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Audi apresenta protótipo de Fórmula 1

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A Audi AG apresenta pela primeira vez ao público o seu projeto de Fórmula 1 no Salão do Automóvel de Xangai, entre os dias 18 a 27 de abril. A fabricante alemã entrará na disputa do principal campeonato global de automobilismo a partir de 2026. Sob o lema “F1 Power made in Germany” (potência desenvolvida na Alemanha), a empresa segue desenvolvendo o seu propulsor para ingressar no torneio da FIA.

“O automobilismo é parte integrante do nosso DNA. Estamos convencidos de que o nosso compromisso com a Fórmula 1 fortalecerá o foco esportivo da Audi”, afirma Markus Duesmann, presidente do Conselho de Administração da AUDI AG, no Salão do Automóvel de Xangai. “O projeto Audi Formula 1 decolou nos últimos meses”, comenta Oliver Hoffmann, membro do Conselho de Administração para Desenvolvimento Técnico da AUDI AG. “Nos concentramos em tópicos como o gerenciamento de energia do sistema de transmissão híbrido. Afinal, a eficiência é um fator-chave de sucesso na Fórmula 1 e na mobilidade do futuro”, conclui Hoffmann.

O primeiro projeto do propulsor, formado pelos motores a combustão, elétrico, bateria e unidade de controle eletrônico, está programado para entrar na fase de testes antes do final deste ano. Além disso, o simulador de desenvolvimento dinâmico usado no centro técnico para a produção de motores na cidade de Neuburg, na Alemanha, será levado aos padrões da Fórmula 1 e contribuirá ainda mais na criação do novo propulsor da Audi.

Enquanto isso, mais de 260 especialistas integram a equipe de desenvolvimento na divisão Audi Formula Racing GmbH. Entre eles, há experientes funcionários da Audi Sport e da Audi com ampla experiência no automobilismo elétrico. Eles são acompanhados por especialistas com experiência em Fórmula 1 que foram contratados externamente e fortalecerão a equipe. Até o final do ano, a equipe será composta por mais de 300 funcionários.

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Nestlé implementa novo modelo global de marketing no Brasil para acelerar crescimento e conexão cultural

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A Nestlé deu um passo decisivo na atualização de sua estratégia global ao realizar, neste mês de março, o rollout do Brand Building the Nestlé Way (BBNW) no mercado brasileiro. A nova abordagem, que orienta as práticas da companhia em mais de 180 países, visa acelerar o crescimento orgânico e fortalecer o equity das marcas por meio de um modelo que integra ciência de dados, agilidade operacional e uma profunda conexão com a cultura contemporânea.

A evolução marca uma transição estrutural na gigante do setor de alimentos: a saída de uma lógica centrada em campanhas isoladas para a adoção de um framework de crescimento unificado. Este modelo conecta estratégia, produto, preço, distribuição e comunicação de forma indissociável. “Estamos em um ponto de virada. Marcas tradicionais carregam carinho, confiança e credibilidade, mas também podem se conectar à cultura atual. O impacto do marketing hoje depende da capacidade de unir essas marcas à relevância cultural”, afirma Tilman Moe, head de marketing da Zona Américas da Nestlé.

A estratégia brasileira, sob o comando de Ionah, vice-presidente de marketing, comunicação corporativa & ESG da Nestlé Brasil, foca na qualidade das decisões e na clareza de prioridades. “Isso passa por foco nas marcas com maior potencial e uso cada vez mais estruturado de dados para orientar estratégia e investimento”, explica a executiva. O novo modelo operacional aposta no uso intensivo de analytics e inteligência artificial, além de um ecossistema mais fluido com criadores de conteúdo e parceiros criativos.

O BBNW se sustenta em quatro pilares fundamentais: superioridade, valor, visibilidade e comunicação. Essas alavancas orientam desde a inovação do portfólio até a presença física e digital nos pontos de venda. Segundo Ionah, o marketing agora é um esforço coletivo: “Quando conectamos dados, criatividade, cultura e execução de modo consistente, conseguimos responder mais rápido ao consumidor e gerar impacto real para o negócio”.

A disciplina na gestão de investimentos também ganha novos contornos com a introdução de uma geração inédita de KPIs (Key Performance Indicators). Além das métricas financeiras tradicionais, a Nestlé passa a mensurar a experiência de marca, a execução criativa e a capacidade de gerar impacto cultural. A escolha do Brasil como um dos primeiros mercados a receber a nova versão do modelo reitera o papel do país como um dos principais polos de inovação e marketing da companhia globalmente.

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Cenoteka expande portfólio com quatro novas agências e projeta dobrar de tamanho em 2026

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A Cenoteka, empresa especializada em cenografia que vem ganhando tração no mercado de live marketing, acaba de anunciar a chegada de quatro contas de peso ao seu portfólio: as agências Atenas, Carbono, People e TSBEtc. Para os novos clientes, a companhia atuará no desenvolvimento de soluções integradas que abrangem desde a concepção estratégica até a produção e implementação de estruturas inteligentes, desenhadas para elevar a experiência de marca no ambiente físico.

O movimento reflete o posicionamento da Cenoteka em tratar a cenografia não apenas como um suporte operacional para eventos, mas como uma plataforma de comunicação estratégica capaz de gerar valor e diferenciação competitiva. Contando com equipe e galpão próprios, a empresa aposta em um modelo de negócio que hibridiza a robustez da produção cenográfica com a inteligência de planejamento característica das agências.

De acordo com Milene ViSo, CEO da Cenoteka, a proposta é ressignificar a entrega técnica no setor. “Redesenhamos o papel da cenografia no ecossistema de marketing. Não entregamos apenas estruturas, mas experiências de marca que geram valor. Unimos capacidade produtiva a uma visão de planejamento, garantindo que o espaço físico deixe de ser um cenário para se tornar protagonista da estratégia com uma premissa clara: a inteligência de agência aplicada à execução técnica é o que transforma espaços em ativos de comunicação”, explica a executiva.

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