Empresa
AT&T anuncia fusão entre WarnerMedia e Discovery e cria novo streaming

Nesta segunda-feira, 17, a AT&T e o Discovery, Inc. anunciaram um acordo que prevê que a fusão entre WarnerMedia da AT&T. Dessa forma, a combinação entre as duas empresas resultará em uma nova empresa de mídia independente. Porém, o acordo deve entrar em vigor somente em meados de 2022.
Com a conclusão do negócio, muitos nomes conhecidos do mundo da TV e do cinema estarão presentes na mesma plataforma de streaming. Lembrando, que a WarnerMedia é a dona da HBO, CNN, Cartoon Network, TBS, TNT e do estúdio de cinema Warner Bros, que é responsável por grandes franquias como Harry Potter e Batman. Enquanto a Discovery é detentora do Discovery Channel e do o Animal Planet, por exemplo. Ambas as empresas possuem suas próprias plataformas de streaming: HBO Max e Discovery Plus.
O CEO do Discovery, David Zaslav, comandará os negócios combinados, de acordo com o anúncio desta segunda. “Executivos de ambas as empresas” desempenharão “funções de liderança chave”, disse um comunicado à imprensa.
Streaming da AT&T e Discovery irá rivalizar com a Netflix e Disney+
O maior destaque do negócio, é o surgimento de uma plataforma de streaming que promete competir lado a lado com a Netflix e o Disney+, os dois principais streamings atualmente.
“Este acordo une dois líderes de entretenimento com forças de conteúdo complementar e posiciona a nova empresa como uma das principais plataformas globais de streaming direto ao consumidor”, disse o CEO da AT&T, John Stankey, em um comunicado. “Ele apoiará o crescimento fantástico e o lançamento internacional do HBO Max com a pegada global do Discovery e criará eficiências que podem ser reinvestidas na produção de mais conteúdo excelente para dar aos consumidores o que desejam”.
O serviço de streaming não focado em ficção do Discovery foi lançado em janeiro, utilizando uma biblioteca de programas de canais como TLC e Animal Planet. Na época, Zaslav disse à CNN que Discovery + era um “ótimo complemento para quem tem Disney ou Netflix, ou HBO, Disney e Netflix.”
Lembrando, que o HBO Max chega ao Brasil em junho, mês que vem.
Detalhes do acordo
Primeiramente, o novo grupo de mídia que surgirá da fusão entre as empresas será avaliado em em cerca de US$ 150 bilhões. Pelos termos do negócio, a AT&T receberia US$ 43 bilhões em uma combinação de dinheiro e títulos de dívida, enquanto seus acionistas teriam os papéis de 71% da nova companhia. Os 29% restantes ficaram com acionistas da Discovery. Segundo comunicado, o conselho das duas empresas aprovaram a transação.
“As oportunidades de streaming direto para o consumidor estão evoluindo rapidamente e, para manter o ritmo e manter uma posição de liderança, várias coisas são necessárias – escala global, acesso a capital, uma gama de conteúdo de alta qualidade e os melhores talentos da indústria”, disse o CEO da AT&T, John Stankey.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
Empresa
Pedro Scooby surfa Onda de Cheddar no Méqui

Empresa
Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








