidade do produto e comunicação eficaz. Em essência, é preciso que o consumidor tenha confiança na marca”, diz Murilo Bussab, Diretor Executivo de Circulação e Marketing.

Para esta edição 2016, o Datafolha ouviu 7.247 mil pessoas em 217 municípios brasileiros, o que garante uma grande diversidade cultural, social e econômica entre os entrevistados, moradores tanto de regiões metropolitanas quanto de cidades com menos de 5 mil habitantes.

Para o Gerente de Marketing da Folha de S. Paulo, Dirceu Vieira, o Folha Top of Mind é o maior e mais respeitado estudo de lembrança de marca por ter uma grande amplitude. “Quanto mais categorias, mais amplo. O Prêmio é um retrato do mercado. Com as classes C e D participando mais do consumo, aumenta a representatividade no Prêmio. E quanto mais popular é uma marca, mais chances ela tem de ser lembrada”.

Significado de ser um Top Of Mind
Durante a premiação ficou evidente a satisfação dos profissionais ligados às marcas (algumas estreantes) ao subirem ao palco para receberem o elefante, símbolo do Prêmio, das mãos dos mestres de cerimônia Dan Stulbach e Alessandra Maestrini. “Uma nova presença no Top of Mind não acontece do dia para a noite, é uma construção que leva muito tempo”, finaliza Bussab.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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