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Cubo Itaú e CI&T firmam parceria para levar ferramentas de transformação ao ecossistema de empreendedorismo

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Iniciativa incluirá a apresentação de um centro de formação em design para referências práticas e laboratório de usabilidade

A CI&T, multinacional brasileira especializada em transformação digital de grandes empresas com presença global, terá, a partir do início do segundo semestre, um espaço no Cubo Itaú – maior hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, fundado em conjunto pelo Itaú Unibanco e a Redpoint eventures. A parceria leva o conceito de strategic design center para o local, que dará às startups residentes mentoria e acesso à transformação digital desenvolvida pela companhia.

A multinacional utiliza o pensamento lean (ou enxuto, processo focado no cliente que simplifica tarefas e elimina desperdícios, reduzindo o tempo de entrega e aumentando a efetividade da empresa) aliado à design attitude para ter entregas exponenciais. O diferencial está na forma como o pensamento lean é aplicado, com ferramentas de design thinking, design sprint, analytics e marketing digital, trazendo conhecimento e fazendo com que a CI&T consiga ajudar as empresas a alcançar seus objetivos de mudança digital.

“Estar no Cubo é muito importante para nós. A CI&T vai ser uma empresa diferente naquele ecossistema. Assim como nas startups, o pensamento lean é a essência da CI&T, tendo sempre o foco na geração de valor para o cliente e em colocá-lo no centro das decisões do negócio”, afirma Cesar Gon, CEO da CI&T. “Queremos levar o que sabemos às startups para ajudá-las a crescer e a continuar ágeis e inovadoras e também aprender com elas. Acreditamos que nossa cultura exponencial e lean, que aplicamos na transformação digital de grandes empresas, poderá contribuir muito no grande espaço de trocas e inovações que o Cubo é”, completa.

“O Cubo Itaú se tornou a principal referência brasileira de conexão entre grandes empresas e startups, principalmente no que tange à mudança de mindset das corporações. Em nosso ambiente estão mais de 300 startups, divididas entre espaços físico e digital. Com a expansão, neste semestre, elevaremos o potencial de entrega da nossa proposta de valor ao ecossistema. Atingiremos ainda mais empresas, como a CI&T, que poderão realizar cada vez mais trocas nesse universo tão colaborativo”, comemora Lineu Andrade, diretor de Tecnologia do Itaú Unibanco e responsável pelo Cubo Itaú.

A parceria é um grande passo da CI&T em estar ainda mais próxima a grandes marcas que já são seus clientes, como Itaú, Coca-cola e outras. “Estamos trabalhando fortemente para desbloquear o potencial da transformação digital dos grandes players do mercado, levando as empresas a resultados 10x melhores, e essa parceria vem nos auxiliar muito nessa missão, porque os espaços disponibilizados e o conceito do Cubo é muito coerente com os valores e jeito de trabalhar da CI&T”, comenta Gon.

O ambiente
O espaço físico da CI&T no Cubo Itaú terá o conceito Prisma, o mesmo da sede da empresa em Campinas, onde são criadas estratégias de transformação digital para grandes empresas lado a lado com o cliente. Totalmente diferente do tradicional, o formato conta com paredes de vidro e lousa, móveis modulares e fáceis de rearranjar, laboratório de usabilidade integrado e facilidade para realizar dinâmicas. Tudo foi pensado para facilitar a discussão e a colaboração. Ao colocar as ideias na parede, a equipe pode conversar visualizando os insights e soluções encontradas. O local poderá ser usado para reuniões ou como lab design.

Entre os conceitos do dia a dia do trabalho que a CI&T irá apresentar para as startups estão: design thinking, design sprint, pensamento lean e a técnica A3, que consiste na correção de problemas pontuais por meio de observação detalhada, seguida de planejamento e execução da solução. “É transformador e acelerador”, destaca Cesar Gon.

O espaço também contará com especialistas da CI&T e ainda terá workshop, facilitação de processos de discovery, condução de processos de validação no laboratório de usabilidade em shadow com startups, além de palestras e mesas- redondas com temas como lean, design thinking, ágil e inovação.

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Free Free e Dzarm lançam collab inspirada no Outubro Rosa

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Free Free, plataforma e Instituto que trabalham pela liberdade física, emocional e financeira de mulheres, através de iniciativas que aceleram a equidade de gênero, a inclusão e a transformação social, lança uma collab em parceria com a marca Dzarm. Com o lema “A Nossa Liberdade é Pink”, as peças são inspiradas no Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer de mama, e apresentam estampas divertidas e mensagens cheias de significado, que podem ser usadas em diferentes ocasiões.

O projeto é uma iniciativa do Free Free Fashion, que trabalha a moda como ferramenta de cura e libertação. Com calças, vestidos e blusas, todos na cor rosa, a coleção busca trazer força e inspiração, celebrando o poder das mulheres e ressignificando o pink. “Nós acreditamos que a moda tem um grande poder de suporte, recuperação e resgate na vida das mulheres. O rosa não é uma cor frágil. Ele traz força, alegria e bom humor. Vesti-lo nesse momento que está todo mundo cansado e de luto significa ter coragem. O pink é superpower!”, afirma Yasmine McDougall Sterea, CEO e fundadora do Free Free.

