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Como startups podem reduzir custos de ações de marketing

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Um estudo realizado pela Lafis em conjunto com a AMPRO, Associação de Marketing Promocional, revelou que 93% das agências ainda fazem ações de ativação, 88% com promoções, 83% com incentivo e 77% com trade marketing (sendo que 76% ainda atuam com PDV). E no mercado tem aparecido startups que inovam o marketing, principalmente no que tange à redução de custos.

A mLabs, plataforma de gerenciamento de redes sociais, impulsiona os negócios de pequenas empresas e microempreendedores que buscam soluções práticas, intuitivas e acessíveis para o sucesso das vendas e contato com o cliente. Para monitorar os resultados de posts e gerenciar o ambiente virtual, ela oferece planos e soluções para páginas no Facebook, Instagram, Snapchat (entre outras mídias) a partir de R$ 12,90/mês. “Por meio da plataforma, nossos objetivos são o de fomentar o acesso democrático às ferramentas profissionais de gestão de redes sociais, que antes somente as grandes empresas tinham acesso. Também o de elevar a presença da marca no ambiente digital de forma fácil e de tornar tudo que há de técnico em algo intuitivo”, diz Caio Rigoldi, diretor executivo da mLabs.

Já a Samplify (www.samplify.com.br), plataforma de marketing B2B que distribui brindes para o consumidor em escala nacional, permite construir orçamentos de sampling em poucos minutos e com diferentes modelos de segmentação, seja para um bairro, cidade ou para o país inteiro. A proposta é altamente competitiva porque a distribuição das amostras entra de forma natural na atividade dos estabelecimentos parceiros da empresa, de mais de três mil pontos do varejo, por meio de seus colaboradores. Além disso, o não envolvimento de promotores reduz o custo final, tornando-o tão atraente quanto um investimento em Adwords, por exemplo.

Com isso, a Samplify simplificou o jeito das empresas de bens de consumo promoverem seus produtos para o consumidor final e trouxe escala para um dos formatos mais antigos de marketing: o sampling. A empresa também criou metodologias próprias de mensuração de resultados e consegue comprovar o aumento da intenção de compra, conversão e calcular o ROI das ações de sampling dos seus clientes. Até agora, já foram 4 milhões de amostras e já faturou mais de 5 milhões de reais até agora. Suas ações tem como exemplo o lançamento do biscoito Hershey’s Mais Minis aos consumidores de salões de beleza como Jacques Janine e Soho, em São Paulo. A distribuição de itens da Colgate Total 12 Profissional Gengiva Saudável aos clientes de 59 farmácias Droga Raia de São Paulo, em campanha da marca de produtos bucais. E também trabalhos para Bic, Avon, Unilever e Coca-Cola.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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