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Com maior acervo de artistas e bandas independentes do país, plataforma Punks S/A reinventa mercado musical da indústria da comunicação

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Vertentes híbridas e brasileiras como funk, afrobeat, samba ganham espaço

Sabe aquela música que arrepia quando ouvimos em uma trilha de um filme, documentário ou conteúdo de TV e streaming, e usamos o Shazam para descobrir? Grande chance de ser da Punks S/A, a plataforma viva que integra bandas, artistas e produtores em seu ecossistema.

Pulsando desde 2011, a Punks S/A é provedora e licenciadora de conteúdo musical, ligada à norte-americana Jingle Punks (NY), que por sua vez, existe desde 2008. Seu player intuitivo tem mais de 600 mil músicas, a maior vitrine independente do mundo. Como um alto falante de bandas e artistas independentes que pretendem expandir suas músicas para milhares de pessoas através da indústria da comunicação, a Punks S/A licencia músicas para trilhas de TV, cinema, streaming e diversas outras mídias.

O nome da produtora não se restringe ao punk: pelo contrário, o mergulho neste universo musical faz um crossover entre o indie e o mainstream. Como uma plataforma trendsetter, tags figuram os mais variados e específicos estilos que vão do rock’n’roll a brasilidades, elevando a autenticidade musical ao entretenimento e jornalismo.

Entre os clientes, canais da Globosat como GNT, OFF, Multishow, SporTV e filmes do circuito nacional de cinema como “Mortos Não Falam” que será lançado este ano,  “Amor.Com” e “Os Penetras 2” conectam com mais emoção pelas trilhas da Punks SA. Curtas como “Placa de Rubi” do Youtuber Whindersson Nunes que tem 35 milhões de inscritos no canal e 10 milhões de visualizações no filme, tem todo o repertório musical licenciado por artistas da Punks S/A. Marcas líderes que fogem das trilhas brancas e optam por uma sonoridade com mais qualidade e personalidade nos filmes publicitários, constantemente acham o seu artista ou banda no acervo. 

Um de seus diferenciais é a curadoria minuciosa que identifica com originalidade, o que cada canal precisa. A brasilidade musical tem sido significativa e “exportada” além dos territórios nacionais.

Alguns deles ganham destaque, tendo inúmeras faixas sincronizadas mensalmente no circuito nacional de cinema e em programas da GNT e Multishow, como é o caso do Zé Barbeiro, o artista do chorinho e do samba de raiz. Já as faixas da MC Gi, com seu funk carioca mesclado aos beats da música eletrônica foram escolhidas para a MTV americana e para a 3ª temporada do Ru Paul’s Drag Race. Com o prisma bem-humorado, ácido e melancólico do rock alternativo de vanguarda, Gabriel Serapicos já entrou no episódio do “Papo com Make”, série da Vice BR.

Outros nomes representam essa safra que se destaca: Èkó Afrobeat, o grupo que mistura o afrobeat com elementos de outros gêneros, como jazz africano, groove, funk e MPB, além de ritmos iorubá e referências contemporâneas; outro parceiro da Punks, é Zé Ed, a voz do bloco Tarado Ni Você, um dos mais disputados do carnaval de rua paulistano que segue o repertório do Caetano Veloso e a banda Ravelly do Pará, conhecida por seu Tecnobrega.

Daniel Cohen, Tokyo Savannah, Fi Bueno, O Bardo e o Banjo e KBourne também tem suas músicas no criativo e versátil ecossistema.

Além de ser uma fonte de renda alternativa, outra vantagem da Punks S/A é o seu formato de licenciamento musical rápido e menos burocrático do que o modelo tradicional de cobrança no Brasil, operando em conformidade com as entidades arrecadadoras. Se uma música é usada, a banda fica com 50% e a Punks com os outros 50%. A divisão só funciona para os trabalhos gerados dentro da plataforma. A banda continua dona de sua música e pode fazer o resto da maneira que quiser.

Para ouvir a playlist dos artistas brasileiros em destaque na plataforma: https://my.jinglepunks.com/shares/de6aafc6e4fc

PUNKS

site: punkssa.com

instagram: @punkssa

facebook: https://www.facebook.com/punkssa/

linkedin: Punks S/A https://www.linkedin.com/company/3333346/admin/

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Conta Simples na Times Square

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A Conta Simples, plataforma brasileira de gestão de despesas de cartões corporativos, inicia 2024 com uma ação única na sua história. Após anunciar a primeira grande captação da América Latina no ano, de US$41,5 milhões, a empresa lança a campanha “Potência brasileira, confiança global”.