Para combater o medo, a desinformação e a falta de acesso a consultas e exames, a DZARM e o Free Free estão doando 100 consultas médicas para o Horas da Vida, instituição sem fins lucrativos que atua promovendo a inclusão e o acesso gratuito à saúde para pessoas em situação de vulnerabilidade social. O projeto conta também com o apoio do laboratório Femme, que realizará doações de mamografias, reforçando a importância do diagnóstico precoce na luta contra o câncer de mama. Além de parte das vendas serem revertidas para os cursos e projetos de impacto do Free Free.

Entre as participantes do projeto estão Yasmine Sterea, Stella Yeshua, Leticia Nascimento, Rosa Saito, Stella Yeshua, Mônica Alcântara e Ana Arietti. Através da moda, todas elas transformaram suas vidas e formas de se expressar e de lidar com o corpo.

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Plataforma de conexão Portland usa o Intercâmbio Criativo Brasileiro como ferramenta de inovação

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A diversidade cultural representa o conjunto de costumes e tradições, que vão desenhando os comportamentos e valores em diferentes regiões. Uma porta se abriu durante a pandemia e veio para ficar, é um caminho sem volta em que os “hubs” estão na nuvem, o home office permite que diferentes culturas se conectem e, consequentemente, tragam novas perspectivas, visões e criatividade para os projetos.

E, falando de Brasil, por conta do seu extenso tamanho territorial, e sua diversidade abundante, notamos o quão grande é o seu potencial de troca de experiências e conhecimento.

Uma empresa é formada por seus funcionários em que, cada um deles, possui uma identidade cultural, uma história de vida. Logo, cada empresa é reflexo de quem a compõe. E, pensando assim, é importante que nesse “microambiente” sejam levadas em conta essas diferenças, para ser uma troca saudável e receptiva.

Exemplo desse intercâmbio de visões diferentes é a Portland, uma plataforma de conexão de diferentes realidades que atua para a reconstrução de um mercado mais humano e um mundo mais criativo.  Na 5ª temporada em 2021, expandiu sua rede em formato Webinar para além da diversidade étnica e social, considerando outros recortes demográficos que potencializaram a pluralidade das conexões.

A agência abriu seu processo seletivo à distância quebrando as barreiras do espaço físico, possibilitou a conexão com pessoas que, apesar de estarem longe, estão na mesma sintonia que a empresa. O resultado foi a inscrição de mais de 800 candidatos de todo o Brasil, que tiveram a oportunidade de mostrar o seu lado mais criativo para vagas conectadas pela Portland.

Com candidatos Portlanders mais diversos, os resultados elevaram: “Conseguimos ampliar as nossas visões para outros horizontes que possibilitaram a construção de projetos ainda mais humanos e, consequentemente, criativos. Foi possível integrar pessoas de diferentes lugares do Brasil trazendo as pessoas como protagonistas e representantes de diferentes recortes da diversidade, o que tem deixado nossos processos mais ricos e os resultados mais genuínos”, diz Bruno Höera, fundador da agência.

A mudança radical de comportamento no trabalho, de uma maneira geral, possibilitou ainda mais esse intercâmbio. A pandemia trouxe um protagonismo das áreas de RH das empresas e das agências que surgiu por conta da urgência das empresas precisarem entender as realidades de cada um de seus funcionários, identificando as suas necessidades particulares para um home office suficientemente estruturado e uma equipe mais acolhedora e empática.

Para a Portland, a diversidade é uma ferramenta de inovação e esse é um dos fatores que fazem do Brasil um país tão criativo. A pluralidade de pessoas em uma empresa permite um ambiente melhor de trabalho, mesmo que virtual, aumentando a produtividade e a rentabilidade das corporações. É uma conta simples, mas que apenas ficou óbvia quando o discurso ficou batido o suficiente para ser transformado em ações. E, muitas dessas ações validaram na prática o que estava difícil da teoria explicar.

A próxima temporada de recrutamento da Portland tem previsão de acontecer no verão – porque o sol é para todes. A ideia é ir mais além e trazer outra visão de diversidade. Em sua 6ª temporada, a diversidade etária não só será uma das pautas, mas também uma prática. “Na questão geracional, sabemos que atualmente há duas grandes lacunas na inclusão de pessoas: jovens que não têm experiência e não conseguem entrar no mercado; e ainda as que têm muitos anos de praia, mas não conseguem uma recolocação, principalmente por conta do preconceito em relação à atualização e uso de ferramentas e tecnologias – o que obviamente é um grande mito. A maturidade coloca os nossos processos e projetos em um outro patamar de entrega”, reflete Höera.

Se olharmos por outro lado, realmente existe um mercado inteiro a ser explorado. Enquanto muitas marcas focam suas comunicações na juventude, o Brasil vai aumentando a faixa etária da média da sua população. É, a partir daí, que a economia prateada vai ganhando espaço e relevância. Um grupo multicultural – seja de ideias, vivências ou idade – é de extrema importância, pois resulta em um ambiente mais agradável e dinâmico.

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