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Especialista da FGV desenvolve página de erro em sites de empresas que desejam apoiar ações de responsabilidade social

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Quem já digitou errado algum endereço de site, sabe que se a página não existir, aparecerá uma mensagem dizendo ‘ Erro 404, página não encontrada’. Até aí, tudo normal. Contudo, o professor e coordenador do MBA em Marketing Digital da FGV e diretor da Infobase, André Miceli, desenvolveu uma solução chamada 404 do Bem.

“O objetivo é tornar úteis essas páginas de erro, é oferecer um significado e uma funcionalidade a elas. Organizações de todos os tipos poderão participar mas nessa primeira fase, cadastramos diversas ONGs que localizam pessoas desaparecidas. Quando o erro 404 aparece, ele redireciona pra um site, que é o 404 do Bem e a página apresenta uma foto de algum desaparecido, indicado por uma das Organizações Não Governamentais previamente cadastradas”, explica Andre Miceli.

Ao clicar em uma página inexistente, o usuário é impactado pela mensagem: Poxa, não achamos a sua página, mas você pode nos ajudar a achar alguém. A pessoa ao lado está desaparecida e acreditamos que você pode ser responsável por mudar esta história. Se tiver informações que possam nos levar de encontro a ela, não deixe de entrar em contato. Amigos e familiares aguardam esperançosamente pela sua ajuda.

“Essa iniciativa para encontrar pessoas desaparecidas é o primeiro passo. Nossa ideia é ampliar a rede e também as instituições e causas de responsabilidade social envolvidas. A tecnologia pode e deve ser utilizada com esse direcionamento, de fazer o bem, de somar algo à sociedade”, afirma Miceli.

O A&E é o primeiro caso de utilização do 404 do Bem. O canal de TV paga acaba de lançar a segunda temporada de sua série “Desaparecidos”, produção realizada em parceria com a Iracema Rosa Filmes, que, a cada episódio, aborda casos de desaparecimentos em duas famílias. Devido à temática e a causa abordada, o canal apoiará a iniciativa.

“O A&E sempre esteve envolvido em temáticas e causas sociais e essa ação é uma grande oportunidade de dar um pequeno apoio a um problema gravíssimo de nosso País, que é detalhado em nossa série de sucesso Desaparecidos”, explica Maria Vianna, diretora de marketing do grupo A+E Ole Brasil.

Para participar, basta acessar www.404dobem.com.br e se cadastrar.

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Rocky.Monks é o mais novo parceiro da JustForYou

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A agência digital full service Rocky.Monks, em mais uma movimentação de mercado, fecha uma nova parceria com a JustForYou, maior marca de personalização de produtos de hair care da América Latina. Com início neste ano, a parceria visa aumentar os resultados em mídias pagas, expandindo a marca  e ajudando na divulgação das novidades da empresa.

“Nosso time de Mídias Pagas já está a todo vapor. Para nós, é de suma importância parcerias com grandes empresas como é o caso da JustForYou, e tenho certeza de que, com um bom trabalho do nosso time, vamos atingir ótimos resultados para que essa parceria dure por muitos anos”, explica Daniela Gebara, sócia fundadora e diretora comercial da Rocky.Monks.

A JustForYou é mais um grande cliente como Telhanorte e Loungerie, que também compõem a carteira de mais de 80 clientes da Rocky.Monks. Além disso, em 2021, a agência foi reconhecida como uma das melhores agências de comunicação para se trabalhar pelo GPTW.

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Monetização de dados é componente importante da Transformação Digital que movimentará US$ 2,3 trilhões até 2032

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O conceito Data Driven e a consequente monetização desses dados cresce exponencialmente e cada vez mais deve fazer parte dos negócios em todos os níveis. O mercado de transformação digital vai movimentar US$ 2,3 trilhões até 2032, com crescimento médio de 14,2% ao ano, de acordo com o relatório Market Research Report da Fact.MR. Apenas este ano, a expectativa é de que o segmento atinja US$ 621 bilhões. A consultoria Forrester avalia que as empresas que são Data Driven estão crescendo 30% ao ano.

O consultor Caio Cunha, presidente da WSI Master Brasil e membro do Global WSI Internet Consultancy Advisory Board, afirma que o novo modelo significa sobrevivência no mercado. “Ser Data Driven hoje é um diferencial competitivo. Muitos dos concorrentes já adotam e os que não adotarem vão sair do mercado. Cada vez mais os clientes querem ações mais inteligentes”, sentencia o consultor.

Cunha explica que a empresa que é Data Driven usa uma base de dados estruturada, com informações concretas para a tomada de decisões, apoiada em ferramentas de Business Inteligence, inteligência de negócios na tradução. O sistema usa grande quantidade de dados de maneira rápida, segura e eficiente.

“Monetizar esses dados passou a ser interessante. Essas tecnologias podem ser usadas para reduzir custos com automação de tarefas, aumentar receitas identificando e servindo melhor os clientes, atrair mais clientes com engajamento reduzindo esforços, ser mais pessoal e melhorar qualidade dos serviços sem aumentar a equipe”, afirma o consultor.

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