A iniciativa representa um passo ousado e estratégico, que teve início na icônica Times Square, em Nova Iorque, visando comunicar a confiança dos investidores na Conta Simples. O aporte e a campanha enfatizam o orgulho em ser uma startup brasileira que está ajudando outras empresas nacionais, além da expertise em gestão de despesas corporativas.

“A decisão de iluminar nosso nome na Times Square vai além do simbolismo e é o pontapé inicial da nossa campanha ‘Potência brasileira, confiança global’. Queremos mostrar que, apesar de sermos uma empresa nacional, estamos orgulhosos de conquistar o apoio global de investidores renomados”, afirma Guto Quirós, CMO da Conta Simples.

A campanha representa o início das ambições de marketing da empresa para 2024. “Essa é apenas a primeira de muitas ações ousadas que estão sendo planejadas. O nosso foco para este ano é realmente mostrar todo o potencial da marca, por isso estamos aumentando ainda mais nosso investimento em marketing e campanhas. Cada ação vai ser projetada para destacar, de maneira única, a capacidade transformadora da Conta Simples”, explica.

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Inteligência artificial e desafios logísticos moldam o setor de eventos

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O setor de eventos experimentou uma transformação significativa nos últimos anos, impulsionado pela pandemia global. A transição para o digital durante aquele período foi uma realidade, mas a expectativa de que o pós-pandemia seria predominantemente híbrido não se concretizou. Os eventos presenciais ganharam força e a BPool – plataforma EGM que conecta empresas com os melhores parceiros de marketing e live marketing do mercado, por meio de curadoria, inteligência de dados e um algoritmo proprietário – geriu somente em 2023,  R$ 25 milhões em projetos no segmento.

“Apostar no storytelling com a criação de conteúdos que acompanhem as tecnologias emergentes cada vez mais presentes nos eventos é algo que deve ser mantido para 2024, mas a grande evolução será a inclusão da inteligência artificial na criação e gestão, desde a produção de imagens de cenografia até a geração de conteúdos e performances em tempo real”, explica Nuno D’eça sócio e especialista de live marketing da BPool.

Nuno se uniu a Pedro Rodrigues, Diretor Geral da Desafio Global Eventos, empresa baseada em Portugal, para listar os principais desafios e tendências que devem movimentar o mercado em 2024.

Eventos presenciais e o valor da experiência
Em 2023, os eventos presenciais e especialmente a retomada dos grandes shows e festivais marcaram o reencontro e a celebração da vida, focando na união das pessoas após anos de restrições. Experiências únicas, memoráveis e compartilháveis deram o tom, tanto dos eventos como das ativações das marcas.

Não podemos deixar de mencionar a The Sphere – arena futurista inaugurada em Las Vegas esse ano e que é um marco na história do live marketing.

Uso de IA e novas tecnologias

A tecnologia está perpassando a produção dos eventos de ponta a ponta. De um lado, vemos a utilização de robôs, provenientes da área industrial, com a capacidade de movimentarem, com uma precisão milimétrica, cargas pesadas tais como objetos, ecrãs ou mesmo pessoas. Na outra ponta, a inteligência artificial generativa cria um universo de possibilidades de criação, ampliando e agilizando o potencial inovador dos eventos e gerando tanto insights de ativações como imagens e vídeos para cenografia.

Tudo isso pode se combinar a outras tecnologias como assentos imersivos, experiências sensoriais, realidade aumentada e equipamentos de led de altíssima resolução, elevando as possibilidades de entretenimento a outro patamar.

Cadeia de fornecedores e a emergência da questão climática
“Os fornecedores, desfalcados de recursos e em muitos casos, com mudanças de atuação, não conseguiram acompanhar a demanda pós-pandemia, dificultando a logística e qualidade dos eventos”, comenta Pedro Rodrigues, da Desafio Global Eventos em conversa com Nuno D’eça, sócio e especialista de live marketing da BPool.

Porém, os desafios continuam. A falta de prazos adequados para a produção de eventos e a interface com áreas de compras geram obstáculos que podem comprometer o sucesso dos eventos em 2024.

Outro desafio a ser gerido pela cadeia de eventos são as questões climáticas: em 2023 fomos de tempestades à temperaturas extremas e a cadeia como um todo precisa compreender com profundidade essa mudança e prover soluções que garantam segurança e conforto.

Otimização de recursos

Para 2024, tanto para os grandes eventos como em eventos menores, no âmbito corporativo, as empresas irão buscar maximizar a qualidade dos porta-vozes, mantendo os custos controlados. Locais inovadores, alinhamento com valores de marca, sustentabilidade e inclusão são prioridades presentes na agenda.

“Para o próximo ano, é preciso que o live marketing gere experiência ao clientes para processos mais eficientes na organização de eventos, visando evitar prazos inadequados que impactam na qualidade e na disponibilidade de locais”, finaliza Pedro.

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